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Planos
05.07.18
ED. 5903

Paulo Guedes alista empresários na campanha de Bolsonaro

O economista Paulo Guedes foi encarregado da missão de atrair os empresários para a candidatura de Jair Bolsonaro. Guedes é o assessor econômico do capitão. Ele tem se reunido com líderes empresariais pesos-pesados, notadamente de São Paulo. Guedes sabe que os dirigentes de grandes corporações tendem a apoiar o PSDB, o partido da iniciativa privada oligárquica. Para demover essa preferência, o economista tem usado uma moeda de troca valiosa: se os empresários institucionalizarem a campanha de Bolsonaro, terão participação expressiva no futuro governo. A julgar pelo discurso do economista e ex-sócio do Banco Pactual, noves fora a intenção golpista, a articulação eleitoral de Jair Bolsonaro lembra à distância a conspiração do pré-64. À época, empresários e militares se juntaram para a tomada do Estado, com um projeto econômico ortodoxo. Hoje, não consta que haja militares cogitando qualquer intervenção autoritária. Pelo contrário! Os oficiais que comporão a maioria de um eventual governo Bolsonaro virão da reserva das Forças Armadas. Mas é bom que, mesmo por cautela, os detentores do capital se lembrem de 1964. Os empresários que financiaram o golpe e um projeto amplo de reforma do Estado, achando que participariam do governo, foram devidamente rifados. O combinado saiu caro.

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05.07.18
ED. 5903

Viagem de Temer à Rússia abre “vaga” para Cármen Lúcia

Segundo informações filtradas do próprio Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer está decidido a viajar para Moscou caso a seleção brasileira chegue à decisão da Copa do Mundo. A questão foi discutida na última segunda-feira à tarde, logo após a partida contra o México, pelo próprio Temer e o ministro Eliseu Padilha – além do sempre presente marqueteiro Elsinho Mouco. A essa altura, a viagem do mais impopular presidente da história do Brasil pouco importa pelo fato em si, mas, sim, pelo rebuliço institucional que provocará, mexendo com as principais peças dos três Poderes.  A ausência de Temer exigirá uma articulação envolvendo os comandos do Legislativo e do Judiciário. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício de Oliveira, não poderão assumir interinamente a vaga. Caso contrário, estarão impedidos de disputar a reeleição ao Congresso. A saída é uma “debandada” geral. Maia e Eunício também precisarão deixar o país simultaneamente à ausência de Temer, o que abrirá caminho para que a presidente do STF, Cármen Lúcia, despache no Palácio do Planalto enquanto Neymar e cia. disputam o hexa. O expediente, ressalte-se, já teve de ser usado em abril, quando Temer foi a Lima, no Peru, para participar da Cúpula da Américas. Na ocasião, Maia e Eunício cumpriram convenientes missões oficiais, respectivamente no Panamá e no Japão.

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05.07.18
ED. 5903

A tropa de Meirelles

Henrique Meirelles, o mais bem afortunado dos presidenciáveis, fechou a contratação do publicitário Paulo Vasconcellos, marqueteiro de Aécio Neves em 2014. Vasconcellos é conhecido por “ouvir a alma” da Classe C.

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05.07.18
ED. 5903

Artilheiro

Ronaldo Fenômeno aproveita sua presença na Rússia para avaliar ofertas pela sua participação na empresa de marketing esportivo Octagon.

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05.07.18
ED. 5903

Carrefour digital

O Carrefour está prestes a anunciar o lançamento de uma nova operação de e-commerce. No mesmo pacote, virá uma plataforma de pagamentos digital em parceria com o  Carrefour Soluções Financeiras.

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05.07.18
ED. 5903

MEC flexibiliza regras para o ensino superior

Os grandes grupos de ensino superior do país têm pressionado o Ministério da Educação a aprovar a criação de uma nova modalidade para o segmento, que permitirá às empresas ampliarem a oferta de cursos e consequentemente sua base de alunos. Trata-se de um conceito híbrido, que não seria formalmente classificado pelo Ministério nem como presencial tampouco como educação a distância, mas combinaria recursos dos dois modelos. O entendimento das empresas do setor é que o modelo permitirá o desengessamento das regras atuais de classificação do ensino superior.

Hoje, os cursos registrados no MEC como presenciais podem ofertar, no máximo, 20% da carga horária em atividades desenvolvidas de forma remota. No caso das aulas a distância, avaliações e atividades práticas devem ser obrigatoriamente realizadas fisicamente. Ao se matricular, o aluno tem de escolher entre a graduação presencial ou a distância e, se quiser mudar de uma para outra, tem de pedir transferência. A mudança nas regras permitiria, por exemplo, que o estudante escolha quantas e quais disciplinas que fazer em um formato ou em outro.

Dez entre dez empresas do setor tratam o desengessamento das regras como fundamental, sobretudo na atual circunstância do mercado. Menos amarras significarão maior margem de manobra para as universidades aumentarem o número de cursos, em um momento no qual o setor sofre com a retração econômica, a desertificação dos instrumentos de financiamento público, como o Fies, e o êxodo de alunos. Ressalte-se que o Ministro da Educação, Rossieli Soares, tem feito alguns movimentos para flexibilizar as regras para o ensino superior. Recentemente, o MEC autorizou que as próprias universidades criem polos para as atividades presenciais dos cursos a distância – até então, o credenciamento desses centros dependia da análise do MEC. Não raramente, quando a Pasta dava o aval, o ano letivo já tinha acabado.

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05.07.18
ED. 5903

O fantasma Dilma Rousseff

O lançamento da pré-candidatura de Dilma Rousseff ao Senado não alivia a pressão sobre Fernando Pimentel. A safra de pesquisas de julho será determinante para a manutenção ou não da sua candidatura ao governo de Minas. O que mais preocupa os petistas não é nem o resultado das intenções de voto – na média, Pimentel aparece com 15%, contra 28% do tucano Antonio Anastasia –, mas a baixa aprovação do seu governo, em torno de 25%.

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05.07.18
ED. 5903

Aliança de um lado só

Marina Silva tenta uma aproximação com o “Agora”, movimento político que tem Luciano Huck como um de seus principais líderes. Mas não tem encontrado reciprocidade.

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05.07.18
ED. 5903

Saúde redobrada

Cacifada pela recente captação de R$ 3,3 bilhões, a empresa de medicina de grupo Hapvida negocia a compra de um hospital em São Paulo.

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05.07.18
ED. 5903

Dividendo eleitoral

O governador Marcio França pretende licitar um lote de rodovias estaduais antes de outubro. Quer se aproveitar do vácuo de leilões no governo federal.

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05.07.18
ED. 5903

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Carrefour e Hapvida.

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