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Planos
11.04.18
ED. 5844

“Bancada do crime” mobiliza STF, GSI e Justiça Eleitoral

A proximidade do pleito de outubro mobiliza o Supremo Tribunal Federal (STF), a Justiça Eleitoral e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em torno de uma questão da maior gravidade: a participação do crime organizado nas eleições. O STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não se pronunciam publicamente sobre o assunto. Mas, segundo informações apuradas por Insight Prospectiva, boletim exclusivo para assinantes editado pela Insight Comunicação, o atual presidente do TSE, Luiz Fux, vem discutindo com outras autoridades do Judiciário possíveis medidas para impedir a formação de uma “bancada do crime”. Trata-se de uma enfermidade de difícil profilaxia.

Não há números disponíveis sobre a dimensão do problema, tampouco mecanismos eficazes para identificar a infiltração de facções criminosas no processo político-eleitoral. A proibição a contribuições de campanha empresariais dificulta o rastreamento de grupos criminosos, que se valem de “laranjas” para financiar possíveis representantes. De acordo com o TSE, das 730 mil pessoas físicas que fizeram doações a candidatos nas eleições de 2016, cerca de 300 mil não tinham declaração de renda compatível com suas respectivas contribuições. No fim do ano passado, quando ainda ocupava a presidência do TSE, o ministro Gilmar Mendes chegou a anunciar a criação de um comitê no âmbito da Justiça Eleitoral para cuidar da questão – Mendes é também o principal mobilizador do STF em torno do assunto.

Praticamente na mesma época, o ministro-chefe do GSI, general Sergio Etchegoyen, fez palestras para juízes eleitorais alertando para a influência de organizações criminosas na política. Há um crescente temor de que essas facções emplaquem um número razoável de representantes no Legislativo. A situação é particularmente alarmante nas grandes metrópoles, a começar, como não poderia deixar de ser, pelo Rio de Janeiro.

Levantamentos feitos pelo TSE indicam que há 19 zonas eleitorais no estado sob influência direta do tráfico de drogas e de milícias. Essas áreas somam mais de um milhão de eleitores. Além do risco de surgimento de uma “bancada do crime” no Legislativo, as forças de segurança temem também por um aumento da violência em algumas regiões do país com assassinatos diretamente vinculados a disputas eleitorais. Não há unicidade “política” dentro do crime. Assim como duelam por territórios, por rotas de contrabando, por pontos de venda de droga, as diversas facções também disputam entre si espaço no “mercado eleitoral”.

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11.04.18
ED. 5844

Ricardo Eletro na vitrine

As tratativas para a venda da Ricardo Eletro avançaram nas últimas semanas. Representantes de bancos credores, que tomaram as rédeas da operação, estariam no exterior em negociações simultâneas com a chilena Falabella e a alemã Steinhoff. A Ricardo Eletro
tem cerca de 600 lojas, R$ 6 bilhões/ano em receita, mas um contrapeso difícil de carregar: uma dívida de R$ 1,4 bilhão.

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11.04.18
ED. 5844

Assunto para Padilha

A privatização da Infraero é assunto para Eliseu Padilha. O novo ministro dos Transportes, Valter Silveira, não vai nem aparecer na foto.

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11.04.18
ED. 5844

Munição extra para Abilio

Além de ter rompido o acordo com os fundos de pensão, Abilio Diniz voltou a comprar ações da BRF no mercado. Segundo o RR apurou, as maiores operações teriam sido feitas na última sexta-feira.

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11.04.18
ED. 5844

Pátria amada

Mesmo com toda a instabilidade política e institucional do Brasil, o Pátria Investimentos está prestes a fechar a captação de um fundo de US$ 2 bilhões.

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11.04.18
ED. 5844

Governo parece gostar de taxas de juros altas

Os bancos finalmente parecem ter percebido o turning point dos juros siderais. O primeiro movimento para a queda das taxas – linhas de crédito mais baratas para os clientes que usarem 15% acima do limite do cheque especial por mais de um mês – é duplamente auspicioso, pois decorre de autorregulação e busca mitigar a modalidade mais assassina dos juros bancários: o especial chega a 350% ao ano. Dá para os bancos fazerem muito mais, sem dúvida.

O governo, entretanto, em vez de aproveitar a oportunidade para coordenar com a banca privada um projeto mais consistente de queda dos spreads bancários, parece insistir na sua relação de pique-esconde com as instituições financeiras. Da boca para dentro, não cobra uma vírgula de ação mais positiva dos bancos na redução dos juros; da boca para fora, cuida da questão com firulas macroeconômicas. Mas, em sua comunicação, exime-se do problema e o trata como uma resistência malévola dos bancos. Não há ninguém bom nem mau nessa história.

Existem, sim, medidas complementares entre bancos e governo que precisam ser adotadas. A queda da Selic é indiscutivelmente um passo importante. Mas o governo, como se bailasse um tango, dá outro passo atrás, estudando a renovação da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre os bancos, que deveria cair de 20% para 15% em 2019. As instituições financeiras carregam justificativas excessivas no seu balaio de argumentos para as taxas obscenas cobradas na ponta da aplicação.

Não há dúvida, entretanto, que existe uma tremenda cunha fiscal sobre os juros. Os casuísmos tributários acabam indo na direção contrária da desejável diminuição do custo dos empréstimos. Não custaria fazer contas para avaliar se a redução dos spreads e, consecutivamente, a sacolejada da economia não proporcionariam um retorno fiscal, ainda que diferido, maior do que a gula de curto prazo com a tributação da CSLL. Os bancos ganham muito, e o governo cobra demais. Deve haver um meio termo nessa história.

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11.04.18
ED. 5844

Os enigmas da Moody ́s

A Moody’s rebaixa e eleva a nota do país por critérios que só ela entende. Aliás, nem ela entende. O Brasil agora mereceu um suave upgrade porque, na visão da Moody’s, as expectativas do crescimento de curto, médio e longo prazo do país melhoraram. Ora, tanto o Boletim Focus quanto as casas bancárias reduziram suas previsões de expansão da economia neste ano e em 2019. E, quanto ao longo prazo, o que a agência sabe que todo mundo desconhece? A Moody’s também espera que, qualquer que seja o futuro presidente, ele dê prioridade ao ajuste fiscal. Então tá, né? O RR também vai abrir uma agência de rating.

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11.04.18
ED. 5844

Campanha eleitoral

Consta que Eduardo Suplicy, pré-candidato ao Senado, carrega seu programa eleitoral no celular. Durante a vigília no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, no último fim de semana, gravou vários vídeos com Lula.

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11.04.18
ED. 5844

Pulgas atrás da orelha

A investida da Lava Jato, ontem, sobre Eunício de Oliveira colocou duas pulgas atrás da orelha de Renan Calheiros, outro notório “lulista” do MDB.

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11.04.18
ED. 5844

Ponto final

Procurados, os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: Pátria Investimentos, Abilio Diniz e Ricardo Eletro.

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