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Planos
11.05.18
ED. 5865

Maggi tenta evitar um abate nas exportações de frango

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, deverá viajar à Arábia Saudita ainda neste mês na tentativa de desarmar uma bomba-relógio que ameaça o agronegócio e a balança comercial. A missão de Maggi é reverter as exigências do governo árabe para a importação de carne de frango do Brasil. A principal imposição é o fim do uso da técnica conhecida como insensibilização elétrica. Maggi seguirá munido de relatórios técnicos para comprovar que o processo não resulta na morte das aves – o que feriria os preceitos da religião muçulmana.

Segundo o RR apurou, as autoridades árabes já sinalizaram que poderão suspender as importações a partir de junho, o que provocaria um enorme baque no setor. A Arábia Saudita é a maior compradora mundial de frango brasileiro, respondendo por 16% dos embarques nacionais, ou algo em torno de US$ 1 bilhão. O Ministério da Agricultura trata o assunto como de alta gravidade. Em março, uma primeira missão liderada pelo secretário executivo da Pasta da Agricultura, Eumar Novacki, com a presença de representantes da indústria, foi a Riad negociar com autoridades árabes a flexibilização das exigências.

No entanto, não houve acordo. Há um temor no governo de que a interrupção dos embarques para Arábia Saudita gere uma onda de demissões nos frigoríficos brasileiros. A situação se torna ainda mais delicada devido ao embargo da União Europeia a 20 frigoríficos brasileiros. Esta conjunção de fatores tem provocado um perverso efeito dominó sobre a cadeia de produção. Só em abril o preço da carne de frango caiu 8%. A cotação do milho recuou 2,3%. Os frigoríficos, por sua vez, pisam no freio.

A BRF, por exemplo, vai reduzir seus abates de frango em mais de um milhão de toneladas ao longo de maio. Três unidades da companhia entrarão em férias coletivas. Outros grandes grupos, como a Aurora, vão pelo mesmo caminho. Entre as empresas de menor porte, como não poderia deixar de ser, a situação é ainda mais delicada. Frigoríficos do Sul já acenam com demissões a partir de junho.

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11.05.18
ED. 5865

Descarga elétrica

A Shanghai Eletric Power e o Clai Fund, fundo chinês para a América Latina, estão embalando um pacote de investimentos para o setor de transmissão no Brasil da ordem de US$ 3 bilhões. Uma parcela dos recursos será destinada a projetos em parceria com a Eletrosul.

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11.05.18
ED. 5865

Menina dos olhos de ouro

Jorge Gerdau é um dos empresários mais próximos de Geraldo Alckmin. Tem municiado o tucano com propostas para a indústria e, sobretudo, a gestão pública, sua menina dos olhos de ouro.

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11.05.18
ED. 5865

A força de Neymar

Apesar de todos os pesares, a CBF deverá bater seu recorde de receitas com patrocínios em 2018. A estimativa gira em torno dos R$ 500 milhões. A cifra é 20% superior à de 2017 ou 40% acima do arrecadado com publicidade em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil.

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11.05.18
ED. 5865

MDB roda sem direção

Enquanto o próprio Michel Temer não se define, sua távola redonda se divide em relação à disputa presidencial. Moreira Franco defende que o MDB tenha candidato próprio ao Palácio do Planalto, seja ele o próprio Temer ou Henrique Meirelles. Do outro lado, o ministro Eliseu Padilha e o presidente do partido, Romero Jucá, pendem cada vez mais para a aliança com Geraldo Alckmin. Ambos pregam que a sigla deve aproveitar os recursos do fundo partidário para eleger o maior número de governadores, em vez de apostar em uma candidatura à Presidência com chances remotas de vitória. Jucá, por sinal, já negocia alianças nos estados, garantindo que o MDB não lançará um nome para a corrida presidencial.

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11.05.18
ED. 5865

Americanas encolhe para crescer

As mega lojas vão perder espaço no plano de expansão da Americanas. Segundo o RR apurou, das mais de 200 inaugurações previstas para este ano, cerca de 70% serão de pontos de venda no conceito Express, que têm um custo operacional, em média, 30% inferior. No ano passado, a proporção de lojas novas foi praticamente de 50% a 50%. Se bem que, independentemente dos custos e do tamanho tanto um modelo quanto o outro têm peso cada vez menor nos resultados da Americanas. Projeções da própria empresa indicam que, até 2019, o faturamento da operação de e-commerce vai superar as vendas das lojas físicas pela primeira vez na história.

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11.05.18
ED. 5865

“Bancada da Dolly”

As investigações da Polícia Federal contra o dono da Dolly Refrigerantes, Laerte Codonho, preso ontem, em São Paulo, vão além das graves acusações de fraude fiscal – informação antecipada pelo RR na edição de 1 de novembro de 2017. A PF apura também a denúncia de que a empresa teria feito doações ilegais de campanha para um grupo de parlamentares. O maior beneficiado seria um notório deputado federal que disputou – e perdeu – as eleições municipais de 2014. Consultada, a companhia informou que “A prisão temporária de Laerte Codonho, detentor da marca Dolly, é injusta. Laerte Codonho sempre colaborou com as autoridades e tem certeza que provará sua inocência.” A Polícia Federal não se manifestou.

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11.05.18
ED. 5865

Voo fantasma

Na Anac, o interesse da Almaty, do Cazaquistão, pela concessão do aeroporto de Viracopos, soprado aos quatro ventos por UTC e Triunfo, é tratado com descrédito. Até agora, nem sinal de uma proposta dos cazaques pela holding Aeroportos do Brasil, que entrou com pedido de recuperação judicial.

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11.05.18
ED. 5865

IPO a caminho

O Grupo Almeida Junior, dono de seis shopping centers, deverá lançar seu IPO até a primeira semana de junho. As projeções indicam um potencial de captação acima de R$ 1 bilhão.

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11.05.18
ED. 5865

Emirados

A Dubai World Ports, que assumiu o controle da Embraport, busca também uma saída logística pelo Nordeste. Está em negociações com o governo do Maranhão para investir no Porto de Itaqui.

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11.05.18
ED. 5865

Movimento curioso

Luiz Flávio Borges D’Urso está cotado para assumir a Secretaria de Justiça de São Paulo. Trata-se de um movimento curioso do governador Marcio França. O criminalista é ligado a João Doria, adversário de França nas eleições de outubro.

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11.05.18
ED. 5865

Benevides em dose dupla

Mauro Benevides Filho, um dos responsáveis pelo programa econômico de Ciro Gomes, terá um duplo chapéu nas eleições. A pedido do próprio Ciro, vai concorrer à Câmara dos Deputados. O PDT quer aproveitar o potencial do economista como puxador de votos no Ceará. Em 2014, ele ficou em segundo lugar na disputa para o Senado. Com 1,5 milhão de votos, foi superado apenas por Tasso Jereissati.

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11.05.18
ED. 5865

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Shangai Electric, Lojas Americanas e Almeida Junior.

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