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Planos
09.02.18
ED. 5805

Fausto Silva é objeto de cobiça de PSDB e DEM

Como se não bastasse todo o frenesi em torno de Luciano Huck, o nome de outro campeão de audiência emerge em prestigiosos círculos políticos e atiça head hunters de diferentes partidos: Fausto Silva. O RR apurou que emissários do PSDB e do DEM já teriam feito a devida corte ao apresentador, na tentativa de atraí-lo para o seu cast. Pode ter sido apenas um anzol jogado na sua direção, já que a temporada é de pescaria.

Faustão é visto como um blockbuster, capaz de arrastar uma multidão de eleitores e ser um inigualável puxador de votos para o Congresso. Seria pule de dez em uma disputa para deputado federal. O senão fica por conta de eventuais problemas de saúde de Faustão, que podem frustrar as pretensões do PSDB e do DEM. Ontem, o apresentador foi submetido a uma intervenção no Hospital Albert Einstein para a colocação de dois stents. Ao contrário de Luciano Huck, Fausto Silva jamais manifestou publicamente qualquer intenção de enveredar pela política, não publica artigos sobre o assunto na grande mídia e não tem ou pelo menos não exibe relações de amizade no meio.

Outra diferença gritante em relação a Huck: para os padrões atuais, Faustão pouco interage com o público, noves fora, claro, seu canhão dominical – audiência média de 14 milhões de espectadores. Até hoje, não tem perfil nas redes sociais e, para uma celebridade da TV, mantém incomum privacidade sobre sua vida particular. Pois tudo o que, em outras circunstâncias, poderia afastar o dono do “Domingão” da política é justamente o que mais aumenta seu valor de mercado. Nestes tempos em que as siglas têm caçado outsiders por todos os lados – e Luciano Huck é o maior exemplo –, Faustão carrega o goodwill de ser percebido como um “antipolítico”.

Um fato, no entanto, não pode ser desprezado: se, por um lado, o apresentador nunca deixou escapar qualquer desejo de migrar para a vida pública, os discursos de cunho político em seu programa têm se tornado cada vez mais rotineiros e contundentes. O ápice, até o momento, ocorreu justamente durante um quadro com a participação do próprio Luciano Huck, que foi ao ar no dia 7 de janeiro. Ali parecia estar uma chapa “Caldeirão-Domingão”.

O mais curioso neste enredo é a crescente presença do elenco global na cena político-eleitoral. Este papel sempre coube a nomes ligados a emissoras de perfil mais popular – o caso mais célebre, a frustrada candidatura de Silvio Santos à Presidência em 1989. De toda a forma, muito antes do eleitor sacramentar a presença de Faustão no Congresso, imagina-se que seria necessário uma bênção toda especial da Globo. O animador é peça central na programação da emissora, com quem tem um contrato mastodôntico assinado, e é praticamente um ícone dos domingos. Mas será que deputado pode comandar um programa de televisão? Cartas para a redação.

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09.02.18
ED. 5805

Enterrado

O governo quer extinguir a Valec até junho. Junto com ela será enterrado valioso arquivo.

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09.02.18
ED. 5805

American Airlines deixa um rastro de insatisfação no Brasil

Há um conjunto de brasileiros, liderados por um influente ex-integrante da Prefeitura do Rio, que se organiza para realizar um movimento de protesto contra a American Airlines. O grupo pretende colocar em suspeição a qualidade das aeronaves que fazem as rotas Brasil-Nova York. Os aviões que cumprem esse percurso seriam de modelos velhos, motivo pelo qual os pilotos têm sido obrigados a fazer recorrentes paradas obrigatórias no Caribe.

No sábado passado, aeronave que voava de Nova York para o Rio teve de parar em Hamilton, nas Bermudas. Os passageiros, convidados a sair, sentiram um forte cheiro de querosene de aviação. O piloto, segundo relatos, foi obrigado a descarregar combustível no processo de aproximação do aeroporto. Os militantes da causa contra a American Airlines levantam suspeição de um princípio de incêndio em um dos motores. Ninguém da tripulação deu explicação das razões para a estranha parada fora do roteiro. O incômodo aumentou quando outra aeronave aterrissou para realocar os passageiros, e os cidadãos norte-americanos tiveram privilégio no reembarque.

Consultada, a American Airlines confirmou que “no dia 3 de fevereiro, o voo AA 973, de Nova York para o Rio, alternou para o Aeroporto Internacional de Bermudas, em razão de uma questão mecânica que, mais tarde, foi identificada como uma falha em um dos sensores.” Segundo a empresa, a aeronave pousou em segurança às 12h48 (hora local). A companhia diz que “os passageiros foram desembarcados normalmente e a equipe em Bermudas os reacomodou em voos para o Rio” e afirma que “atende todos os clientes igualmente, independente de sua nacionalidade”.

Garante ainda que a frota utilizada no Brasil é composta por “aeronaves widebody mais modernas”, como o Boeing 777-200, na rota Rio-Nova York, e Boeings 777-300 e 787, operados nos voos para São Paulo. Os revoltosos estão colecionando casos similares ao do último sábado. Já contam três. A American Airlines assegura não ter “outro registro de pousos não programados no Caribe em voos com origem e destino a Nova York nos últimos anos.” Talvez a empresa tenha se esquecido, mas, no ano passado, uma aeronave foi obrigada a descer em Porto Rico. Em 2014, houve problema em um voo no qual estava a apresentadora Luciana Gimenez, conforme, à época, ela própria relatou nas redes sociais.

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09.02.18
ED. 5805

Em nome do pai

Michel Temer e Roberto Jefferson conversaram na última quarta-feira. Temer tranquilizou o pai aflito. Deixou claro que as denúncias contra Cristiane Brasil entraram por um ouvido e saíram pelo outro e não interferem na sua indicação ao Ministério do Trabalho. A nomeação só não sai se o STF brecar.

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09.02.18
ED. 5805

Semente partida

A associação entre a Coteminas e a Sojitz parece viver sua última safra. Segundo o RR apurou, o grupo japonês quer se desfazer da sua participação de 43% na CGG Trading, braço dos herdeiros de José Alencar no agronegócio. Os representantes da Sojitz na administração da empresa já teriam, inclusive, retornado ao Japão. As dificuldades financeiras da CGG e os desentendimentos societários falaram mais alto.

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09.02.18
ED. 5805

Prejuízos impressionantes

Um grande fundo norte-americano que fez due diligence no Walmart Brasil ficou impressionado com os prejuízos que a companhia acumula em sua operação online. Coisa de quem pode torrar muito dinheiro.

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09.02.18
ED. 5805

Bilhete de volta

Pressionada por uma dívida de US$ 100 bilhões, a chinesa HNA Group estaria prestes a desembarcar do capital da Azul. Não seria o primeiro revés no Brasil. Recentemente, o grupo chegou a negociar a compra do consórcio RioGaleão, mas não teve autorização do governo chinês.

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09.02.18
ED. 5805

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Azul, HNA, CGG e Sojitz.

Em razão do Carnaval, o Relatório Reservado voltará a circular na próxima quinta-feira, dia 15 de fevereiro.

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