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Planos
20.02.18
ED. 5809

Intervenção no Rio antecede mudanças no Exército, na Defesa e na segurança pública

O Ministério Extraordinário da Segurança, o Ministério da Defesa e o próprio Exército Brasileiro serão pivôs de mudanças que devem redefinir as lideranças e funções de proteção à integridade da população. Em paralelo à intervenção federal no Rio de Janeiro cozinham em banho-maria diversas hipóteses de remanejamentos e fusões de órgãos de Estado. São poucos os que acreditam, na área da Defesa, que o Ministério Extraordinário veio para ficar. Não há sequer tempo para sua estruturação em condições adequadas.

A aposta maior é que ele seja um arranjo político criado por Temer para tonificar a sua nova narrativa de candidato à reeleição: o de “estadista da segurança”. A probabilidade maior é que o efêmero Ministério Extraordinário da Segurança venha a ser fundido com o da Defesa, fortalecendo este último, que passaria a deter o controle da Polícia Federal. Hoje, o Ministério da Defesa não exerce a direção das Forças Armadas, cujos comandos são autônomos na prática. Sua função é meramente administrativa, estando sob sua alçada o Hospital das Forças Armadas e a Escola Superior de Guerra.

Até o fechamento desta edição do Relatório Reservado, na noite de ontem, as especulações eram de que o general Sergio Etchegoyen assumiria o Ministério Extraordinário e acumularia o cargo com a chefia do GSI. Outra versão quase inacreditável apontava para o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, como ministro interino do GSI. É provável que Etchegoyen seja preservado. Ele é um dos nomes cotados para a Defesa – ver RR edições de 9 de maio e 28 de junho de 2017.

O atual titular, Raul Jungmann, deve deixar o cargo em abril para concorrer nas eleições. Etchegoyen chegou a ser cogitado para uma futura sucessão do Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. Ele é respeitado entre seus pares e é amigo pessoal de Villas Bôas. Mas os ares do Palácio do Planalto não fizeram bem a sua candidatura ao posto máximo do Exército. O desejo geral é que o Comandante Villas Bôas, hoje uma unanimidade, permaneça no cargo o maior tempo possível. Hoje, o principal candidato é o chefe do Estado Maior do Exército, general Fernando Azevedo e Silva. Ressalte-se que o calendário traz um fator determinante para esta intrincada análise combinatória. Até o fim de março, os quatro mais antigos generais de Exército depois do comandante Villas Bôas passarão para a reserva: Juarez Aparecido de Paula Cunha, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército; Antônio Hamilton Mourão, que, inclusive, já se despediu publicamente do quadro da ativa; Guilherme Cals Teophilo Gaspar de Oliveira, Comandante Logístico; e João Camilo Pires de Campos, chefe do Comando Militar do Sudeste. Automaticamente, o general Azevedo e Silva passará a ser o primeiro na linha de sucessão de Villas Bôas.

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20.02.18
ED. 5809

CVS tem o remédio para a BR Pharma

A norte-americana CVS está disposta a ficar com parte do antigo espólio farmacêutico do BTG Pactual, leia-se a BR Pharma. Gigante mundial do setor, com vendas de US$ 170  bilhões, o grupo tem interesse na compra da Big Ben. Trata-se de uma das três bandeiras que compõem a BR Pharma, em recuperação judicial com mais de R$ 1 bilhão em dívidas. A Big Ben é um exemplo do esfarelamento do conglomerado montado pelo BTG e vendido ao investidor Paulo Remy em abril de 2017. Hoje, estaria avaliada em aproximadamente R$ 250 milhões, quase a metade dos R$ 480 milhões que custou há seis anos. A CVS enxerga na aquisição o passaporte para o Norte e o Nordeste, onde estão as mais de 130 lojas da Big Ben. Hoje, a presença dos norte -americanos no mercado brasileiro, por meio da Drogaria Onofre, está restrita a São Paulo, Rio e Minas Gerais.

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20.02.18
ED. 5809

Roleta portuguesa

A portuguesa eGaming Services tem feito um forte corpo a corpo junto a parlamentares brasileiros para a aprovação da lei que libera os jogos de azar no país. Segundo o RR apurou, além da operação de cassinos, os lusitanos têm interesse na privatização das loterias da Caixa Econômica. O Brasil é aposta certa para a empresa de jogos online: responde por mais de 40% de todo o faturamento da eGaming Services na América Latina.

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20.02.18
ED. 5809

J. Hawilla é uma ameaça que paira sobre a CBF

O súbito retorno de J. Hawilla ao Brasil tem causado forte apreensão na cúpula da CBF, em especial o presidente afastado da entidade, Marco Polo Del Nero. Segundo seus advogados, Hawilla voltou ao país em definitivo. A CBF, no entanto, trabalha com outro cenário: Hawilla teria vindo apenas para fechar um acordo de colaboração com a Justiça brasileira e abrir seu baú de memórias sobre os contratos fechados entre sua empresa, a Traffi c Sports, e a entidade. Hawilla firmou acordo semelhante com a Justiça norte-americana, que culminou na prisão do antecessor de Del Nero, José Maria Marin.

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20.02.18
ED. 5809

Alckmin mantém o Dersa sob proteção tucana

Geraldo Alckmin barrou as articulações de seu vice e sucessor, Marcio França, para entregar a Secretaria deLogística e Transporte de São Paulo ao PR. Alckmin cravou a permanência do tucano Laurence Casagrande no cargo. O PSDB considera visceral manter ascendência sobre a Secretaria e consequentemente sobre o Dersa, principalmente agora em que a Lava Jato vasculha essa caixa-preta. Isso para não falar do próprio “Risco PR”: a mistura do partido com a área de transportes seria um chamariz para o Ministério Público. A sigla indicou para a presidência da Valec José Francisco das Neves, que acabou condenado por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

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20.02.18
ED. 5809

Imprevidência

O ministro Henrique Meirelles estava um caco durante o anúncio do refogado de 15 medidas econômicas para amenizar o baque pela suspensão da reforma da Previdência. Para um interlocutor próximo, Meirelles sussurrou: “Vamos ver o que a Fitch e a Moody’s acham…”

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20.02.18
ED. 5809

Disputa

Além da chinesa Spic, a Engie entrou na disputa pela participação da Cemig na Usina de Santo Antônio. É negócio para mais de R$ 1,5 bilhão.

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20.02.18
ED. 5809

Classificados

A Eletrobras está cortando no osso. Só com a devolução de um dos prédios que aluga no Rio, deverá economizar R$ 8 milhões ao ano.

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20.02.18
ED. 5809

Bola no chão

O prefeito de Manaus, Arthur Virgilio, já fala como candidato do partido ao governo do Amazonas. Pelo jeito, desistiu da lunática ideia de disputar a indicação do PSDB à Presidência da República.

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20.02.18
ED. 5809

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Onofre/CVS, BR Pharma, Cemig e Engie.

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