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Planos
06.03.18
ED. 5819

“Mestre Ilan” medita sobre a insustentável leveza do câmbio

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, é considerado um “cavaleiro Jedi” pelos seus pares na diretoria da autoridade monetária. Para quem não assistiu a nenhum filme da saga Guerra nas Estrelas, os “Jedi” são uma casta de guerreiros superdotados. “Mestre Ilan”, segundo a fonte do RR, estaria de olho no câmbio. Sim, justamente no câmbio para o qual ninguém anda dando muita pelota.

Até porque, o Brasil tem reservas cambiais de US$ 380 bilhões, superávit recorde na balança comercial de R$ 60 bilhões (2017) e um déficit de conta corrente coberto mais que três vezes pelos investimentos diretos estrangeiros. “Mestre Ilan”, contudo, é notório por sua percuciência. Em sua primeira batalha, manteve a Selic nas alturas mesmo com o índice de inflação apontando para regiões abissais, provocando uma brutal recessão.

Segundo os Jedi, a medida foi somente por cautela e garantia da ancoragem dos preços. Agora, “Mestre Ilan” estaria matutando eventuais ações de proteção ao câmbio que poderiam ser feitas com a devida sutileza, para não chamar a atenção do mercado. A estratégia é refinada porque os juros, a priori, não deveriam subir neste ano político. Ilan estaria atento a distúrbios sérios na liquidez global na esteira da elevação na esteira dos juros nos EUA, novas diatribes de Trump na linha da taxação das importações norte-americanas de aço e alumínio, além do cenário eleitoral – a população tende a rejeitar mais reformas -, novas redução na nota do Brasil pelas agências de rating e maior desconforto com os números fiscais.

O mercado poderia ficar subitamente pessimista, apostando contra o real, baixando a bolsa e cobrando juro alto. Ilan flertaria com uma cunha fiscal na saída de dólares. Motivos para a medida não faltariam. Agora mesmo, passando a vigorar curiosamente em um sábado (3 de março), o BC aumentou o IOF nas operações de remessa de recursos de uma conta bancária no país para outra conta no exterior. A alíquota, de 0,38%, foi corrigida para 1,10%. O cavaleiro Jedi tem como mantra a máxima de Mario Henrique Simonsen: “A inflação aleija, mas o câmbio mata”. O aforismo já estaria se tornando um clichê vulgar, não fosse sua exatidão. Quando se trata de câmbio, “Mestre Ilan” prefere pecar pelo excesso.

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O programa de Ratinho virou “Diário Oficial” do governo. Depois de Michel Temer e de Henrique Meirelles, o ministro da Segurança, Raul Jungmann, será a próxima atração.

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06.03.18
ED. 5819

Novos podres

Os delatores da Camargo Corrêa estão jorrando novos podres da Linha 5 do Metrô de São Paulo.

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06.03.18
ED. 5819

Liquigás rumo à bolsa

A direção da Petrobras planeja realizar uma oferta de ações da Liquigás em duas etapas, chegando a 49% do capital. O objetivo é evitar que o lançamento em uma única tranche jogue para baixo o valor da ação. Consultada, a estatal informa “que está analisando alternativas para o desinvestimento da Liquigás, não havendo qualquer definição”.

Em tempo: segundo o RR apurou, os estudos para o IPO da Liquigás começaram em dezembro. A Petrobras já dava como certo o veto do Cade à venda da empresa para a Ultragaz.

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06.03.18
ED. 5819

Elie Horn semeia seus milhões no agronegócio

Elie Horn, dono da Cyrela, já ganhou muito dinheiro com o concreto da cidade grande. Agora, olha para o campo. O empresário se movimenta para aumentar sua participação na Brasilagro, da qual tem pouco mais de 5%. A empresa, controlada pela argentina Cresud, já soma mais de 200 mil hectares e tem acelerado a compra de terras, notadamente no Centro-Oeste. Horn, por sinal, tem alocado um volume cada vez maior de investimentos fora do setor da incorporação imobiliária. No ano passado uniu-se a Julio Bozano na aquisição de hospitais.

