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Planos
18.06.18
ED. 5890

Supremo se veste de Justiça Eleitoral e decide as regras do jogo para o pleito de outubro

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou-se o grande árbitro das eleições de outubro – como de resto, de quase tudo na República. Com o consentimento do próprio TSE, o STF tem promovido uma espécie de take over da Justiça Eleitoral, assumindo o papel
de definidor das regras do jogo. Prova disso é a mobilização que a presidente da Suprema Corte, Cármen Lucia, tem feito junto a seus pares para acelerar a votação da pauta eleitoral que está parada no STF. O RR apurou que a meta fixada pela ministra é julgar até 10 de agosto – uma semana após o retorno do recesso do Judiciário e seis dias antes do início oficial da campanha – as seis ações pendentes no STF que podem virar de ponta-cabeça a disputa entre os candidatos.

Na verdade, seis ações que devem virar sete. Na última terça-feira, o senador Romero Jucá protocolou no TSE consulta sobre a possibilidade de partidos de uma mesma coligação lançarem individualmente candidatos ao Senado – sob a a alegação de que se trata de eleição majoritária, tal qual para governador e presidente da República. A tendência é que o presidente do Tribunal, ministro Luiz Fux, empurre a questão para o STF, como tem feito sucessivamente com outras pautas. De acordo com informações filtradas do STF, até pela complexidade das pautas, aquelas com maior impacto sobre a disputa eleitoral deverão ser justamente as últimas a serem julgadas. São as que tratam da divisão do tempo de TV e das regras para o autofinanciamento de campanha.

No primeiro caso, entre os partidos há uma percepção de que o Supremo está inclinado a alterar as regras atuais e considerar a atual bancada como critério para fixar o tempo a que cada partido terá direito na propaganda gratuita. Hoje, o que vale é a proporção das siglas no Congresso na eleição de 2014. Se a chave for virada, siglas como o DEM e o PSL, de Jair Bolsonaro, seriam as grandes favorecidas. Ambas tiveram a maior captação de parlamentares na última janela partidária, encerrada em abril.

Pela regra em vigor, tomando-se como base apenas a bancada do PSL, sem contabilizar as coligações, Bolsonaro terá apenas um segundo em cada bloco de propaganda e somente duas inserções ao longo da semana. Será praticamente uma vinheta a dividir o programa de seus concorrentes. Se o STF mudar a legislação, o Capitão iria para 11 segundos e 14 programetes por semana. Entre os partidos, a proposta de mudança nas regras de autofinanciamento já ganhou a alcunha de “Emenda Meirelles”, uma referência à notória prosperidade patrimonial do ex-ministro Henrique Meirelles.

Hoje, o candidato só pode financiar sua campanha no limite de 10% dos seus rendimentos brutos no ano anterior. Um dispositivo aprovado no Congresso, mas vetado por Michel Temer, permite que que o candidato banque integralmente suas despesas. Em tempo: ressalte-se que, nas seis ações em curso na Corte, qualquer decisão do STF que altere as regras do pleito não configurará alteração na Lei Eleitoral, mas, sim, mudança na interpretação da Constituição. Por esta razão, terão efeito já em outubro, não precisando aguardar pelo prazo de um ano, aplicado a emendas na legislação eleitoral.

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18.06.18
ED. 5890

Advent despeja R$ 1,5 bi no Walmart

O Advent começa a separar, prateleira por prateleira, os seus projetos para o Walmart Brasil. Os investimentos, segundo o RR apurou, passam de R$ 1,5 bilhão. Mais de 60% do valor serão destinados à bandeira Maxxi, de “atacarejo”, e aos supermercados Todo Dia. No primeiro caso, o fundo norte-americano pretende mais do que dobrar o número de pontos de venda – hoje, são 44 em 11 estados. Além de novas lojas, o Advent vai converter alguns hipermercados para o conceito de “atacarejo”, sob a marca Maxxi. Em relação ao Todo Dia, os planos preveem a abertura de pontos de venda ainda mais compactos – as lojas atuais têm, em média, dois mil m2. Além de questões de ordem estratégica, o Advent tem outro forte motivo para privilegiar o Maxxi e o Todo Dia em seu plano de expansão. Pelo acordo firmado o Walmart, o fundo não terá de pagar royalties à matriz referentes às duas redes. Ou seja: as futuras lojas estão livres
do “pedágio”, diferentemente das bandeiras Walmart e Sam ́s Club.

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18.06.18
ED. 5890

A segunda tentativa do Carlyle

O fundo Carlyle, dono de 60% da Tok&Stok, está decidido a realizar o IPO da rede varejista em 2019 – o restante do capital permanece nas mãos do casal Régis e Ghislaine Dubrule. A emissão de ações seria a porta de saída dos norte-americanos do negócio. Cabe lembrar que, quando o assunto é IPO, a experiência recente do Carlyle no Brasil não é das mais favoráveis. O fundo fracassou na tentativa de abrir o capital da RiHappy.

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18.06.18
ED. 5890

Meu dividendo, minha vida

O mercado aposta em uma distribuição recorde de dividendos da MRV em 2018, bem superior aos R$ 155 milhões do ano passado. Do valor, 33% vão para o bolso do acionista fundador, Rubens Menin. Não deixa de ser uma espécie de seguro antecipado. Nunca se sabe o que o próximo presidente da República fará do programa Minha Casa, Minha Vida, responsável por mais de 90% da receita da MRV.

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18.06.18
ED. 5890

A prova de fogo da Sete Brasil

Está entrando água no acordo firmado entre a Sete Brasil e a Petrobras para a construção de quatro sondas. Até o momento, a empresa de equipamentos ainda não conseguiu encontrar um parceiro internacional, especialista em águas profundas, para assumir a operação. Trata-se de uma exigência da estatal para levar o contrato adiante. A encomenda, da ordem de US$ 700 milhões, é fundamental para a sobrevivência da Sete Brasil. Em recuperação judicial, a companhia carrega um passivo de aproximadamente R$ 18 bilhões. Em tempo: a Sete Brasil ainda tem de conviver com o fantasma do possível acordo de delação de Antonio Palocci. Consta que, em seus depoimentos, o ex-ministro relatou um esquema de propinas montado na criação da empresa, em 2010.

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18.06.18
ED. 5890

A crise e os equilibristas

A crise econômica tem eclipsado o Cirque du Soleil no Brasil. Em 2019, pela segunda temporada seguida, a IMM, leia-se o fundo Mubadala, deverá restringir a turnê do espetáculo a São Paulo e Rio. As vendas da mais recente apresentação da trupe no país ficaram abaixo da expectativa.

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18.06.18
ED. 5890

Rechaçados

Os movimentos feitos pelo empresário Josué Gomes da Silva (PR) para se aproximar do DEM têm sido rechaçados por Rodrigo Maia.

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18.06.18
ED. 5890

Datena Urgente

A candidatura de José Luiz Datena ao Senado começa a quebrar a casca do ovo. O apresentador se reúne hoje com a cúpula do DEM para discutir o assunto. Seu nome desperta também a simpatia de outros partidos. O tucano Geraldo Alckmin já declarou apoio a
Datena, de olho na chance de surfar na sua popularidade.

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18.06.18
ED. 5890

Revival

O investidor Aleksandar Mandic, um dos pioneiros da internet no Brasil, está de volta ao game. Tem comprado uma sucessão de startups, notadamente empresas de armazenamento nas nuvens.

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18.06.18
ED. 5890

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou nãocomentaram o assunto: IMM, Sete Brasil, Walmart e Carlyle.

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