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Planos
22.05.18
ED. 5872

Ciro mira no renascimento da construção pesada

Ciro Gomes pretende incluir em seu programa de campanha um plano para o ressurgimento da indústria nacional da construção pesada. O assunto é conduzido por Roberto Mangabeira Unger, um dos principais estrategistas da candidatura de Ciro à Presidência. O que está em jogo, ressalte-se, não é um waiver coletivo aos delitos do passado, mas, sim, a aceleração dos processos de leniência, com as devidas punições dos malfeitores – executivos e empresários.

Ciro parte do fato de que a retomada do setor depende inexoravelmente da possibilidade de que estas construtoras voltem a prestar serviços ao Estado. Da mesma forma, a medida não significaria o fechamento das portas às empreiteiras internacionais, mas permitir que esta competição se dê em isonomia de condições. A medida teria uma série de desdobramentos positivos, do ponto de vista econômico, social e estratégico.

Ciro quer evitar que a deterioração do setor se torne um fator de desequilíbrio do balanço de pagamentos. As empresas da construção não têm vocação , a não ser com apoio do BNDES. No entanto, os programas do banco para a exportação de serviços de engenharia estão adormecidos. Por fim, a maior razão de todas: o impacto que a recuperação desta indústria teria sobre as taxas de emprego. Nos últimos três anos pós-Lava Jato, o setor perdeu mais de 400 mil vagas.

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22.05.18
ED. 5872

Crônica de um banqueiro entre cumes e vales

Desde que deixou o Banco Pactual, Luiz Cezar Fernandes habituou-se a lidar com intempéries de diversas naturezas. Instalado em seu monumental refúgio, a Fazenda Marambaia, na Região Serrana do Rio, atravessou uma selva inóspita de infortúnios, negócios que não deram certo e grandes dissensos, alguns no nível da belicosidade. Agora, tudo indica que o ex-banqueiro, enfim, tem conseguido aplainar os torturantes caminhos da vida.

E esse processo de assentamento passa justamente pela propriedade no distrito de Corrêas. A saída da Marambaia pode ser a luz de um novo tempo. Luiz Cezar está alinhavando um acordo com o ex-desafeto André Esteves. Da parceria, nascerá um grande projeto de , com o loteamento da fazenda e a posterior construção de empreendimentos residenciais. Luiz Cezar terá 30% do negócio.

O restante ficará nas mãos de fundos ligados ao BTG. O acordo surge como o capítulo da pacificação, um epílogo ou talvez um recomeço na crônica que serpenteia como um réptil invertebrado em sites, jornais e revistas já há alguns meses. Por um tempo, Luiz Cezar Fernandes manteve um relacionamento quase afetivo com o ex-algoz André Esteves, que o afastou do Pactual, do qual foi fundador e controlador. Luiz Cezar esteve perto de ser obrigado a deixar a residência, devido a complicações em uma operação de empréstimo bancário.

A reaproximação com Esteves passa pelo equacionamento do passivo e consequente acerto para que o ex-sócio permanecesse morando lá. Nos últimos meses, espocaram no noticiário informações de que o BTG, associado a uma construtora, estaria utilizando expedientes pouco ortodoxos para inviabilizar as condições de moradia do ex-banqueiro, como poluir a nascente do rio que abastece a propriedade. O objetivo seria forçá-lo a deixar a Marambaia, abrindo caminho para a exploração comercial da área. O próprio Esteves tratou de colocar panos quentes sobre o imbróglio.

Foi à mídia com um discurso conciliador, dizendo que, por ele, Luiz Cezar poderia morar na fazenda o tempo que quisesse. Consultado, o BTG negou qualquer ação ou ato no sentido de tirar seu fundador da Marambaia. A cortesia de Esteves, ressalte-se, não será exercida. Luiz Cezar confirmou ao RR que está deixando a propriedade, onde em breve brotará o novo empreendimento imobiliário. Já procura, inclusive, um apartamento para comprar no Rio de Janeiro.

