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Planos
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13.06.18
ED. 5887

Outubro é candidato a “mês da virada” da intervenção militar no Rio de Janeiro

O general Braga Netto está convicto de que antes de dezembro, prazo previsto para o término da intervenção militar no Rio de Janeiro, o estado será entregue com avanços expressivos na repressão ao crime e à violência. Os relatórios da evolução do cenário têm sido apresentados ao Alto Comando do Exército com forte acento de otimismo. A dinâmica das operações é perversa para os militares. No início da intervenção, ocorreu, inclusive, um aumento dos índices de violência.

Diga-se de passagem, as estatísticas permanecem altas. É a fase do teste, quando os criminosos desafiam a “avis rara” na floresta. O processo vai se desenrolando através das ações de apoio, vigilância, ocupação de pontos estratégicos e, especialmente, “Inteligência mais Inteligência mais Inteligência”. Braga Netto tem certeza de que esse momento está chegando, quando os meliantes serão mapeados de tal forma que o planejamento das operações se desenrolará com a apurada precisão dos focos de ataque. A segurança sobre os caminhos do crime e os becos e vielas onde se malocam os marginais e a definição rigorosa dos pontos focais terão no tempo um importante efeito de dissuasão. A violência cairia lentamente até esta redução se fazer claramente percebida.

Nessa área não cabem previsões. Mas o mês de outubro, o mesmo das eleições, seria uma boa aposta para a virada da percepção. A cúpula das Forças Armadas não planeja com outro cenário. Esse resultado, além da missão institucional cumprida, fortalece a imagem dos militares junto à opinião pública nacional. O comandante do Exército, general Villas Bôas, tem revelado que a credibilidade das Forças Armadas em relação aos demais estamentos se tornou uma variável importante. Ele vem repetindo essa preocupação nas entrelinhas das suas demonstrações de orgulho diante do elevado prestígio que os militares têm junto à opinião pública.

Hoje, o general Braga Netto vai à Associação Comercial do Rio falar para os empresários. Boa parte do que foi escrito aqui será dito lá. Estará frente a um público ansioso por bater palmas ou estampar sorrisos na face, pois o evento é capitaneado pelo ex-presidente da ACRJ, Paulo Protasio, que, na primeira hora da intervenção, articulou um grupo de apoio constituído das principais entidades empresariais. As vivandeiras da ação militar no Rio bem que tentaram, mas não obtiveram animação recíproca. Os militares estão mais cascudos em relação a afagos. E o general Braga Netto, neste momento crucial dos trabalhos, não está nem aí para aplausos.

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13.06.18
ED. 5887

Visto de saída

A gestora norte-americana KKR, que administra mais de US$ 150 bilhões em todo o mundo, estaria encerrando as suas operações no Brasil. Não suportou esperar sequer pelo desenrolar da candidatura de Henrique Meirelles, seu ex-conselheiro sênior.

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13.06.18
ED. 5887

O partido dos Gomes

Carlos Lupi, presidente do PDT, tem sofrido um eclipse na campanha de Ciro Gomes. Praticamente toda a articulação política de Ciro tem sido monopolizada por seu irmão, Cid Gomes. Isso inclui a formação de alianças estaduais, que sempre foi um terreno cativo de Lupi.

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13.06.18
ED. 5887

Jogo de cena

O DEM tem feito uma curiosa coreografia com o Palácio do Planalto. À luz do dia, Rodrigo Maia se distancia de Michel Temer e de seu entorno; quando a noite cai, o deputado Heráclito Fortes (DEM-PI) chega e reconstrói as pontes, com a ajuda de Romero Jucá e Eliseu Padilha.

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13.06.18
ED. 5887

Grupo Ultra tem um remédio para a Big Ben

O Grupo Ultra garimpa as raspas e restos do que já foi um dos maiores conglomerados de varejo farmacêutico do país, a BR Pharma – em recuperação judicial. O alvo principal é a bandeira Big Ben, uma das últimas sobreviventes do esfarelamento da holding criada pelo BTG e vendida, no ano passado, ao empresário Paulo Remy. O Ultra estuda uma posologia que lhe permita ficar com a marca Big
Ben e as poucas lojas que restaram, sem assumir as dívidas referentes à empresa – o passivo total da BR Pharma é de R$ 1,2 bilhão. No auge da operação, ainda sob controle do BTG, a bandeira chegou a ter mais de 200 drogarias no Norte e Nordeste. Hoje, sobram cerca de 30 farmácias. Na avaliação da Extrafarma, o braço do Ultra para o varejo farmacêutico, a Big Ben ainda é uma marca com razoável recall, capaz de sustentar um plano de expansão nas duas regiões.

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13.06.18
ED. 5887

Maremoto chinês

A China Merchants Port Holdings, que já desembolsou quase R$ 3 bilhões na compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá, navega na direção de Pernambuco. Os chineses costuram com o governo do estado um pacote de investimentos no Porto de Suape.

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13.06.18
ED. 5887

Circuit breaker

Ontem circulou nas mesas do mercado a informação de que a Via Varejo está preparando uma oferta de recompra de ações, na tentativa de estancar a queda do papel. Em menos de dois meses, a companhia perdeu cerca de 35% do seu valor em bolsa. Na quarta-feira da semana passada, a cotação chegou a cair 12% em determinado momento do pregão.

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13.06.18
ED. 5887

As calorias de Carlos Wizard

O empresário Carlos Wizard está faminto. Responsável por trazer a rede de restaurantes Taco Bell para o Brasil, faz planos de abrir 30 lojas nos próximos 12 meses. Wizard é dono também das redes Pizza Hut e KFC no país.

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13.06.18
ED. 5887

Estradas vazias

O governo tem procurado grandes concessionárias de rodovias, como CCR e Ecorodovias, para testar o apetite do mercado por um modelo diferente de licitação. Não haveria preço de outorga nos leilões e nem exigência de investimentos; as empresas teriam de fazer apenas a conservação dos trechos. Como tudo que diz respeito ao governo Temer, a generosa proposta não tem tido popularidade entre os investidores.

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13.06.18
ED. 5887

Mordaça tucana

Geraldo Alckmin decretou a “lei do silêncio” entre seus assessores. A decisão tem endereço certo: o cientista político Luiz Felipe D’Ávila, coordenador geral da campanha e amigo pessoal do ex-governador. Alckmin considera que D ́Ávila tem buscado holofotes para si em demasia.

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13.06.18
ED. 5887

Insinuação

A estranha consultoria Empiricus insinua, ontem, no título do seu post no Facebook que é possível um dólar a R$ 8,00. Pode? Pode. Tá tudo liberado.

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13.06.18
ED. 5887

Troca de afagos

Aos poucos, PT e PSB vão construindo a narrativa de uma possível aliança. O RR apurou que Fernando Haddad telefonou ontem ao presidente do PSB, Carlos Siqueira, para agradecer aos elogios que recebeu em entrevista ao Estadão. Siqueira disse ao jornal que Lula não será candidato, e Haddad é o melhor nome do PT para disputar a presidência.

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13.06.18
ED. 5887

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: KKR, Ultra, BR Pharma e China Merchants.

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