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Planos
06.07.18
ED. 5904

Nome forte no Exército

Se o general Eduardo Villas Bôas tiver de se ausentar do cargo, há praticamente um consenso entre o alto oficialato do Exército sobre quem será seu sucessor. O Comandante será o general Edson Leal Pujol, atual Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia da Força. Trata-se de um oficial preparadíssimo e considerado um personagem à altura para orientar o Exército em qualquer um dos cenários que se vislumbram.

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06.07.18
ED. 5904

A Copa do Mundo de Haddad

Fernando Haddad é aguardado hoje em Curitiba para assistir à partida da seleção brasileira contra a Bélgica ao lado de Lula. Nomeado no início desta semana como um dos advogados do ex-presidente, Haddad passou a ter livre acesso à carceragem da Polícia Federal. A previsão é que esteja com Lula ao menos uma vez por semana. Ao que parece, a candidatura Haddad já está classificada para as semifinais.

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06.07.18
ED. 5904

Auxílio-moradia é um inquilino incômodo no STF

O RR apurou que, logo após o recesso do Judiciário, em agosto, a ministra Cármen Lúcia fará uma última tentativa de acordo com a Advocacia Geral da União referente à questão do auxílio-moradia. Depois de três meses de negociações, a Câmara de Conciliação da AGU devolveu o caso ao STF, sem chegar a um consenso com as associações de magistrados. O STF tenta, a todo o custo, se livrar do ônus de uma decisão solitária.

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06.07.18
ED. 5904

Ciro Gomes aponta suas baterias para a “desnacionalização” da Embraer

Se seguir os mesmos critérios anunciados para a venda das áreas do pré-sal ao capital estrangeiro, Ciro Gomes, caso eleito, vai rasgar o acordo que vem sendo costurado entre a Embraer e a Boeing. No caso das reservas petrolíferas, Ciro disse que expropriaria os campos negociados, ressarcindo os compradores. O presidenciável já afirmou em outras oportunidades que considera a fabricante de aeronaves uma empresa estratégica na indústria nacional. A aquisição da Embraer com pele de fusão, na visão do candidato, é muito mais grave do que se a Vale fosse alienada para o capital estrangeiro. A associação da Embraer com a Boeing, entretanto, está bem mais “hedgeada”, digamos assim, do que as negociações do pré-sal. A criação da mega companhia aérea tem o aval das Forças Armadas, ou, para ser mais preciso, do Comando da Aeronáutica. O mais provável, portanto, é que Ciro acomode a porção mais radical do seu discurso e não busque qualquer pugilato com os militares. Até porque o candidato comenta a boca pequena que não conseguirá implementar as reformas necessárias sem o amparo das Forças Armadas. Na sua concepção, elas desempenhariam um papel de Poder Moderador, permitindo que o Executivo se aprume e leve à frente as medidas estruturantes.

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06.07.18
ED. 5904

Liquigás tem novo rumo

A Petrobras reabriu o processo de venda da Liquigás. Segundo o RR apurou, há conversas com o Advent. A venda para um fundo de investimento permitiria à estatal driblar as restrições impostas pelo Cade à negociação da empresa para outra grande distribuidora de GLP.

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06.07.18
ED. 5904

Chapa Band

José Luiz Datena propôs o nome do ex-patrão Johnny Saad, dono da Band, para suplente da sua chapa ao Senado. A indicação, no entanto, esbarra no tríplice acordo firmado pelo seu partido, o DEM. Gilberto Kassab reclama a vaga para o PSD, alegando que já abriu mão de ser cabeça de chapa para o Senado e de indicar o vice do tucano João Doria.

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06.07.18
ED. 5904

Indianos avançam sobre ativos de transmissão da Cemig

A agressiva participação da Sterlite Power no leilão de transmissão da Aneel da semana passada – com a aquisição de seis dos 20 lotes ofertados – é apenas a ponta do iceberg. O RR apurou que o grupo indiano mantém negociações com a Cemig para se associar à Taesa, o braço da estatal mineira na área de transmissão. De acordo com a fonte da newsletter, a operação se daria com a compra de uma
participação de aproximadamente 20% da companhia. Tomando-se como base apenas o valor de mercado, portanto sem qualquer ágio, o acordo giraria em torno de R$ 1,5 bilhão. A Cemig, ressalte-se, ainda permaneceria com uma posição significativa no capital
da Taesa, da ordem de 16%. A entrada da Sterlite Power na Taesa teria expressivo impacto sobre o tabuleiro de forças do mercado brasileiro de transmissão. O grupo indiano ultrapassaria a chinesa State Grid e passaria a brigar com a colombiana ISA pelo posto de maior investidor privado do setor no país. Somando-se a Taesa com as concessões já adquiridas nas últimas duas licitações da Aneel, os indianos teriam sob seu guarda-chuva mais de 14 mil quilômetros de linhas de transmissão. A State Grid tem cerca de sete mil quilômetros; a ISA, 19 mil. Os colombianos, por sinal, são personagens importantes deste enredo. Além de controlar a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), o grupo é acionista da própria Taesa. Esse denominador comum torna uma fusão entre as duas empresas uma pedra cantada e decantada no setor. A operação colocaria a ISA e a Sterlite Power juntas no topo do mercado de transmissão no Brasil. Mas essa já é outra história…

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06.07.18
ED. 5904

Pantufas e passistas

Marcio Mello, fundador da antiga petroleira HRT, está de volta ao game. Criou a Brazil Petroleum Studies. Em seu site, a empresa se apresenta como um “grupo multidisciplinar de geocientistas, especialista jurídicos e de tecnologia da informação que têm como missão fornecer estudos relacionados à exploração e produção de petróleo, além de análises ambientais.” Ao lado de Mello, dois outros companheiros da HRT: Oswaldo Pedrosa, que passou também pela estatal PPSA, e Wagner Peres.

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06.07.18
ED. 5904

DEM e PTB ensaiam matrimônio pós-eleitoral

A temporada de M&As partidários está a pleno vapor. Além de PDT e PSB, o DEM e o PTB retomaram as conversas para uma fusão após as eleições. A primeira tentativa se deu em 2015 e envolvia ainda um terceiro elemento – o PPS, de Roberto Freire. As conversas são conduzidas por Rodrigo Maia e Roberto Jefferson, mas o desfecho ainda depende do rumo que o DEM tomará nas eleições. Se o partido embarcar na campanha de Ciro Gomes, como defendem alguns “Democratas”, entre eles ACM Neto, Jefferson procurará outro cabide para pendurar o seu PTB.

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06.07.18
ED. 5904

Grão em grão

A trading sul-coreana CJ CheilJedang, que disputa o mercado brasileiro de grãos com gigantes como Bunge e Cargill, está cultivando um investimento da ordem de US$ 200 milhões no país.

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06.07.18
ED. 5904

Fator Caffarelli

A indicação de José Mauricio Coelho para o comando da Previ foi uma demonstração de força de Paulo Rogério Caffarelli, presidente do BB. Caffarelli dobrou a resistência do ministro Eliseu Padilha, inicialmente favorável à permanência de Gueitiro Guenso na fundação.

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06.07.18
ED. 5904

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sterlite Power, Cemig, Petrobras e Advent.

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