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22.05.18
ED. 5872

Alckmin acelera o passo na campanha

Depois de muitas e vindas, Geraldo Alckmin formalizou, na semana passada, a contratação do marqueteiro Lula Guimarães. Lula, que havia deixado um bem remunerado trabalho de consultoria para o MDB, especialmente nas redes sociais, vinha assessorando informalmente o candidato tucano desde o ano passado. Nos últimos dias, Alckmin fechou também a contratação do ex-secretário de Comunicação do governo de São Paulo, Carlos Graieb. Estes movimentos devem aplacar as críticas que o candidato vinha recebendo de seus próprios pares no PSDB, pela morosidade em colocar a campanha na rua para valer. Alckmin, por exemplo, foi duramente criticado por cardeais tucanos por ter ficado cinco dias seguidos sem eventos públicos ou contatos com a mídia.

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22.05.18
ED. 5872

Inverno esquenta os resultados da Renner

A súbita queda das temperaturas na Região Sudeste tem trazido um alívio para José Galló, o merecidamente incensado CEO da Lojas Renner. Até o momento, as condições climáticas não vinham ajudando a rede varejista. Segundo o RR apurou, os estoques da coleção de inverno chegaram à segunda quinzena de maio 20% acima do nível estimado para o período. A Renner, inclusive, refez às pressas suas projeções, trabalhando com um cenário de queda das vendas da coleção de inverno de 10% a 15%. Ao contrário do que dizia aquele velho jingle publicitário das Casas Pernambucanas, Galló não vê a hora de deixar o inverno entrar. Procurada, a Renner informou que “não divulga guidance de resultados”.

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22.05.18
ED. 5872

Aviso prévio

O destino do CEO do Walmart no Brasil, Flavio Cotini, está traçado. Prestes a fechar a aquisição da rede varejista, o fundo norte-americano Advent já sinalizou que entrará por uma porta e o executivo sairá por outra.

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22.05.18
ED. 5872

Neoenergia esbarra em um fio desencapado

O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, considerou uma questão de ordem pessoal a entrevista concedida pelo presidente da Neoenergia, Mario Ruiz-Tagle, ao jornal Valor Econômico. Segundo o RR apurou, no gabinete de Moreira o executivo foi tachado de arrogante para baixo. No Ministério, houve também quem classificasse suas declarações de “choro de perdedor”, diante da iminente derrota para a Enel na disputa pelo controle da Eletropaulo. Na entrevista, o executivo criticou explicitamente o avanço de estatais estrangeiras no setor elétrico brasileiro e insinuou, nas entrelinhas, um possível favorecimento a estas empresas, ao dizer que o governo nada tem feito para limitar esse cenário, como “exigir contrapartidas de investimentos”. Quem conhece Moreira sabe que o episódio não vai ficar barato.

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22.05.18
ED. 5872

MMX vende suas terras

Em meio a um turbulento processo de recuperação judicial contestado pelos credores – ver RR edição de 14 de maio –, a MMX tenta arrecadar uns cascalhos com a negociação de ativos não operacionais. A mineradora de Eike Batista colocou à venda um total de 2,5 mil hectares em fazendas em Minas Gerais. Espera arrecadar algo em torno de R$ 40 milhões.

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22.05.18
ED. 5872

Rádio Lava Jato

A Rádio Lava Jato informa: os novos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Renato Duque atingem duramente o ex-tesoureiro do PT João Vaccari.

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22.05.18
ED. 5872

O checkout da GP

A GP estaria preparando sua saída do setor hoteleiro, com a venda da participação na Brazilian Hospitality Group (BHG). A inapetência da gestora em relação ao negócio é antiga: no ano passado, a BHG entregou à Accor a gestão de 26 hotéis.

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22.05.18
ED. 5872

Sempre os chineses

A chinesa Herun, um latifúndio que movimenta mais de US$ 50 bilhões por ano, está desembarcando no Brasil com apetite para a compra de terras e tradings da área de milho e trigo.

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22.05.18
ED. 5872

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX, GP, Advent e Walmart.

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