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Planos
14.05.18
ED. 5866

CCCC lança sua âncora sobre a Enterpa Engenharia

A China Communications Construction Company (CCCC) avança célere em seu projeto de montar um colar de ativos no Brasil, notadamente nas áreas portuária e de construção. Após comprar 80% da Concremat, prepara o bote sobre a Enterpa Engenharia. Trata-se de um cavalo que está passando encilhado na frente do grupo chinês, credor da empresa especializada em obras de dragagem por meio da subsidiária Shangai Dredging Corporation.

A porta de entrada seria a conversão dos seus créditos contra a Enterpa em participação acionária, combinada à aquisição de parte ou mesmo da totalidade das ações pertencentes à família Carvalho Alves. A investida dos chineses envolveria também a EEL Infraestruturas, pertencente aos mesmos controladores, criada a partir de uma cisão de ativos do grupo. Procuradas pelo RR, CCCC e Enterpa não quiseram se manifestar.

O momento de fragilidade da Enterpa joga a favor das intenções da CCCC. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial com uma dívida na casa dos R$ 80 milhões, cifra que dobra quando contabilizados os passivos fiscais. Nos bons tempos, somava faturamento de quase R$ 500 milhões por ano. Hoje, esse número não passa de R$ 150 milhões.

Estima-se que a companhia precise de algo entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões como capital de giro para tocar as obras em carteira. A CCCC enxerga um forte valor estratégico na Enterpa. A empresa tem notória sinergia com os negócios do grupo no setor portuário. Os chineses compraram o projeto do Porto de São Luís e estão prestes a fechar a aquisição do Terminal Graneleiro da Babitonga (TGB), em Santa Catarina. São dois empreendimentos ainda em fase de construção, que exigirão aportes superiores a R$ 2 bilhões, um prato cheio para inflar a carteira de contratos da Enterpa e arrancá-la do lodo da recuperação judicial

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14.05.18
ED. 5866

Regra de ouro, pero no mucho

O ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o seu sucessor, Eduardo Guardia, defendem uma flexibilização dos limites constitucionais da “Regra de Ouro”. Caso ela fosse descumprida, automaticamente alguns cortes de despesas seriam realizados. O exemplo mais agudo são as restrições aos salários dos funcionários públicos. Faltou esclarecer se os rendimentos dos ministros e suas respectivas equipes estão inclusos no sacrifício geral.

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14.05.18
ED. 5866

Temer na TV

O Palácio do Planalto costura, para o mês de junho, uma nova rodada de entrevistas de Michel Temer em programas de perfil popular na TV aberta, no estilo Ratinho. Entre outros pontos, o presidente deverá anunciar novos investimentos no Minha Casa, Minha Vida. Por ora, fica o suspense se Temer fará uma última tentativa de se “vender” ao eleitorado ou se já começárá a levantar a bola para Henrique Meirelles ou Geraldo Alckmin.

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14.05.18
ED. 5866

Em caso de derrota

Com a adesão do Banco do Brasil, da Caixa e de outras instituições financeiras, o processo de arbitragem coletiva contra a Petrobras poderá passar dos R$ 25 bilhões. Esta é a estimativa com a qual a própria estatal trabalha em caso de derrota.

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14.05.18
ED. 5866

Os pedregulhos da MMX

A recuperação judicial da MMX Mineração caminha a passos largos. Só que para trás. Em março, os credores de Eike Batista suspenderam o processo na Justiça. Agora, exigem mudanças fulcrais no plano apresentado pela empresa. Entre outros pontos, contestam o deságio de 95% sobre o passivo de cerca de R$ 500 milhões.

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14.05.18
ED. 5866

O “Riquinho” da campanha eleitoral

Em conversa na semana passada, Flavio Rocha confirmou à direção do PRB que não pretende usar um centavo do fundo partidário e financiará sua campanha à Presidência com “recursos próprios”. O empresário garante que manterá uma estrutura de custos “enxuta” – as estimativas giram entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões. No que diz respeito à capacidade de bancar a própria campanha, ressalte- se, o herdeiro da Riachuelo é quase imbatível. Entre os presidenciáveis, só encontra paralelo no ex-ministro Henrique Meirelles.

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14.05.18
ED. 5866

Remédios em todas as prateleiras

O lobby em doses alopáticas dos laboratórios farmacêuticos e, sobretudo, das redes varejistas surtiu efeito: há uma mobilização no Congresso para acelerar a tramitação do Projeto de Lei 9.482/2018, do deputado Ronaldo Martins (PRB/CE), que libera da venda de medicamentos isentos de prescrição em supermercados. Graças a uma articulação da base aliada, não foram apresentadas emendas ao projeto – o prazo se encerrou na última sexta-feira -, o que permitirá sua votação na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara ainda neste mês. O passo seguinte é o plenário da Casa.

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14.05.18
ED. 5866

O eclipse de Mercadante

O ex-ministro Aloizio Mercadante submergiu entre as próprias hostes petistas. Não tem participado de reuniões do partido, não atendeu ao chamado de Gleisi Hoffmann para visitar o acompanhamento Marisa Letícia, em Curitiba, e mantém distância regulamentar da mídia, recusando-se até mesmo a falar em off com velhos conhecidos da imprensa. Pessoas próximas a Mercadante garantem que a possível delação de Antonio Palocci o tem deixado ainda mais amuado.

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14.05.18
ED. 5866

Caixa Econômica, um banco de interinos

O governo, ao que parece, se esqueceu da Caixa Econômica. Mais de três meses depois do afastamento de executivos do banco citados em investigações do Ministério Público Federal, quatro vice-presidências seguem ocupadas por interinos.

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14.05.18
ED. 5866

O novo rumo da Tarpon

A Tarpon, que embolsou cerca de R$ 4,6 bilhões na venda da Somos Educação, elegeu suas próximas paradas: os setores de tecnologia e saúde. Já tem negócios engatilhados nas duas áreas.

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14.05.18
ED. 5866

Blockbuster tupiniquim

A holandesa Endemol – criadora, entre outros blockbusters, do Big Brother e do Masterchef – trabalha no projeto de um novo reality show no Brasil exclusivo para plataformas de streaming.

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14.05.18
ED. 5866

Esperança

O governo quer colocar o edital da Ferrovia de Integração Oeste- Leste (Fiol) na rua até o fim de junho. Seria o limite do limite para realizar a licitação antes das eleições, em outubro.

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14.05.18
ED. 5866

Blecaute

O alerta está aceso no Ministério de Minas e Energia: as audiências públicas para a venda das seis distribuidoras de energia já terminaram há dois meses e até agora nem sinal de anuência do TCU para os leilões.

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14.05.18
ED. 5866

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX, Tarpon, Endemol e Petrobras.

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