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Planos
11.06.18
ED. 5885

Risco de ataque ao real deixa BC em estado de alerta máximo

O Banco Central não diz e nem vai dizer, mas está preocupadíssimo com a possibilidade de um ataque especulativo ao real. Os principais motivos, igualmente inconfessáveis, são o avançar da campanha eleitoral – na qual os candidatos vão apresentando seus programas de governo, que simplesmente desmontam a gestão Temer –, e as trapalhadas do atual mandatário e equipe, que perderam o controle das reformas, das medidas microeconômicas e das negociações com as entidades de classe. Existem ainda as externalidades, tais como um inconveniente rebaixamento da nota do Brasil pelas três irmãs – Fitch, S&P e Moody’s –, algum relatório de análise de uma dessas pitonisas do mercado de capitais, e ,um default mais grave desses países que estão com a corda no pescoço.

O BC tem munição pesada, não há dúvida, mas o mundo é um oceano de liquidez. Nunca foi tão perigoso dar brechas para o capital internacional. E o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, está cansado de saber desses perigos. As casas bancárias e o noticiário estão tratando o risco da disparada do dólar como algo corriqueiro, “coisas do câmbio flutuante”. Em ordem de artilharia, Ilan lançaria mão de uma bateria intensa de swaps – a despeito do previsível custo fiscal da medida e das críticas esperadas que a iniciativa vai lhe custar –, elevação dos juros Selic, imposto fiscal nas remessas para o exterior (o presidente do BC já ensaiou a mordida, aumentando a cunha fiscal de 0,38% para 1,1%), e, finalmente, a venda à vista de dólares das reservas internacionais.

Na visão do BC, apesar de o Brasil ter uma batelada de reservas, a última medida é a venda do lastro cambial. Ela sinalizaria uma enorme fragilidade do país. Seria como se uma pessoa vendesse o seguro do carro – ou abrisse mão de parte do seu valor – justamente quando sabe que vai irreversivelmente bater com ele. A compreensão é que a situação está pior porque ela tem de vender hedge na “hora da morte”.

É possível que nada aconteça, que as irrigações com swaps no mercado cambial sejam suficientes, que o câmbio seja só um espirro. Ou não. Para todos os efeitos, é preciso desviar a ideia de que a política monetária do BC está mais voltada para os juros do que para os preços. E que as decisões do Copom priorizarão os perigos de desvalorização da moeda. Seria uma confissão do que o BC não quer confessar sob risco de que o que não é pareça que é e se torne o que não deve ser. A questão é como administrar esse “coeficiente de Pinóquio” na condução das expectativas.

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11.06.18
ED. 5885

Rumo ao Comperj

A PetroChina estaria em conversações com a Petrobras para a compra de uma participação de 30% no Comperj. As cifras giram ao redor de US$ 3 bilhões. A conterrânea China National Petroleum Corporation (CNPC) também tem interesse no negócio.

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11.06.18
ED. 5885

Roteiro desenhado

Com apenas 1% nas pesquisas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) já desenhou o roteiro de sua saída da disputa presidencial. Vai se apresentar como o “fiador” da unidade dos candidatos de centro.

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11.06.18
ED. 5885

Só santo milagreiro

Geraldo Alckmin tem sido aconselhado a recorrer a um marqueteiro internacional na tentativa de dar uma chacoalhada em sua campanha.

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11.06.18
ED. 5885

As fintechs de Lemann

Paulo Lemann, filho de Jorge Paulo Lemann, é o mais novo caçador de fintechs. Por meio da Vectis Partners, que já aportou cerca de US$ 7 milhões na Avenue Securities, pretende montar um colar de ativos, notadamente plataformas digitais de investimento. O passo seguinte seria embalar as empresas em um único pacote e abrir seu capital. Lemann tem a seu lado na empreitada Patrick O ́Grady, ex-presidente da XP Gestão.

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11.06.18
ED. 5885

Vácuo ferroviário

O governo do Mato Grosso pretende leiloar ainda neste ano cinco concessões de aeroportos regionais, todos no interior do estado. Estima-se que a arrecadação beire R$ 1 bilhão. Já existem gestões com potenciais candidatos – um deles seria a CCR. O timing da operação é proposital: as autoridades mato-grossenses querem aproveitar o vácuo deixado pelo governo federal, que dificilmente conseguirá realizar alguma das licitações de aeroportos programadas para este ano.

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11.06.18
ED. 5885

O indesejável Aécio

Dentro do PSDB, Aécio Neves insiste em dizer que disputará a reeleição ao Senado. Fala praticamente para as paredes. Rejeitado mesmo por antigos aliados, tem feito articulações quase solitárias junto aos poucos prefeitos mineiros que ainda o apoiam.

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11.06.18
ED. 5885

Um tempero árabe para BRF e Minerva

O RR apurou que o Saudi Agricultural and Liverstock Investment (Salic), acionista da Minerva Foods, é um dos principais artífices das negociações para a fusão da empresa com a BRF. O Salic, fundo ligado à família real da Arábia Saudita, quer ter uma posição relevante na nova companhia, transformando-a em ponta de lança para futuros investimentos na cadeia da proteína no Brasil. Além da aquisição de novos frigoríficos, o fundo vislumbra a possibilidade de entrar na produção de outras commodities agrícolas, como soja. Procurada, a Salic não se pronunciou. A BRF informou que “não recebeu nenhuma formalização por parte da Minerva ou de qualquer investidor estrangeiro ou nacional a respeito da operação mencionada”. O Minerva, por sua vez, disse que “não realizou qualquer proposta de investimento”, acrescentando que manterá “os acionistas informados acerca do andamento de qualquer assunto de interesse do mercado.” Para bom entendedor…

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11.06.18
ED. 5885

Janaina perde altitude

Cotada, inicialmente, para ser candidata vice na chapa de Jair Bolsonaro ou concorrer ao governo paulista, Janaina Paschoal deverá ter uma missão mais modesta dentro do PSL. O mais provável é que a “musa” da direita no impeachment de Dilma Rousseff dispute uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

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11.06.18
ED. 5885

Os caminhoneiros agradecem

As ferrovias deverão receber neste ano algo em torno de 5% dos investimentos públicos na área de transportes, menos até do que já raquíticos 6,5% de 2017. Os caminhoneiros agradecem.

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11.06.18
ED. 5885

Dobradinha

O DEM está muito perto de fechar seu apoio à candidatura de João Doria ao governo de São Paulo. A moeda de troca é a indicação do deputado federal Rodrigo Garcia para ser o vice da chapa.

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11.06.18
ED. 5885

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Vinci Partners e Vectis.

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