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Planos
05.06.18
ED. 5881

Caminhoneiros atropelam GSI e aceleram aumento do efetivo da Abin

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) não passou na prova da greve dos caminhoneiros, ainda que não necessariamente apenas por sua culpa. A incapacidade de antecipar um movimento de tamanha magnitude expôs as fragilidades da agência e acentuou sua enorme demanda reprimida pelo aumento do quadro de funcionários, insuficiente para fazer frente às suas responsabilidades e atribuições. Segundo fonte da própria Abin e colaboradora do RR, a agência trabalha atualmente com um déficit de pessoal estimado em aproximadamente 1,5 mil agentes.

Por hierarquia, a percepção da opinião pública de que a área de Inteligência do governo não cumpriu seu dever, independentemente dos motivos, vai para a conta do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Não por acaso, o ministro-chefe do GSI, general Sergio  Etchegoyen, tem se empenhado pessoalmente para aumentar o efetivo da Abin, acelerando a contratação dos candidatos que passaram no recente concurso para o órgão. A intenção do ministro é que ao menos 60 dos 300 aprovados sejam admitidos ainda neste ano. Outras 120 vagas seriam preenchidas no prazo máximo de 12 meses.

Está longe de ser o ideal, tanto nos números, quanto nos prazos, mas é o possível diante dos trâmites que precisam ser percorridos. Todos os aprovados ainda terão de passar por exames médicos e físicos, além do curso preparatório, que dura de três a quatro meses. Procurado pelo RR, o GSI não se pronunciou até o fechamento desta edição. O maior receio do GSI é que o próximo governo, tamanho o número de prioridades que o aguarda, sente sobre a questão e não autorize todas as contratações previstas para a Abin. O risco seria o fechamento da porta que se abriu com o recente concurso, válido somente por dois anos, ou seja, até maio de 2020. O temor é mais do que justificado diante do processo de esvaziamento dos serviços de Inteligência ao longo de sucessivos governos.

Criada em 1999, no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, a Abin é o órgão central, o músculo que bombeia o sangue para todo o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), que reúne as áreas de inteligência militares, das Polícias Federal e Rodoviária Federal, Banco Central, Ministério da Fazenda, Relações Exteriores e várias outras esferas de governo. No total, são 38 órgãos de 16 ministérios. No entanto, esse coração tem batido em ritmo cada vez mais fraco desde o governo Lula, quando teve início um gradativo processo de esvaziamento da Agência, acentuado durante a gestão de Dilma Rousseff.

Em 2015, no primeiro ano de seu segundo mandato, o desmonte do serviço de Inteligência teve o seu momento mais agudo, com a desativação do próprio GSI, reaberto pelo presidente Michel Temer. Não obstante a medida e os sucessivos gestos de aproximação das Forças Armadas feito pelo governo Temer, incluindo a própria nomeação do general Etche goyen para o comando do GSI e o aumento do orçamento militar, a Abin continuou recebendo menos do que o necessário. A manifestação dos caminhoneiros escancarou as limitações operacionais da Agência devido às restrições financeiras.

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05.06.18
ED. 5881

O diagnóstico do “Comandante” Dirceu

Dois dias antes de se entregar a Polícia Federal, mais precisamente em 16 de maio, em conversa reservada com velhos companheiros do PT, José Dirceu disparou pesadas críticas contra a defesa de Lula. Nas palavras de Dirceu, os advogados insistem em desconectar o ex-presidente da realidade. El Comandante disse que os consultores jurídicos de Lula têm se portado como médicos que tratam um paciente em estado grave e “vendem otimismo para não deixá-lo entrar em desespero”. Questionou, sobretudo, a insistência dos advogados em apostar as fichas em uma decisão favorável do STF. O que Dirceu não deixou claro é se ele acredita mesmo que o “paciente” em questão, matreiro como ele só, tem se deixado levar pelas palavras de esperança dos seus doutores.

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05.06.18
ED. 5881

Circuito fechado

O RR apurou que o Conselho de Administração da Cemig deverá se reunir na próxima semana para avaliar – e provavelmente aprovar – a oferta feita pela Taesa para a compra de 51% da empresa de transmissão Centroeste. Em parte, é como se a estatal estivesse tirando de uma mão para colocar na outra. A própria Cemig é uma das principais acionistas da Taesa.

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05.06.18
ED. 5881

Fundo soberano do Kuwait chega com apetite

O Kuwait Investment Authority (KIA) está à caça de ativos na cadeia da proteína no Brasil. Frango, soja, milho… Cabe de tudo um pouco no cardápio do fundo soberano, que administra mais de meio trilhão de dólares

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05.06.18
ED. 5881

A tropa de Meirelles

Henrique Meirelles, o mais abastado dos candidatos à Presidência, não para de reforçar sua equipe de campanha. O novo contratado é o jornalista Luiz Fernando Rilla, ex-editor executivo do Estadão e ex-assessor de José Dirceu

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05.06.18
ED. 5881

Alckmin com licença para matar

Geraldo Alckmin vai usar a prerrogativa, prevista no estatuto do PSDB, de impor alianças estaduais com outros partidos e implodir candidaturas de tucanos com reduzidas chances eleitorais – ou apoiadas por desafetos, como o prefeito de Manaus, Arthur Virgilio. Trata-se de um presente deixado por Aécio Neves. Em 2014, quando presidia o PSDB com mãos de ferro, o senador mineiro criou uma resolução dando plenos poderes à Executiva Nacional para deliberar sobre candidatos e alianças nos estados. Por “Executiva Nacional” entenda-se o presidente do PSDB, cargo hoje ocupado por Alckmin.

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05.06.18
ED. 5881

“Sucessão” na CSN

Na CSN já se discute o nome do possível “substituto” de Benjamin Steinbruch caso ele se licencie da presidência da siderúrgica para disputar as eleições. O diretor executivo Luis Fernando Martinez, que comanda as áreas comercial e de logística da companhia, é o mais cotado para a posição de títere.

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05.06.18
ED. 5881

Espalhando

Aécio Neves tem espalhado aos quatro ventos que pesquisa recém-chegada ao PSDB o coloca em segundo lugar na disputa ao Senado por Minas Gerais. Só não diz que o primeiro posto é de Dilma Rousseff. De novo.

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05.06.18
ED. 5881

Anúncio de gaveta

Parece até que Michel Temer ainda é candidato. A comunicação do Palácio do Planalto, à frente o marqueteiro Elsinho Mouco, já tem engatilhada uma campanha para alardear o sucesso do leilão de blocos do pré-sal programado para a próxima quinta-feira. Tão logo a licitação da ANP seja concluída, começará o bombardeio nas redes sociais

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05.06.18
ED. 5881

Acelera, Doria!

Bruno Covas vai fazer o possível e o impossível para privatizar ao menos o Autódromo de Interlagos ainda neste ano. Simbolicamente, vale como uma força à candidatura de João Doria, pai da ideia, ao governo de São Paulo.

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05.06.18
ED. 5881

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CSN, Cemig e Taesa.

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