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Planos
07.08.17
ED. 5677

Uma blitzkrieg publicitária para a reforma da Previdência

Os eflúvios de velhas ditaduras e movimentos revolucionários estão sendo vaporizados no Palácio do Planalto e no Ministério da Fazenda. O ex-maoísta Moreira Franco defende que o ministro-banqueiro Henrique Meirelles faça uma convocação do empresariado para que apoie abertamente a reforma da Previdência. A ideia é promover uma blitzkrieg nos próximos 30 a 60 dias, tempo que o governo considera necessário para organizar a votação e realizá-la até o fim de outubro.

Consultada, a assessoria do ministro Meirelles não se manifestou sobre o assunto, informando que “as campanhas do governo são coordenadas pela Secretaria Geral da Presidência”. Esta, por sua vez, não se pronunciou. A exemplo do Chile de Pinochet, onde os empresários tiveram papel relevante na dita “propaganda revolucionária”, a burguesia brasileira seria mobilizada no esforço de convencimento da população de que as perdas nos direitos previdenciários que ocorrerão no presente serão recompensadas no médio e longo prazos com mais empregos, investimentos na saúde, melhoria dos serviços públicos e outras dádivas mais; que os brasileiros precisam pensar no futuro dos seus filhos e do país; que, se a reforma não for feita, o país quebrará e não haverá recursos para pagar as necessidades básicas do povo. O projeto vai além das convencionais ações institucionais-corporativas do empresariado nos meios de comunicação, de eventos ou de manifestações coletivas e abaixo-assinados.

O que se pretende é a adoção do modelo de propaganda useiro e vezeiro nas ditaduras: publicidade no ambiente de trabalho, cartazes nos pátios de produção, nas ruas, distribuição de panfletos e uso da comunicação interna das empresas. A lógica da iniciativa é dividir a responsabilidade do governo na operação de sensibilização de massas com o empresariado, um dos principais beneficiados diretos e no curto prazo com a reforma. Do Congresso, o governo dá conta, com as emendas parlamentares às expensas da Viúva. O busílis do projeto será convencer Meirelles a ser o “ministro pidão” do engajamento dos empresários.

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07.08.17
ED. 5677

Expiação

A Engevix está em avançadas negociações com o Ministério Público Federal para fechar seu acordo de leniência. A medida abriria caminho para a empreiteira levantar a declaração de inidoneidade feita pelo TCU.

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07.08.17
ED. 5677

A palavra de Armínio

Falta a Armínio Fraga seguir seus companheiros da PUC-RJ e se manifestar sobre a permanência de Aécio Neves na presidência do PSDB. Fraga não é filiado ao partido, mas é como se fosse.

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07.08.17
ED. 5677

2018, o ano da Abin

No que depender do ministro do GSI, general Sergio Etchegoyen, o aumento do efetivo da Abin se dará em regime de “fast track”. Etchegoyen defende que os 300 aprovados no concurso previsto para janeiro de 2018 sejam imediatamente convocados. Todos de uma vez.

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07.08.17
ED. 5677

Cultura e Fnac: um livro em busca de um epílogo

A Cultura comprou a Fnac no Brasil ou foi a Fnac que comprou a Cultura? Os credores da rede de livrarias paulista acreditam que é apenas uma questão de tempo para que a segunda hipótese venha à tona. Entre as editoras e os bancos, circula a informação de que o grupo francês teria acertado com a família Herz uma opção de aquisição futura
da companhia. Consultadas pelo RR, as duas empresas não quiseram falar sobre o assunto. Uma futura transferência ao avesso justificaria o inusitado pagamento de R$ 130 milhões que o “vendedor”, a Fnac, fez ao “comprador”, a Cultura. Oficialmente, os recursos serão usados pela rede paulista para saldar parte dos seus passivos.

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07.08.17
ED. 5677

Será que Lemann volta aos trilhos?

A 3G Capital, de Jorge Paulo Leman, Beto Sicupira e Marcel Telles, tem sido cortejada por fundos internacionais para parcerias em concessões de infraestrutura no Brasil. As consultas chegam por meio de Bernardo Hess e Paulo Basílio, sócios da gestora e ambos com passagem pela direção da antiga América Latina Logística (ALL). Na época, o próprio Lemann e cia. estavam no bloco de controle da empresa. De lá para cá, no entanto, o trio se distanciou da área de infraestrutura para vender suas cervejas, catchups e hambúrgueres.

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07.08.17
ED. 5677

O troféu de ACM Neto

ACM Neto recebeu de Michel Temer a promessa de que o PMDB estará em seu palanque em uma eventual candidatura ao governo da Bahia. Trata-se de um golpe de mestre do prefeito de Salvador para enfraquecer seu principal adversário, o atual governador e candidato à reeleição, Rui Costa, que chegou ao cargo exatamente numa aliança com os peemedebistas. É o mínimo que Temer pode fazer por ACM Neto, que o apoiou publicamente e foi decisivo para dobrar parlamentares da bancada nordestina que ameaçavam votar contra o presidente.

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07.08.17
ED. 5677

Sateri ronda a Eldorado

A Sateri Holdings, da Indonésia, também tem interesse na compra da Eldorado Celulose. Controlada pelo investidor Sukanto Tanoto, um dos homens mais ricos do país asiático, o grupo já tem negócios no Brasil: é dono da Bahia Specialty Cellulose, formada a partir da aquisição das antigas Klabin Bacell e Copener Florestal.

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07.08.17
ED. 5677

Briga de condomínio

O Morumbi é o novo campo de batalha de Abilio Diniz. Na esteira da crise do São Paulo, seu time de coração, o empresário tem feito duros ataques à gestão do presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. A situação diz que é dor de cotovelo de mau perdedor: o grupo político de Diniz foi derrotado na eleição de abril.

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07.08.17
ED. 5677

Onde há fumaça…

Uma fonte do RR que conhece o Cencosud pelo avesso garante que os chilenos planejam se livrar do Supermercados Bretas, uma de suas bandeiras no Brasil. Já estariam até arrumando a casa para isso: nas últimas duas semanas, por exemplo, quatro lojas da rede cerraram suas portas – duas em Minas Gerais e duas em Goiás. Procurado pelo RR, o Cencosud confirmou o fechamento dos pontos de venda, mas assegurou que o Bretas não será negociado.

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07.08.17
ED. 5677

Um novo nome para Bolsonaro

Jair Bolsonaro busca um novo nome capaz de abençoar sua candidatura entre o eleitorado evangélico. Sua decisão de abandonar o PSC esfriou a histórica relação com Silas Malafaia.

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07.08.17
ED. 5677

Cabo eleitoral às avessas

Uma ala do PSDB tem defendido o nome do senador Cassio Cunha Lima para o comando do partido. O que se diz entre os tucanos é que ele teria, inclusive, o apoio de Aécio Neves, presidente afastado da sigla. Essa parte deve ser coisa de inimigo de Cunha Lima.

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07.08.17
ED. 5677

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Engevix, 3G Capital, Sateri Holdings e Eldorado.

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