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Planos
10.05.18
ED. 5864

Casa Civil desata um emaranhado de trilhos enroscados nas PPIs

O governo elegeu um dos “culpados” pela letargia na execução das PPIs, notadamente na área de infraestrutura ferroviária: o emaranhado de autarquias, órgãos reguladores, agentes de fiscalização, grupos técnicos e operadores do setor que se sobrepõem e se atropelam no aparelho de Estado. Começa a ganhar corpo no Palácio do Planalto a proposta de fusão da Valec com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL). A nova estatal incorporaria ainda algumas das atribuições hoje pertencentes ao DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, seria o artífice e principal defensor da proposta. A nova estatal passaria a ser a única responsável por estudos técnicos na área de infraestrutura de transportes e pela condução das licitações no setor, em conjunto com a ANTT. Assumiria também a carteira de ferrovias e projetos pendurados na Valec. Entre eles, figuram a Norte-Sul e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), duas das concessões incluída nas PPIs, além da problemática Transnordestina.

Além da tentativa de agilizar as licitações, o amálgama da Valec, EPL e de parte do DNIT seria uma forma também de contornar o cobertor curto do Orçamento e mitigar o impacto da falta de recursos para a infraestrutura de transportes. Os investimentos públicos no setor em 2018 devem ser 20% inferiores aos do ano passado. O orçamento do DNIT recebeu uma navalhada de 25%. Há uma dose de diversionismo na proposta de fusão das estatais. O governo tenta criar um fato positivo diante da dificuldade de equacionar outras variáveis de maior peso que afetam o andamento das PPIs: a instabilidade política e institucional do país, insegurança jurídica, empecilhos de ordem regulatória, a demora na obtenção de licenças ambientais, questionamentos em relação à viabilidade econômico-financeira dos projetos etc. Ainda assim, o Planalto ao menos atenderia a um pleito dos investidores, que se queixam da miríade de órgãos e agentes públicos com os quais são obrigados a lidar.

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10.05.18
ED. 5864

As fintechs do Votorantim

A liquidação do Banco Neon é um limão que vai virar limonada nas mãos dos Ermírio de Moraes e do Banco do Brasil, seu sócio. O Banco Votorantim não só fechou a compra da Neon Pagamentos como pretende fazer um aporte de cerca de R$ 40 milhões no negócio. A ideia é transformar a empresa em ponta de lança para a aquisição de outras fi ntechs.

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10.05.18
ED. 5864

Longe na teoria

Guilherme Campos, ao que parece, deixou a presidência dos Correios na teoria, mas não na prática. Aliado do ministro Gilberto Kassab, segue “despachando” com os diretores da estatal e até com seu substituto, Carlos Roberto Fortner.

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10.05.18
ED. 5864

Um porto atrás do outro

Além do aporte de R$ 2 bilhões no Porto de São Luís (MA), a chinesa CCCC conversa com o governo de Pernambuco para investir cerca de R$ 1 bilhão em um terminal de contêineres em Suape.

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10.05.18
ED. 5864

Aumento de capital racha a Kepler Weber

A Assembleia Geral Extraordinária da Kepler Weber marcada para hoje será realizada sob um clima de tensão. Um grupo de acionistas – entre os quais o Banco Clássico, de Juca Abdalla – contesta o novo estatuto proposto pela administração. O ponto de fricção é o possível aumento do capital social da Kepler Weber, que tem como principais acionistas Previ e Banco do Brasil. O valor poderá chegar a R$ 1,8 bilhão, mais de sete vezes o atual (R$ 234 milhões).

Para os minoritários, a direção da companhia, presidida por Anastácio Fernandes Filho, estaria preparando o terreno para uma chamada de capital com o objetivo de diluir a participação dos atuais acionistas e permitir que um novo investidor assumisse uma posição majoritária. Desde já um dos investidores que possivelmente não acompanharia o aumento de capital é Fernando Heller Brochado, dono de 13% da empresa. O BC declarou seus bens indisponíveis após a liquidação da TOV Corretora. E Previ e BB? Atenderão à possível chamada ou terão suas participações diluídas? Consultados, ambos não se pronunciaram.

A Kepler Weber e o Banco Clássico também não se manifestaram. A história recente da Kepler Weber tem sido marcada por guinadas bruscas e suspeitas operações no mercado. No fim do ano passado, a AGCO, um dos maiores fabricantes de máquinas agrícolas do mundo, fez uma oferta pelos 34% da companhia pertencentes à Previ e ao BB – que seria estendida aos demais acionistas. A CVM, no entanto, questionou a operação e os norte-americanos desistiram do negócio. Pouco depois, a partir do mês de novembro, fundos de investimentos passaram a realizar negociações cruzadas com as ações da Kepler Weber em bolsa, o que fez o preço do papel desabar – ver RR edição de 21 de março. De lá para cá, a ação caiu de R$ 21 para R$ 11. Parece o cenário propício para o bote de um forasteiro.

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10.05.18
ED. 5864

Doria & Rocha

João Doria tem costurado sua estratégia de campanha para o governo de São Paulo em sintonia com o amigo Flavio Rocha, pré candidato do PRB à Presidência. Ambos dão pitaco um no programa do outro e já articulam uma agenda de eventos conjuntos no interior de São Paulo. Geraldo Alckmin é apenas um detalhe para Doria.

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10.05.18
ED. 5864

PSB gastou por conta

O presidente do PSB, Carlos Siqueira, estava convicto de que Joaquim Barbosa disputaria a eleição à Presidência. Tanto que, na última sexta-feira, chegou a autorizar a contratação de três jornalistas para a campanha. Dias antes, já havia convocado a economista Tania Bacelar para rascunhar o programa de Barbosa. Tudo em vão.

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10.05.18
ED. 5864

Mutirão da fé

O ex-ministro da Indústria, Marcos Pereira, ligado à Igreja Universal, e líderes da bancada evangélica estariam intercedendo junto ao governo para que o Banco Central autorize a transferência do controle do Banco Renner para Edir Macedo. O fundador da Universal tem hoje 49% da instituição.

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10.05.18
ED. 5864

Página (quase) virada

A Suzano tem até o fim de junho para decidir se exerce ou não a opção de compra das florestas da Duratex no interior de São Paulo, negócio estimado em R$ 1 bilhão. Por conta da fusão com a Fibria, o mais provável é que não.

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10.05.18
ED. 5864

Preparação

O BNDES estaria se preparando para deixar o capital da Marfrig. A operação se daria por meio de um leilão em bolsa.

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10.05.18
ED. 5864

Chiaroscuro

A desistência de Bernardinho em disputar o governo do Rio trouxe alívio a João Paulo Diniz e Luiz Urquiza, sócios da Body Tech. Ambos temiam pela saída do treinador da sociedade. Bernardinho é hoje a grande reserva reputacional da Body Tech, em contraponto ao encalacrado Alexandre Accioly, investigado pela Lava Jato.

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10.05.18
ED. 5864

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Banco Votorantim, BNDES, Marfrig e Suzano.

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