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Planos
27.02.18
ED. 5814

Russos viram parceiros-chave para as Forças Armadas

As sucessivas aproximações diplomáticas entre os governos de Michel Temer e Vladimir Putin colocaram a indústria militar da Rússia no lugar certo na hora certa. Os fabricantes russos surgem como fortes parceiros comerciais do Brasil no momento em que as circunstâncias pedem o aumento dos investimentos na área de Defesa. Segundo o RR apurou, o Ministério da Defesa mantém conversações com o governo Putin para a aquisição de um novo aparato de segurança aérea.

A negociação envolveria a compra do sistema de mísseis e artilharia antiaéreos S-300, desenvolvido e produzido por uma miríade de agências estatais e empresas russas. Estima-se que, em suas diversas etapas, a aquisição poderia chegar à casa de US$ 1 bilhão. Uma das prioridades das Forças Armadas, acentuada pela sua entrada na segurança pública no Rio de Janeiro, é o reforço do monitoramento e proteção do espaço aéreo, com o objetivo de inibir o ingresso de drogas e armas no território brasileiro.

Parte desta logística do crime é feita por meio de aeronaves e até mesmo por drones. Os mísseis do S-300, como o próprio nome sugere, são capazes de abater alvos a 300 km de distância. Ainda na esteira do acordo na área de Defesa assinado por Temer e Putin no ano passado, o governo deve acelerar as negociações para a compra de até dez helicópteros militares russos, modelo Ka-62. A parceria entre os dois países passa ainda por operações nevrálgicas para a área de Inteligência. Desde o ano passado, a russa Kaspersky Lab fornece soluções de segurança cibernética para as Forças Armadas brasileiras, notadamente sistemas antivírus.

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27.02.18
ED. 5814

Ministério da Segurança marcha para a Pasta da Defesa

A nomeação de Raul Jungmann para o Ministério Extraordinário da Segurança Pública é mais um indício do caráter transitório da Pasta. Jungmann já assume o cargo com a data de saída prescrita: 6 de abril, quando deverá se desincompatibilizar para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados. Seria a senha para a incorporação do Ministério da Segurança pela própria Pasta da Defesa – conforme informou o RR na edição de 20 de fevereiro. Jornalistas e especialistas da área militar com quem a newsletter conversa não conseguem ver outra sinalização se não essa.

Vá lá, o timing pode variar em função da conjuntura política. Mas fazer um apartheid entre Defesa e Segurança – que já conta com uma instância ministerial no Planalto, o GSI -, tornaria mais confusa a interlocução com os comandos das Forças Armadas. Nessa rearrumação de cargos, o general Joaquim Silva e Luna já tem reservado um papel importante e simbólico, como primeiro militar a assumir o Ministério da Defesa. A priori, nenhuma combinação pode ser descartada, mas a tendência é que sua presença no cargo seja apenas de caráter transitório.

Diante da previsível fusão entre a Defesa e a Segurança Pública, um nome fortemente cotado para comandar a nova Pasta é o do general Sergio Etchegoyen, chefe do GSI. Estava escrito que os generais Silva e Luna e Etchegoyen teriam um papel importante na “militarização” do Ministério da Defesa, até então ocupado apenas por civis – ver RR de 9 de maio de 2017 e de 20 de fevereiro. A unificação dos dois ministérios encanta as Forças Armadas.

Ela levaria para o âmbito da Defesa uma parcela expressiva do aparelho de segurança nacional, a começar pela Polícia Federal. As circunstâncias justificam o fortalecimento dos militares à frente de áreas como o controle de fronteiras, portos e aeroportos, fundamental para a asfixia do crime organizado no Rio. E, se é para ser assim, por que o governo não instituiu uma estrutura de segurança pública já dentro do Ministério da Defesa? A criação da Pasta da Segurança foi uma das medidas de maior apelo do plano emergencial do governo para a área. O uso de outra nomenclatura que não “Ministério” reduziria consideravelmente o impacto da medida.

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27.02.18
ED. 5814

CEF joga Corinthians para escanteio

A Caixa Econômica entrou de sola no Corinthians. Segundo o RR apurou, o banco rechaçou a tentativa do clube de renegociar as condições de pagamento da dívida referente à construção do Itaquerão. A diretoria corintiana teria proposto à Caixa reduzir à metade a parcela mensal de R$ 5 milhões paga ao banco – na prática, o clube continuaria quitando apenas o valor de face, sem os juros. Procurada, a Caixa não quis se pronunciar, alegando o sigilo de suas operações. O Corinthians também não se manifestou. Tudo o que a CEF menos quer neste momento é dar motivo para qualquer insinuação de favorecimento ao Corinthians. Sobretudo agora em que o petista Andrés Sanchez voltou à presidência do clube. Amigo de Lula, foi Sanchez quem costurou o financiamento para a construção do Itaquerão, que tanta controvérsia gerou. O passivo começou em R$ 400 milhões, valor do empréstimo do BNDES repassado pela CEF, responsável também pela sua cobrança. Com os juros, a cifra já estaria na casa de R$ 1,2 bilhão.

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27.02.18
ED. 5814

Hapvida a caminho da Bolsa

Segundo informações filtradas da própria Hapvida, a empresa vai anunciar seu IPO até o fim desta semana. A expectativa da companhia, maior operadora de medicina de grupo do Nordeste, é captar mais de R$ 2 bilhões na operação.

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27.02.18
ED. 5814

Semente chinesa

A estatal Hunan Xindaxin, uma das maiores fabricantes de sementes da China, está arando a terra em busca de aquisições no Brasil.

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27.02.18
ED. 5814

Parisotto reduz sua voltagem na Eletrobras

O investidor ativista Lírio Parisotto estaria reduzindo gradativamente sua participação na Eletrobras, por meio do fundo Geração L Par. Talvez seja movido pela percepção de que, ao menos no curto prazo, a privatização da companhia já deu o que tinha que dar em termos de impacto sobre o preço da ação. Parisotto teria montado boa parte da sua posição quando o papel estava próximo dos R$ 16. Ontem, era negociado a mais de R$ 28.

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27.02.18
ED. 5814

O Covas “certo”

O surgimento do nome de Mario Covas Netto para vice de Marcio França (PSB) na disputa pelo governo de São Paulo não passa de um  balão de ensaio sem gás. França quer, sim, outro integrante do clã: Bruno Covas, vice-prefeito de São Paulo. Seria uma manobra de mestre para esvaziar a candidatura de João Doria dentro do próprio PSDB.

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27.02.18
ED. 5814

Portas escancaradas

Acionistas e credores da PDG estão tentando empurrar parte do capital da construtora para um fundo árabe que já tem negócios em real estate no Brasil. A injeção de dinheiro novo é tratada como fundamental para a sobrevivência da companhia, às voltas com uma recuperação judicial e uma dívida superior a R$ 5 bilhões.

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27.02.18
ED. 5814

Ímpeto reduzido

A intervenção federal no Rio reduziu o ímpeto de Bernardinho em concorrer ao governo do estado. O Plano A, B ou C é ser vice de João Amoedo, candidato do Partido Novo à Presidência.

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27.02.18
ED. 5814

Operação a jato

A Cemig tem pressa. O RR apurou que o Conselho da estatal vai se reunir já nesta semana para analisar a oferta da Brookfield por ativos da Renova Energia, braço de geração renovável da companhia. O dote total pode passar de R$ 800 milhões.

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27.02.18
ED. 5814

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: PDG, Cemig, Geração Futuro e Hapvida.

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