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Planos
24.05.18
ED. 5874

Aliados de aço

A passagem de Ciro Gomes pela CSN poderá ter um peso importante na montagem de seu eventual governo. Além da hipótese do próprio Benjamin Steinbruch ser o vice de Ciro em uma aliança com o PP, outro nome ligado à empresa e recorrentemente citado na campanha do pedetista é o do atual presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli. O executivo é visto como um forte candidato a integrar a equipe econômica de Ciro em caso de vitória na eleição. Ambos foram contemporâneos na CSN – Ciro como presidente da Trans-nordestina e Caffarelli na diretoria de RI da siderúrgica. Por sinal, coincidência das coincidências, entraram juntos, em março de 2015, e saíram juntos, em maio de 2016.

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24.05.18
ED. 5874

Bertin se arrasta entre venda de ativos, contenciosos e Lava Jato

Com uma dívida de R$ 8 bilhões, o Grupo Heber, holding da família Bertin, está sendo esquartejado e colocado em pedaços sobre o balcão. O clã tenta se desfazer da SPMar, concessionária dos trechos Sul e Leste do Rodoanel de São Paulo. Segundo o RR apurou, as negociações para a transferência do controle aos credores teriam esfriado, por conta de divergências com o maior deles, a Caixa Econômica, à qual a companhia deve mais de R$ 3 bilhões.

A concessionária paulista teria sido oferecida à CCR e à Ecorodovias. Os Bertin buscam também um comprador para a sua participação na Rodovias do Tietê, que, ao contrário da SPMar, não está incluída na recuperação judicial. Mas poderia: a concessionária carrega um passivo de R$ 1,5 bilhão e já sinalizou aos credores a dificuldade de honrar débitos de curto prazo. O pano de fundo dessa desconstrução mistura disputas consanguíneas e Lava Jato.

Os irmãos Fernando e Reinaldo Bertin estariam travando um duelo pelo comando das raspas e restos do grupo. O primeiro foi apeado da presidência do Conselho há cerca de quatro anos e agora tenta retomar o espaço que perdeu e dar as cartas no processo de recuperação judicial do Grupo Heber. Reinaldo foi o responsável por desmontar a megalômana pirâmide de empresas
que o irmão ergueu.

Fernando teria o apoio de dois dos três irmãos, mas enfrenta resistência na segunda geração da família, que o responsabiliza pelo malfadado processo de diversificação do grupo, que torrou bilhões de reais do patrimônio dos Bertin no setor de energia e ajudou a empurrar o sobrenome para as páginas policiais. O doleiro Lucio Funaro acusa o grupo de ter pago propina a Michel Temer e Moreira Franco. A família é suspeita também de ter contribuído para a reforma do célebre sítio de Atibaia, cuja propriedade é atribuída ao ex-presidente Lula.

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24.05.18
ED. 5874

Casa da propina

A Operação Calicute está desvendando um novo veio de malfeitorias de Sérgio Cabral. O delator Carlos Miranda, antigo assessor de Cabral, teria revelado um esquema de corrupção na construção de casas populares. Consultado, o Ministério Público Federal diz que “não comenta possíveis fatos e nomes levantados em investigações em curso.”

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24.05.18
ED. 5874

E agora, José?

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou que somente permaneceria na estatal se não houvesse intervenção na política de preços dos combustíveis. E agora, Pedro?

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24.05.18
ED. 5874

Artilharia anti-Doria

Há uma articulação conduzida por Geraldo Alckmin para que Celso Russomanno seja o vice na chapa de Marcio França. Russomanno carrega um caminhão de votos.

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24.05.18
ED. 5874

Profissão ministro

Parafraseando Rousseau, o homem é produto do cargo. Considerado um quadro essencialmente técnico, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, tem se notabilizado por cumprir um número crescente de missões de caráter político a pedido do próprio presidente Michel Temer. Na quarta-feira da semana passada, fez uma “visita de cortesia” a Tasso Jereissati, que assumiu um papel central na campanha de Geraldo Alckmin. Ainda na última semana, teve uma conversa com o ex-chefe Henrique Meirelles, às vésperas do ex-ministro ser oficializado como pré-candidato do MDB à Presidência. Segundo a fonte do RR, falaram sobre economia (pouco) e eleições (muito).

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24.05.18
ED. 5874

Hipolabor à venda

O empresário Ildeu de Oliveira Magalhães reabriu as negociações para a venda do laboratório farmacêutico Hipolabor. No ano passado, Magalhães colocou a companhia sobre o balcão ao valor de aproximadamente R$ 1 bilhão. A pedida agora seria um pouco mais modesta: em torno dos R$ 800 milhões. O Aché, das famílias Syaulis, Baptista e Depieri, é um forte candidato. Há conversas também com um fundo norte-americano. Magalhães carrega alguns fatos controversos em sua trajetória empresarial. Em 2011, foi acusado de fraude em licitações, sonegação fiscal e adulteração de medicamentos. Acabou absolvido no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

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24.05.18
ED. 5874

Alckmin transforma seu programa em minissérie

Geraldo Alckmin tem usado e abusado da estratégia de picotar seu programa de governo para garantir presença quase diária no noticiário. Na semana passada, apresentou a equipe econômica. Hoje, divulgará seus planos para a área de educação, sob a coordenação do senador Cristovam Buarque e da ex-secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Castro – nome antecipado pelo RR na edição de ontem. Na próxima terça-feira, será a vez de Alckmin mostrar suas cartas para a segurança pública.

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24.05.18
ED. 5874

O mascote de Flavio Rocha

O MBL mergulhou na candidatura de Flavio Rocha à Presidência. Renan Santos, um dos coordenadores do Movimento, vem participando de reuniões de campanha e dando pitacos na elaboração do programa de governo. Renan tem, inclusive, viajado para cima e para baixo no jatinho do empresário, enquanto a candidatura de Rocha não vai definitivamente para o hangar.

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24.05.18
ED. 5874

A AES já ganhou

Independentemente do capítulo final, a novela da venda da Eletropaulo já encheu o caixa da AES. Desde janeiro, o valor da participação dos norte-americanos saltou de R$ 450 milhões para quase R$ 1 bilhão. A cifra, ressalte-se, não contabiliza o ágio oferecido por Enel e Neoenergia, principais concorrentes à compra da Eletropaulo, que hoje deverão apresentar suas ofertas para o leilão na B3.

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24.05.18
ED. 5874

Neymar family

O staff de Neymar analisa uma oferta milionária para a produção de um reality show com a família do craque após a Copa.

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24.05.18
ED. 5874

Segundo tempo

A direção da Caixa Econômica dá como certo que a privatização da Lotex passará obrigatoriamente pelo banco – não obstante o governo ter impedido sua participação no leilão. A aposta é que o novo controlador das loterias terá de fechar um acordo com a CEF para a utilização do seu balcão.

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24.05.18
ED. 5874

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Heber, Hipolabor e Aché.

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