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Planos
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22.02.18
ED. 5811

Construção de presídios entra na conta da intervenção no Rio

Mais cárceres, menos crime.  A combinação parece simplória. Mas não é. Trata-se de um modelo defendido por prêmios Nobel de Economia, tais como Gary Becker e James Hackman. Ela é estudada pelos militares como medida de suporte na intervenção federal no Rio de Janeiro. A montagem das novas unidades prisionais poderia ficar a cargo dos Batalhões de Engenharia de Construção do Exército. Não fosse a emergência, a iniciativa caberia como uma luva no conceito de Parceria Público Privada (PPPs), que adormece nas gavetas do governo. A experiência dos Estados Unidos estimula a acreditar que o aumento das prisões tem impacto direto na redução da criminalidade. Recursos não vão faltar, conforme garantiu o próprio Henrique Meirelles. O ministro da Fazenda já anunciou que o governo federal vai repassar ao Rio cerca de R$ 1 bilhão, a partir de empréstimo lastreado em royalties do petróleo.

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22.02.18
ED. 5811

A pergunta que não quer calar na “família Itaú”

O superdividendo pago pelo Itaú despertou um velho fantasma que ronda os Setubal, Villela e Moreira Salles. O espectro pergunta com sua voz de sombra: até quando seguirá essa sociedade? Como se sabe, o acordo somente foi possível porque o Unibanco estava parcialmente quebrado e o Itaú pagou o preço de uma participação acionária desproporcional pelo prêmio de superar o Bradesco como o maior banco em ativos totais. Os Moreira Salles, por motivos distintos, há muito deixaram de ser banqueiros de fato.

Talvez Pedro, o único irmão banker, pudesse permanecer no Conselho, depois da separação. Os irmãos Setubal e os Villela voltariam, então, às origens, aumentando sua participação no resultado. E os Moreira Salles iriam tocar seus outros negócios, com primazia dos investimentos no setor real da economia. Uma curiosidade, caso se confirmem os sussurros do além: o lendário Amador Aguiar teve uma associação de circunstância, feitas todas as ressalvas, parecida com a dos Setubal, Villela e os Moreira Salles.

Aguiar se juntou a Antônio Carlos de Almeida Braga. Não durou tanto assim: ele recomprou a parte do sócio. Em tempo: não fosse a proposta de casamento com núpcias reais feita pelo Itaú, o Bradesco teria comprado o Unibanco. Mas essa é uma história já pretérita. Por falar em passado e nos Moreira Salles, o RR foi o primeiro veículo a noticiar a compra do Banco Nacional pelo Unibanco, em 1995. Fica o registro.

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22.02.18
ED. 5811

É tempo de desinvestimento na Advent

A norte-americana Advent está rearrumando as peças do seu portfólio no Brasil. Após se desfazer da Faculdade da Serra Gaúcha, por R$ 340 milhões, prepara a venda da sua participação de 75% na empresa de tecnologia Allied. Estima-se que possa embolsar R$ 1,5  bilhão ao entregar as chaves.

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22.02.18
ED. 5811

Las Vegas do X

Eike Batista está frenético com a iminente aprovação dos jogos de azar pelo Congresso. Mas nem só os cassinos e caça-níqueis povoam suas obsessões. Ele vê enormes possibilidades na internet como ferramenta de apostas e construção de uma cultura pró-jogo. Quando cruza com os funcionários que lhe restaram, bem ao seu estilo, brinca com o bordão do “Exterminador do futuro”: “I will be back to the game”.

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22.02.18
ED. 5811

Para o Rio com amor

Brasília anda tão generosa com a cidade que Marcelo Crivella acha que o governo federal pode cobrir os mais de R$ 150 milhões em
dívidas da Rio 2016.

