Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
02.03.18
ED. 5817

Intervenção em outros estados já está no radar do Exército

No Alto Comando do Exército já existem simulações contemplando a possibilidade de intervenção federal na segurança pública de outras unidades da federação, simultaneamente  às operações no Rio de Janeiro. O caso de maior visibilidade e apelo, depois do Rio, talvez seja o do Rio Grande do Norte, onde forças militares já foram empregadas por três vezes no intervalo de um ano e meio. No entanto, a julgar pelas preocupações do Alto Comando do Exército, a situação de Roraima é mais grave e urgente, não apenas pelo seu efeito local, mas, sobretudo, pelo potencial impacto sobre outros estados.

Há pelo menos oito meses – ver RR edição de 5 de junho de 2017 – o serviço de Inteligência do Exército monitora o êxodo de venezuelanos pela fronteira. Os militares têm intensificado o combate à entrada de armas e drogas em meio ao desordenado fluxo de refugiados. São “mercadorias” que rapidamente se espalham para outras regiões do Brasil. O Alto Comando do Exército também vem acompanhando paripassutodos os procedimentos da operação no Rio de Janeiro.

Por ora, ressalte-se, não há previsão de reuniões extraordinárias por conta da situação no Rio. O Comandante do Exército, general Villas Bôas, tem recebido seguidos informes do interventor federal no estado, general Braga Netto. As ações militares no Rio são acompanhadas, praticamente em tempo real, a partir do Comando de Operações Terrestres (Coter), sediado em Brasília.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Etanol dos Gradin evapora suspeições

O empresário Bernardo Gradin conseguiu passar quase ileso pelas denúncias que atingiram a gestão da Braskem – foi questionado em relação a um contrato de preço da nafta e só. Talvez não tenha a mesma sorte no que diz respeito às suas relações empresariais com o BNDES. Gradin usou o modelo consagrado por Eike Batista de pedir dinheiro para um pré-projeto que só existe em sonhos e no rabisco de papel.

O BNDES, em 2011, colocou R$ 1 bilhão na Gran-Bio, produtora de etanol celulósico apresentada como o estado da arte no setor de combustíveis ecológicos. De lá para cá, a empresa dos Gradin apresentou mais problemas do que soluções, tornando-se um case de “cavalo perdedor”. No fim do ano passado, Bernardo Gradin voltou ao BNDES e pediu mais dinheiro. Em meio ao rolo da Lava Jato, seu pleito foi colocado na gaveta.

Há indícios de que o Ministério Público, entre outros projetos merecedores de averiguação, colocou a GranBio na lista dos financiamentos e participações a serem investigados. Afinal, por que os recursos oficiais foram investidos em um projeto sem as devidas contrapartidas? Consultados, GranBio e BNDES não se pronunciaram. Bernardo já foi tido como um campeão, quando acumulava as presidências da Braskem e da Abiquim. Hoje, esconde-se entre insucessos e um ruidoso contencioso com o clã dos Odebrecht, no qual nenhuma das partes sairá ganhando em relação ao status quo anterior.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Me chama que eu vou…

Reza a lenda que o presidente do Insper, Marcos Lisboa, assim como Diógenes, o cínico, empunhou uma lanterna e saiu peregrinando em busca de um presidenciável que o aceitasse como assessor econômico. Versão maldosa, né? Lisboa, caso outra lenda se confirme, tornou-se conselheiro de Rodrigo Maia e está feliz da vida.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

A meta de Pezão

Há cerca de um ano, Pezão anunciou a meta de arrecadar R$ 1 bilhão com a venda de imóveis do estado. De lá para cá, o valor amealhado não chega a R$ 50 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Safra flerta com um déjà vu na celulose

A eventual fusão da Suzano com a Fibria poderá trazer um gostinho de passado ao futuro da indústria brasileira de celulose. O Banco Safra estaria assessorando a empresa dos Feffer nas conversas com o Grupo Votorantim. Mais do que isso: para além da função de adviser, o banco de Joseph Safra já teria demonstrado interesse em vestir também o figurino de sócio na operação, com uma participação minoritária na nova companhia. Seria um tonitruante retorno ao setor. O Safra era sócio dos Ermírio de Moraes e do empresário Erling Lorentzen na antiga Aracruz, que posteriormente foi incorporada pela Votorantim Celulose e Papel para dar origem à Fibria. A Aracruz não terminou bem, mas essa é outra história.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Rubens Ometto mira nas eólicas da Shell

Rubens Ometto, dono da Cosan, vislumbra a possibilidade de um passo adiante no casamento com a Shell. Ele viria com a incorporação pela Raízen dos projetos de energia eólica da multinacional no país. Está prevista a construção de duas usinas no Nordeste, um investimento de R$ 1,5 bilhão. A Raízen, joint venture entre a Cosan e a Shell, ganharia contornos de uma empresa integrada de energia renovável. Falta combinar com os anglo-holandeses… É justamente o que Ometto espera fazer nos próximos meses.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Dias difíceis para o Homem do Baú

A multa aplicada pela CVM na Silvio Santos Participações por irregularidades no antigo Banco PanAmericano acentua a maré ruim para o Homem do Baú. O petardo de R$ 38 milhões vem justamente no momento em que o SBT atravessa um dos períodos mais duros de sua história. A emissora teria fechado 2017 no vermelho, mesmo após as mais de cem demissões realizadas no ano passado. Consultado, o SBT disse que os dados serão anunciados com a publicação oficial do balanço.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Decolagem autorizada

A argentina Corporación América, dona de 51% da concessão do aeroporto de Brasília, já teria sinalizado ao governo seu interesse em ficar com os 49% pertencentes à Infraero – a participação da estatal será leiloada ainda neste ano. Controlado pelo empresário Eduardo Eurnekian, dono da segunda maior fortuna da Argentina, o grupo está com o caixa bem forrado. No início de fevereiro captou quase US$ 500 milhões com uma oferta de ações na Bolsa de Nova York.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Pet shop boy

Alexandre Accioly, antes de se envolver no rolo da Lava Jato, pensava em se meter no ramo das pet stores. Como tudo que faz, o empresário tinha ideia de fazer uma mega loja temática para vender os bichinhos, um verdadeiro parque de diversão da cachorrada. Accioly foi o Midas da Bodytech. A venda e cuidados com os pets é um dos negócios que mais cresce no mercado brasileiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

O principal interlocutor de Doria

João Doria costura o apoio do DEM a sua candidatura ao governo de São Paulo. Seu principal interlocutor é o deputado Rodrigo Garcia, ex-secretário de Geraldo Alckmin.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Jucá perdeu

Romero Jucá teve uma raríssima derrota no governo. Na última terça-feira, intercedeu diretamente junto a Michel Temer na tentativa de evitar a demissão de Fernando Segovia no comando da Polícia Federal. Temer, como sempre, disse que ia ver com carinho…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.03.18
ED. 5817

Ponto final

As seguintes empresas não comentaram o assunto: Votorantim, Suzano, Safra, Cosan e Raízen.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.