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Planos
17.07.18
ED. 5911

Petrobras é a mantenedora e o “problema” da Petros

O presidente da Petros, Walter Mendes, tem sido pressionado por entidades que representam os funcionários e aposentados da Petrobras a cobrar judicialmente a dívida da estatal com o fundo de pensão. Estima-se que as contribuições atrasadas seriam da ordem de R$ 11 bilhões. Beneficiários da fundação já estariam se mobilizando, inclusive, para acionar Mendes e os demais diretores na Justiça, na tentativa de obrigá-los a cobrar os valores devidos pela Petrobras. Não consta que o presidente da Petros tenha batido à porta de Pedro Parente para fazer tal cobrança. Talvez agora, com Ivan Monteiro no comando da estatal, a história flua de outra maneira. A Petros tornou-se um caldeirão previdenciário, em efervescência devido ao rombo atuarial de aproximadamente R$ 27 bilhões. Consta que mais de 11 mil participantes, ou um quinto do total de beneficiários do Plano Petros do Sistema Petrobras (PPSP), já obtiveram liminares na Justiça para não pagar a contribuição adicional ao fundo de pensão. A derrama extra foi imposta aos funcionários e aposentados da estatal no âmbito do plano de equacionamento atuarial aprovado pela direção da Petros no ano passado.

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17.07.18
ED. 5911

Geraldo Alckmin vira a sombra de Anastasia no segundo maior colégio eleitoral do país

Geraldo Alckmin governou São Paulo por exatos 4.562 dias, mas é na vizinha Minas Gerais que ele deposita a expectativa de encontrar um norte e alavancar sua trôpega candidatura à Presidência. Alckmin pretende dar o braço a Antonio Anastasia e passear pelo estado cumprindo uma intensa agenda de encontros políticos. Na terra em que Aécio Neves se tornou uma das maiores nódoas do PSDB, Anastasia começa a ganhar o status de principal avalista de Alckmin, não apenas dentro das próprias hostes tucanas, mas também junto à geleia partidária do centrão.

Quase que por osmose, Alckmin pretende se aproveitar do amplo arco de alianças já firmado por Anastasia em Minas Gerais – PSC, PSD, PPS, PTB e Solidariedade –, com o objetivo de arrastar estas siglas para a sua campanha no plano nacional. Quase todas estas legendas têm algo em comum: não definiram seu posicionamento na eleição presidencial e seguem no balcão barganhando seu apoio. O QG de campanha de Geraldo Alckmin identifica o segundo maior colégio eleitoral do país como um potencial contraponto ao viés de baixa do pré-candidato em praticamente todas as demais regiões, incluindo São Paulo.

A avaliação é que, se há um local em que a campanha de Alckmin pode ganhar algum impulso até meados de agosto – data limite para as convenções partidárias e a definição dos concorrentes à Presidência – é em Minas. No mais recente levantamento no estado, feito pelo Paraná Pesquisas, o tucano aparece com 8% das intenções de voto entre os mineiros nos cenários sem o ex-presidente Lula, praticamente dois pontos percentuais acima do seu desempenho na esfera nacional. O índice se mantém estável desde janeiro e a expectativa é de crescimento a partir de agosto, graças exatamente ao “fator Anastasia”. O PSDB mineiro calcula que o senador e candidato ao governo já conta com apoio de aproximadamente 290 prefeitos mineiros, exatamente um terço dos municípios do estado. Para efeito de comparação, mesmo com o controle da máquina pública, o atual governador, Fernando Pimentel (PT), contabiliza neste momento cerca de 40 alcaides engajados na sua campanha.

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17.07.18
ED. 5911

A “onda” Meirelles

Henrique Meirelles chegará todo prosa para o almoço com empresários que terá hoje no Rio, sob os auspícios do Grupo Lide, de João Doria. Além da pesquisa da XP anunciada no fim de semana, que lhe dá 3% das intenções de votos, maior patamar alcançado até o momento, Meirelles deverá anunciar que já conta com o apoio de 433 dos 629 delegados do MDB para a convenção do partido, no dia 2 de agosto.

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17.07.18
ED. 5911

Bolsonaro vai ao campo

Jair Bolsonaro terá uma agenda cítrica na última semana de julho: é aguardado em Bebedouro (SP) para participar de uma das maiores feiras agrícolas do país. No evento, organizado pela Coopercitrus, Bolsonaro vai falar para uma plateia de ruralistas, notadamente produtores de laranja, com negócios na casa dos R$ 4 bilhões/ano. Trata-se de mais um movimento feito por Frederico D’Ávila, diretor da Sociedade Rural Brasileira, para aproximar o capitão do agronegócio. Será mais uma oportunidade para Bolsonaro desfiar seu discurso pela defesa da propriedade rural, contra os sem-terra e a favor do amplo armamento no campo.

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17.07.18
ED. 5911

Kramer vs. Kramer

Integrantes das alas mais à esquerda do PT – “O Trabalho” e “Democracia Socialista” – pressionam a direção do partido para que o governador do Ceará, Camilo Santana, seja submetido ao conselho de ética da sigla. Motivo: o apoio à candidatura de Ciro Gomes. Não vai dar em nada. A última coisa que o PT deve fazer neste momento é criar atritos com uma máquina eleitoral no Nordeste, como é o caso de Santana.

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17.07.18
ED. 5911

Preço do Tesla dá até choque

O brasileiro que quiser comprar um Model 3, a nova “baratinha” elétrica fabricada pela Tesla, de Elon Musk, deverá pagar algo em torno de R$ 400 mil. Esse é o preço final estimado para os dois únicos veículos encomendados até o momento por concessionárias no Brasil. A expectativa, no entanto, é que os automóveis só cheguem ao país no fim de 2019.

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17.07.18
ED. 5911

Dinheiro dos Emirados

Fundos ligados ao governo dos Emirados Árabes negociam com autoridades do Mato Grosso um financiamento para projetos de manejo sustentável de florestas. As cifras sobre a mesa giram em torno dos US$ 200 milhões.

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17.07.18
ED. 5911

Por um fio

O RR apurou que a chinesa Cofco e a Cargill estão entre as empresas que já apresentaram uma oferta firme pela Keystone, subsidiária do Marfrig nos Estados Unidos. O martelo deve ser batido até o fim do mês. Os valores especulados para a operação oscilam entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3 bilhões.

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17.07.18
ED. 5911

O arrastão da GLP

GLP, de Cingapura, está negociando a compra de um novo pacote de ativos imobiliários no Brasil, notadamente centros de armazenagem e distribuição, da ordem de R$ 100 milhões. O grupo asiático tem uma carteira de aproximadamente R$ 4 bilhões no país.

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17.07.18
ED. 5911

“Ministro dos cassinos”

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, terá praticamente uma única missão nos cinco meses e meio que faltam para o fim de sua gestão. Trabalhar no Congresso pela aprovação do projeto de lei que permite a abertura de cassinos associados a investimentos hoteleiros

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17.07.18
ED. 5911

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Petros, Marfrig e GLP.

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