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22.02.18
ED. 5811

Um passivo a menos para a Eletrobras

O RR apurou que a Chesf vai abrir mão do direito de preferência sobre a participação da Abengoa na Manaus Transmissão, responsável pelo linhão de 600 km entre Amazonas e Pará. A Eletrobras quer distância dos espanhóis e dos seus papagaios financeiros. A estatal considera altíssimo o risco de ter de assumir dívidas das concessões dos espanhóis, que somam mais de R$ 1 bilhão. Consultada, a Chesf diz que ainda tem 60 dias para decidir se fica ou não na Manaus Transmissão. A Eletronorte, também acionista da empresa, já repassou seus diretos societários para a Eletrobras. Recentemente, a própria Eletronorte, por determinação da diretoria da Eletrobras, desistiu de ficar com 51% da Abengoa em outra concessionária, a Norte Brasil. Os minoritários da holding, já obrigados a engolir R$ 20 bilhões em dívidas das distribuidoras federalizadas, agradecem.

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22.02.18
ED. 5811

O “poste” de Eduardo Cunha

O PMDB do Rio já está catequisando a candidatura de Daniela Dytz da Cunha à Câmara junto à comunidade evangélica, o reduto eleitoral de seu pai, Eduardo Cunha. O partido dá como líquido e certo que a herdeira terá algo entre 70 mil e 100 mil votos. Nada mau para uma debutante. Para efeito de comparação, o ex-deputado foi eleito com 230 mil votos em 2014.

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22.02.18
ED. 5811

Virada de mesa

No instante em que o governo requenta o Projeto de Lei 6621/2016, que dá mais poder às agências reguladoras, o PR se mexe para içar Francisval Mendes da diretoria para a presidência da Antaq. O martelo poderá ser batido nos próximos dias.

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22.02.18
ED. 5811

Lembranças de um debate sem fim

Já se dobram os anos, quando em um drink ao cair da tarde, no bar do restaurante Alcaparra no Rio, o então presidente da Susep, Renê Garcia, e o ex-ministro Raphael de Almeira Magalhães travaram um ríspido debate sobre as diferenças entre o FED e o nosso BC ao levar em consideração a taxa de  desemprego para implementação da política monetária. Raphael diza que o FED explicitava a taxa de desemprego e lhe dava prioridade em relação aos preços. Garcia argumentava que não era bem assim e que o BC, de certa forma, também levava em consideração o desemprego, só que implícito. Defendia que em determinadas circunstâncias um objetivo poderia se sobrepor ao outro. Henrique Meirelles era presidente do BC. O tempo passou, Raphael de Almeida Magalhães se foi e Renê Garcia continua acalorando debates. O projeto de BC Independente que está sendo elaborado pelo Congresso prevê uma meta para o emprego. Meirelles não gosta da ideia. Hoje, longe e tão perto, os dois amigos concordariam que o relevante é se a medida é pra valer ou para o boi dormir. Nos governos Dilma II e Temer, o BBC tem tratado o emprego como Judas em dia de malhação.

 

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22.02.18
ED. 5811

Jurisprudência?

A decisão da CVM obrigando a State Grid a aumentar o valor da oferta pelas ações da CPFL Renováveis acendeu o sinal de alerta na Prumo Logística. A empresa também está no meio de uma operação de recompra de papéis que tem gerado descontentamento entre os minoritários.

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22.02.18
ED. 5811

O “ex-ministro” de Huck

A re-desistência de Luciano Huck em disputar a Presidência foi uma ducha de água fria para Eduardo Mufarej, sócio da Tarpon. Nas reuniões do Renova Brasil, criado em parceria com Huck e outros endinheirados para financiar a formação de gestores públicos, Mufarej já era tratado, em tom gracioso, como futuro ministro da Educação.

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22.02.18
ED. 5811

Para depois…

Investidores ligados à Miral Asset, gestora de arenas nos Emirados Árabes, têm interesse em assumir o Maracanã. Mas, do jeito que o Rio está, esse jogo deve ficar para depois…

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22.02.18
ED. 5811

Matriarca

O PSB aguarda até março a decisão de Ana Arraes, que está no “sai ou não sai” do TCU. A mãe de Eduardo Campos pode concorrer ao Senado ou até ser vice em uma chapa puro-sangue do partido à Presidência.

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22.02.18
ED. 5811

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Advent e Abengoa.

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