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06.03.18
ED. 5819

O labirinto de Eduardo Paes

Em meio às conversas para a sua filiação ao partido, Eduardo Paes e PSDB já discutem um plano alternativo. Paes não sairia candidato ao governo do Rio, mas, sim, ao Senado – no que é tratada pelos tucanos como uma eleição líquida e certa. Isso, claro, se o nome do ex-prefeito puder aparecer na urna eletrônica. Paes ainda terá de recorrer ao TSE da decisão do TRE-RJ, que o declarou inelegível por oito anos. E ainda tem a Lava Jato…

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06.03.18
ED. 5819

Usina São Fernando tem semana decisiva

Segundo o RR apurou, o juiz Jonas Hass, da 5a Vara Cível de Dourados, vai decidir nesta semana se autoriza a venda da Usina São Fernando, da família Bumlai, à Pedra Angular, de Winston Fritsch. A empresa fez a única proposta no leilão da sucroalcooleira, R$ 825 milhões – conforme o RR antecipou em 21 de fevereiro. Consta que o BNDES, maior credor, é contra a operação, por considerar a oferta baixa.

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06.03.18
ED. 5819

Mistério é o princípio ativo da Lasa

O setor farmacêutico e o futebol se uniram como cenário de uma história nebulosa. O protagonista é a Lasa Indústria Farmacêutica, de Videira (SC). No início do ano, o laboratório fechou um contrato de patrocínio com o Vasco, pagando R$ 10 milhões para ter sua marca estampada na camisa do clube. “Pagando” é força de expressão.

Na última quarta-feira, 28 de fevereiro, data limite para a transferência dos recursos, o dinheiro não apareceu. Os representantes da Lasa tomaram chá de sumiço e sequer retornaram às dezenas de tentativas de contato dos dirigentes do Vasco, que atravessaram toda a madrugada do dia 1 de março. O caso vai parar na Justiça. A efêmera “passagem” da Lasa pelo futebol serviu para colocar foco sobre uma biografia corporativa repleta de lacunas.

A companhia é uma incógnita mesmo entre suas congêneres. O RR consultou dois importantes empresários do setor farmacêutico, que disseram desconhecer se o laboratório está produzindo ou comercializando remédios. Consulta ao sistema da Anvisa mostra que a maioria das marcas de medicamentos da empresa está com seu registro vencido ou cancelado. O controle da Lasa é atribuído ao empresário Raimundo Dias da Silva. O RR fez várias tentativas de contato com a companhia, sem retorno. Os telefones da Lasa disponíveis não respondem.

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06.03.18
ED. 5819

Munição reforçada

No mercado, corre a informação de que, além de Abilio Diniz, a Standard Aberdeen também estaria aumentando a sua posição no capital da BRF. A gestora britânica é aliada da Tarpon Investimentos, da Previ e da Petros contra o empresário.

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06.03.18
ED. 5819

Com a bola toda

Tite está com a bola toda. Depois de Samsung e Itaú, tem convite de outra grande empresa para ser seu garoto-propaganda. Em breve o técnico será visto, todo sorridente, de celular na mão.

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06.03.18
ED. 5819

Programa de Índio

No que depender do ministro Gilberto Kassab, o PSD não lançará candidato ao governo do Rio de Janeiro e apoiará o nome de outra sigla. Até porque, no partido, é consenso que a proximidade com o prefeito Marcelo Crivella praticamente matou a candidatura de Índio da Costa.

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06.03.18
ED. 5819

Queda de braço

João Doria (PSDB) e Marcio França (PSB) se digladiam na tentativa de atrair o DEM para suas candidaturas ao governo de São Paulo.

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06.03.18
ED. 5819

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cyrela e Standard Aberdeen.

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