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Planos
03.07.18
ED. 5901

Temer vai à China resgatar sobras de acordo bilateral

O presidente Michel Temer deverá ir a Pequim em agosto para salvar um acordo bilateral que, na prática, ainda não vingou: o Fundo Brasil-China de Cooperação para Expansão da Capacidade Produtiva, uma herança dos tempos de Dilma Rousseff. A piro-técnica parceria começou com cifras siderais, da ordem de US$ 50 bilhões. Posteriormente, o valor caiu para US$ 20 bilhões. E, ainda assim, Temer vai atrás apenas de uns farelos dessa cifra, algo em torno de US$ 2 bilhões. Se tudo correr como o Planalto espera, os governos dos dois países vão anunciar os primeiros projetos beneficiados, a começar pela construção do terminal portuário de São Luís (MA), conduzido pela China Communications Construction Company (CCCC). O RR apurou que a Cofco, gigante chinesa do agronegócio, também deverá ser contemplada, com recursos, sobretudo, para a construção de estruturas de armazenagem. O governo brasileiro ainda tem a esperança de garantir financiamento ao menos para um dos grandes projetos ferroviários em estudo no país: a Ferrogrão ou a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. A seis meses do fim do mandato, no entanto, é muito pouco provável que consiga deslanchar nem que seja uma das duas licitações.

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03.07.18
ED. 5901

Mesmo fora da jogada, Lula vai chutar o dólar por cima da arquibancada

BTG, XP, Itaú, SPX, UBS, Credit Suisse… A grande maioria do mercado financeiro está apostando que a partir de 15 de agosto, quando finda o prazo para homologação das candidaturas à Presidência no TSE, o cenário será de stress elevado. A expectativa majoritária é que Lula seja confirmado como inelegível e, então, indique seu substituto com a “faca entre os dentes”. Ou seja: empurre para cima do seu escolhido um discurso anti-mercado do tamanho do seu incômodo.

O grau de tensão dependerá de quem for o candidato de Lula. Por exemplo: se for Fernando Haddad, estaria de bom tamanho um dólar entre R$ 3,80 e R$ 4,50 no período que vai até as eleições; se for Ciro Gomes, que já  encarna o discurso anti-mercado, o dólar pode ir até R$ 5,50. Segundo estimativas do fundador da gestora SPX, Rodrigo Xavier, em conferência no BTG, o dólar circulará na faixa de R$ 4,90 a R$ 5,30. As projeções de Xavier são puxadas e estão longe de serem sancionadas pelas instituições que participam do Focus. No boletim de 25 de junho, a mediana do dólar em 2018 subiu um tiquinho, de R$ 3,63 para R$ 3,65.

O RR ouviu traders e analistas de cinco empresas que participam do Focus. Todas as previsões em off the records são superiores ao valor do boletim. Ou seja: segundo a mediana do dólar no Focus, o futuro presidente será Henrique Meirelles, Álvaro Dias, Geraldo Alckmin, Marina Silva ou alguém que ainda não se apresentou. Por enquanto, os nomes pró-mercado são tão improváveis quanto um dólar a R$ 3,65. A corrida das instituições do mercado por pesquisas de intenção de voto deverá crescer ainda mais depois da última sondagem do CNI/ Ibope, de 24 de junho.

O levantamento contrariou as expectativas de diversas instituições, que apostavam na queda do ativo eleitoral do ex-presidente. A resiliência de Lula continua absoluta. O ex-presidente ainda aumentou um pouquinho o seu quinhão, para 33%. E cresceu expressivamente em São Paulo, berço de origem do PT que sempre recusou a apoiar o filho bastardo. Se as pesquisas acusarem o aumento da capacidade de transferência de votos de Lula, não haverá jeito, o mercado externará o descontrole que já digere internamente. E aí não há porque duvidar de um dólar superior a R$ 4,5, no barato, e uma Selic, de lambuja, entre 7% e 7,5%.

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03.07.18
ED. 5901

Cautela em dose extra no Grupo Ultra

O Grupo Ultra está se antecipando a um período de tensão nos mercados com a proximidade das eleições. A companhia estuda uma emissão de títulos com o objetivo de alongar o perfil do passivo. O objetivo é trazer novamente a relação dívida líquida/ebitda a um patamar inferior a dois para um. O índice, que era de 1,8 em dezembro do ano passado, já está em 2,4 vezes. A tradicional austeridade do Ultra levou o alto-comando do grupo a reduzir em 20% o plano de investimentos programado para este ano.

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03.07.18
ED. 5901

“Prêmio de consolação”

A chilena Arauco está em busca de ativos florestais no Brasil. No fim do ano passado, a empresa aumentou sua operação no país com a compra dos ativos da conterrânea Masisa, fabricante de painéis de madeira. Em contra-partida, perdeu as disputas pelas empresas de celulose Eldorado e Lwarcel.

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03.07.18
ED. 5901

Ciro é DEM desde pequenininho

Após alguns entreveros, Ciro Gomes hasteou a bandeira branca para o DEM. Todos os assessores de Ciro vêm sendo orientados a tratar o partido a pão de ló e, sempre que possível, dar sinais públicos de aproximação com Rodrigo Maia e cia. O primeiro deles veio com o ex-ministro Mangabeira Unger, que, na semana passada, disse que o DEM “nem é tão de direita assim”. Outras declarações nessa linha serão ouvidas nos próximos dias.

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03.07.18
ED. 5901

Ratinho Jr. é um fator de risco para a Copel?

No mercado, a queda das ações da Copel é diretamente vinculada à ascensão de Ratinho Jr. nas pesquisas para o governo do Paraná. O filho do apresentador Ratinho e deputado estadual requereu à Assembleia Legislativa a suspensão do reajuste de 15% nas contas de luz já concedido à distribuidora. Resultado: em pouco mais de um mês, o valor de mercado da Copel caiu cerca de 15%. Nesse mesmo intervalo, Ratinho Jr. abriu seis pontos percentuais de vantagem para o segundo colocado Ratinho Jr. é um fator de risco para a Copel?nas pesquisas, Osmar Dias (32% a 26%).

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03.07.18
ED. 5901

Vazamento de gás

O programa de privatização de concessionárias estaduais de gás, no âmbito do BNDES, vem perdendo fôlego. Mesmo nos casos em que os advisers já foram contratados, a exemplo da pernambucana Copergás e da MSGás, do Mato Grosso do Sul, a percepção dentro do banco é que a operação ficará para 2019.

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03.07.18
ED. 5901

Banco chinês

O chinês Haitong Bank está em busca de novos ativos bancários no Brasil. Os asiáticos desembarcaram no país em 2015, ao herdar o espólio do Banco Espírito Santo.

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03.07.18
ED. 5901

Missão

O “comandante” José Dirceu chamou para si a missão de convencer Sepúlveda Pertence a retomar a defesa do ex-presidente Lula.

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03.07.18
ED. 5901

A volta de Sayão

A Vinci Partners está conversando com grupos chineses para investimentos conjuntos na área de transmissão. Será o retorno de Gilberto Sayão e seus partners à área de energia. Há três anos, a Vinci vendeu o controle da Equatorial Energia.

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03.07.18
ED. 5901

Os “Bolsodoria”

O PSDB trai Geraldo Alckmin à luz do dia. Tucanos do grupo Conexão 45, ligado a João Doria, já percorrem o interior de São Paulo pedindo votos para Jair Bolsonaro.

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03.07.18
ED. 5901

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Ultra, Vinci Partners e Haitong.

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