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Planos
23.02.18
ED. 5812

Jorge Paulo Lemann joga a rede sobre um cardume de fintechs

Os caminhos da tecnologia estão levando Jorge Paulo Lemann de volta aonde tudo começou: o setor financeiro. O Innova Capital, fundo criado por Lemann para o financiamento de startups, vai partir para a consolidação de fintechs. O objetivo é criar uma hidra digital, uma multiplataforma de soluções e aplicativos voltados à prestação de serviços financeiros.

Segundo o RR apurou, após uma pré-seleção, o Innova Capital trabalha com uma lista de oito empresas, candidatíssimas a receber um aporte de Lemann. De acordo com informações filtradas do próprio fundo, os cabeças de chave da lista são o Banco Neon, do investidor Pedro Conrade, e o Banco Inter, do empresário Rubens Menin,dono da MRV Engenharia. Este último, o antigo Banco Intermedium, lançou sua operação digital há cerca de um ano e já soma mais de 300 mil clientes.

Segundo a mesma fonte, outras duas eleitas seriam o PJ Bank, que desenvolveu uma solução digital para boletos eletrônicos, e a Nexoos, plataforma de empréstimos para pequenas e médias empresas. Consultados pelo RR, Innova Capital, Neon, Banco Inter e Nexoos não se pronunciaram. O PJ Bank afirma não ter sido procurado. O caminho natural aponta para a posterior integração não apenas entre as fintechs fisgadas pelo Innova, mas também com outros aplicativos que já caíram na rede do venture capital de Lemann. É o caso do iFood e do PlayKids, serviço de streaming para o público infantil, ambos pendurados na Movile, uma espécie de hub tecnológico. Ao lado do grupo sul-africano Naspers, Lemann “pingou” cerca de US$ 80 milhões na empresa.

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23.02.18
ED. 5812

Os anéis de Benjamin Steinbruch

O RR apurou que a CSN abriu o processo de venda da LLC, laminadora de aços planos localizada nos Estados Unidos, mais precisamente no estado de Indiana. Segundo informações filtradas da própria companhia, o ativo já teria sido oferecido à ArcelorMittal. A usina é avaliada em aproximadamente US$ 500 milhões. Trata-se apenas de um aquecimento no plano de desmobilização de ativos da siderúrgica de Benjamin Steinbruch, às voltas com um passivo de quase R$ 30 bilhões. O lance mais aguardado é a venda da participação de 16% na Usiminas. Os anéis de Benjamin Steinbruch

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23.02.18
ED. 5812

Consulado chinês

Estão bem avançadas as negociações para que a China National Petroleum Corporation (CNPC) compre um pedaço do Comperj, projeto da Petrobras. A operação seria da ordem de US$ 2 bilhões. O acordo, segundo o RR apurou, poderá ser anunciado em março, conjuntamente à assinatura do contrato com a Shandong Kerui Petroleum. A empresa vai retomar a construção da Unidade Produtora de Gás Natural do Comperj.

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23.02.18
ED. 5812

Pé na porta

Dona de 4% do Grupo Ultra, a Previ está com um pé na porta de saída. A preço de mercado, sua participação vale algo em torno de R$ 2 bilhões.

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23.02.18
ED. 5812

Uso das reservas cambiais vira coquetel antimonotonia

A proposta de utilização de parte das reservas cambiais voltou à tona no governo. A medida teria dupla missão: contribuir para o equacionamento da regra de ouro em 2019 e permitir, ainda neste ano, a realização de investimentos em programas que impliquem maior absorção de mão de obra. O governo reconhece que o pacote de “15 medidas microeconômicas” anunciado na última segunda-feira foi uma colcha de retalhos demasiadamente esfarrapada. Quer colocar algumas iniciativas em pauta, mas nada que passe pelo Congresso, cuja agenda já está cheia e contaminada pelas eleições.

O uso das reservas seria em um montante proporcionalmente pequeno, não superior a 12% do estoque. Esse cuidado busca manter estável a percepção de risco cambial do país, que deve fechar o ano com um lastro de US$ 400 bilhões. Do ponto de vista da regra de ouro, o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, já disse que, como está, a conta não fecha em 2019.

O dinheiro das reservas seria uma forma de evitar o envio de uma PEC ao Congresso ou mesmo um pedido de perdão formal e a liberação de recursos extraordinários em meio ao tiroteio eleitoral. Cabe lembrar que o presidente Michel Temer e seus ministros serão responsabilizados, conforme a lei, pelo abacaxi da regra de ouro no próximo ano. Para efeito do regime de competência que rege a legislação, quem pariu o buraco de 2019 em 2018 que o embale, com todas as suas consequências.

Entre as múltiplas utilidades do uso das reservas, uma delas seria psicológica: reduzir o desconforto de Meirelles com o episódio de cancelamento da reforma da Previdência e do pacote dos 14 cacarecos, subtraída, pelo critério de maior importância, a privatização da Eletrobras. O ministro, hipoteticamente, sairia do estado de moral em baixa e teria algo de novo para mostrar na praça. Ocorre que Meirelles sempre foi contrário à utilização das reservas. Considera que somente algum tipo de pedalada permitiria que os recursos em dólares fossem internalizados sem que houvesse um aumento da dívida interna bruta.

Pode ser. O fato é que esse governo parece ter gostado da contabilidade criativa e da captura de recursos com expedientes discutíveis, a exemplo dos precatórios não reclamados pelos credores vitoriosos passados dois anos. O uso das reservas também tiraria uma das bandeiras da oposição, que defende a iniciativa basicamente para estimular o investimento e reduzir o desemprego. E Meirelles mudar de ideia, a essa altura do campeonato, não parece algo tão sofrido. O governo precisa de uma nova história para contar. E um pouco de aumento de emprego não seria nada mau.

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23.02.18
ED. 5812

Caravana da Fiesp

A partir de amanhã, o pré-candidato ao governo paulista Paulo Skaf vai deflagrar uma intensa agenda de viagens pelo interior o estado. Aproveitará o périplo para “viralizar” entre os correligionários pesquisa que chegou às suas mãos nesta semana. Nela, Skaf aparece com 15% das intenções de voto, atrás de Celso Russomanno, mas à frente de João Doria.

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23.02.18
ED. 5812

Triste sina

A cadeira de Paulo Maluf na Câmara parece encantada. Segundo fonte do Ministério Público, o órgão vai pedir à Justiça o indiciamento do deputado Junji Abe, que assumiu o mandato de Maluf após a sua prisão. Ex-prefeito de Mogi das Cruzes, ele é investigado por supostas irregularidades em licitações públicas e o eventual recebimento de R$ 3 milhões em propina. Abe nega as acusações.

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23.02.18
ED. 5812

Blitzkrieg

Até ontem, às 20 horas, advogados e lobistas do Itaú e da XP se revezavam freneticamente na tentativa de convencer o Cade a incluir seu processo de associação na pauta de julgamentos da próxima quarta-feira. Missão difícil.

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23.02.18
ED. 5812

A procura de ativos

O Blackstone, que adquiriu o antigo Windsor, em Copacabana, busca novos ativos hoteleiros no Rio. Pensando pragmaticamente, a hora é essa…

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23.02.18
ED. 5812

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CSN, ArcelorMittal, Petrobras, CNPC, Blackstone e Previ.

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