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Planos
05.02.18
ED. 5801

Palácio do Planalto prepara plano emergencial de segurança

A possível criação de uma Força Nacional permanente – revelada, na última sexta-feira, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann – é apenas o hors d ́oeuvre. O prato principal que está sendo preparado no Palácio do Planalto é o lançamento de um grande plano emergencial de segurança. As discussões vêm sendo conduzidas pelo ministro Moreira Franco e envolvem, além do próprio Jungmann, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen, o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, os comandantes militares e a Polícia Federal. O foco das ações se concentrará nas áreas urbanas das grandes capitais, onde, em sua maioria, os índices de criminalidade crescem de forma desenfreada. Estimulado pelo ministro Moreira Franco, o presidente Michel Temer resolveu trazer para si a questão do combate à criminalidade, diante da notória e crescente dificuldade dos governos estaduais em lidar com a questão – de quebra, cria uma agenda de forte apelo eleitoral. A premissa é que o sistema de segurança pública na maior parte das unidades da federação está corroído, seja por falhas estruturais de longa data, por limitações financeiras ou por problemas relacionadas à corrupção. Entre as autoridades da área, há um consenso de que, sem um trabalho efetivamente integrado entre o governo federal e as forças estaduais, qualquer ação de combate à criminalidade será como enxugar gelo.

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05.02.18
ED. 5801

Lava Jato recebe reforço no Rio

O temor de muitos de que Raquel Dodge pudesse puxar o freio da Lava Jato não tem se justificado, notadamente no que diz respeito ao braço da operação no Rio de Janeiro. A PGR deverá destacar mais um procurador para a força-tarefa do Rio. No início do ano, outro integrante do Ministério Público já havia sido deslocado para a cidade – hoje, a equipe conta com dez procuradores. O reforço da tropa se deve às recentes denúncias apresentadas contra Sérgio Cabral e à expectativa de novos acordos de delação.

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05.02.18
ED. 5801

O solo de George Soros

George Soros, ou melhor, a Adecoagro estaria comprando fartas extensões de terra no Tocantins ao lado de investidores holandeses. Um grande projeto agrícola está a caminho.

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05.02.18
ED. 5801

Conselheiro

O ex-presidente da CVM, Marcelo Trindade, embarcou na candidatura de Bernardinho. Tem sido um importante conselheiro na formulação de propostas para o governo do Rio.

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05.02.18
ED. 5801

Etanol em mandarim

Segundo o RR apurou, a chinesa Cofco já teria apresentado uma oferta pelas duas usinas de álcool e açúcar da espanhola Abengoa Bioenergia no interior de São Paulo. Os ibéricos mantêm conversações com outros três grupos do setor, entre os quais a BP. A Abengoa está em recuperação judicial e carrega em seu balanço o bagaço de uma dívida superior a R$ 1 bilhão.

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05.02.18
ED. 5801

As prévias de Flavio Rocha nas redes sociais

Flavio Rocha está sentindo na pele o quanto é difícil dissociar a política dos negócios, sobretudo nestes tempos de ânimos tão exacerbados. Nos últimos dias, a Lojas Riachuelo se viu forçar a montar uma operação de guerra nas redes sociais. A rede varejista teve de intensificar o monitoramento nas mídias digitais por conta dos seguidos ataques feitos por internautas. Os rótulos contra a Riachuelo se multiplicaram: “homofóbica” e “intolerante” figuram entre os mais suaves.

Hashtags foram criadas para pregar um boicote às lojas. Em parte, o ódio digital foi alimentado por declarações feitas por Rocha à Folha de S. Paulo na semana passada. Na ocasião, o herdeiro da Riachuelo disse que o Brasil precisa de um presidente “conservador nos costumes”. Na ponta do lápis, nada que justificasse a reação desmedida dos internautas. No entanto, houve método na loucura. A campanha cibernética contra a Riachuelo ganhou ingredientes adicionais que funcionaram como pimenta do reino e dendê no caldo das redes sociais. Muitos lembraram que Rocha é ligado à igreja Sara Nossa Terra, que, entre as suas bandeiras, desaprova a união homoafetiva.

Houve até quem recordasse da propaganda da Riachuelo para o Dia dos Namorados em 2017, exibindo apenas casais heterossexuais. Procurada pelo RR, a Riachuelo confirmou ter identificado nas redes sociais um “aumento de menções associadas ao seu presidente Flavio Rocha, em função da distorção de uma entrevista dada pelo empresário”. A rede varejista disse ainda que “está respondendo aos questionamentos” e classifica informações atribuídas a ela como “fake news”, reafirmando ser uma empresa “plural, democrática e que apoia a diversidade em todas as suas faces”. Um dado relevante: a Riachuelo afirma ser a maior empregadora de transexuais do Brasil. São mais de 500 colaboradores que usam os nomes sociais que escolheram em seus crachás. De toda a forma, o episódio é didático do quanto o político em construção Flavio Rocha – ele descarta a candidatura, mas já foi apontado como o nome dos sonhos do MBL para a Presidência – pode ser instrumentalizado para contaminar a imagem do empresário Flavio Rocha.

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05.02.18
ED. 5801

Credores caçam as contas de João Lyra no exterior

Os credores da Laginha Agro Industrial, a finada holding de João Lyra, estão com a faca entre os dentes diante da revelação da Justiça de que o usineiro mantém contas secretas naquele país. Bancos e fornecedores vão solicitar à Justiça brasileira o bloqueio de recursos do empresário no exterior para cobrir as dívidas deixadas pela Laginha. O passivo total é de mais de R$ 2 bilhões. Lyra, não custa lembrar, também está na mira da Lava Jato, que investiga possíveis irregularidades em empréstimos feitos pela BR Distribuidora às suas usinas, com a intermediação do senador Fernando Collor.

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05.02.18
ED. 5801

BR Properties de carteira cheia

O anúncio de que a Petrobras vai devolver 30 mil m2 de área locada no Centro do Rio, que fez a ação da BR Properties cair 3% na última sexta-feira, foi tratado como um soluço pelos dirigentes da companhia. A empresa de real estate da GP Investimentos tem mais de R$ 1,2 bilhão em caixa para aquisições.

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05.02.18
ED. 5801

Os cavalos de João Doria

João Doria mira o DEM com um olho e o PTB com o outro. São potenciais montarias caso o PSDB decida realmente apear da candidatura própria ao governo de São Paulo.

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05.02.18
ED. 5801

Acrônimo? Ninguém lembra

Fernando Pimentel não só tem conseguido sobreviver às seguidas denúncias da Operação Acrônimo como não para de subir nas pesquisas ao governo de Minas. Sondagem que chegou na última semana às mãos do governador o coloca com quase 30%, contra 24% do levantamento anterior.

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05.02.18
ED. 5801

Ponto final

Os seguintes citados não retornaram ou não comentaram o assunto: João Lyra, Abengoa Bioenergia, Cofco e Adecoagro.

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