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Planos
27.07.17
ED. 5670

Governo do Rio afasta o risco de “pane seca” na segurança pública

Uma notícia positiva em meio ao caos da segurança pública no Rio: não vai faltar gasolina para patrulhinhas e camburões. O governo do estado firmou um acordo com a BR Distribuidora para quitar uma dívida de R$ 27 milhões referente ao fornecimento de combustível para viaturas e aeronaves das Polícias Militar e Civil. De acordo com uma fonte da Secretaria de Fazenda do Rio, o pagamento se dará por meio de compensação fiscal, leia-se o abatimento de ICMS, no âmbito da Lei no 7.267/17. O passivo será saldado em 18 parcelas mensais até dezembro de 2018. Consultado pelo RR, o governo do Rio confirmou o acordo.

A BR, por sua vez, não quis comentar o assunto. O acordo afasta a ameaça de uma pane seca nos órgãos de segurança pública do Rio. No ano passado, o estado chegou a ficar mais de três meses sem pagar pelo combustível fornecido pela BR – como informou o RR na edição de 21 de outubro de 2016. Conforme prevê a Lei no 8.666, a companhia tem a prerrogativa de suspender a distribuição após 90 dias de inadimplência.

Ressalte-se que o acerto entre a subsidiária da Petrobras e o governo do Rio vai zerar as dívidas em aberto até 31 de maio. A partir de 1 de junho, as Polícias Militar e Civil passaram a comprar combustível da BR comprometendo-se a pagar no prazo de 30 dias. Com a catástrofe fiscal do estado, a questão agora é como evitar uma nova bola de neve.


Por falar em segurança pública e Rio de Janeiro, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, parece mais empenhado em conseguir um suplemento orçamentário para a Força Nacional de Segurança (FNS) do que o próprio colega da Justiça, Torquato Jardim, a quem a FNS está subordinada. Na última semana, tratou do assunto com o presidente Michel Temer, além do ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. A Força Nacional solicitou ao governo a liberação de R$ 120 milhões. Caso contrário, corre o risco de ter de dispensar mais de 1.500 homens por falta de recursos para viagens e diárias. Justo no momento que o próprio Temer comprometeu-se a deslocar mais 420 integrantes da FNS para o Rio de Janeiro.

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27.07.17
ED. 5670

Cristal rachado

A relação entre Abilio Diniz e a Tarpon, que parecia inquebrantável, tem apresentado vários pontos de fissura. De acordo com informações filtradas junto à BRF, Abilio já rechaçou dois nomes indicados pela gestora para a vice-presidência de finanças da empresa – o cargo está vago há cinco meses. Ao mesmo tempo, frita o CEO da companhia, Pedro Faria, sócio da Tarpon. Na BRF, a iminente saída de Faria já é tratada como a gota d ́água que pode entornar de vez a sociedade.

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27.07.17
ED. 5670

Curto-circuito

No momento em que o ministro Fernando Coelho Filho promete “desjudicializar o setor elétrico”, State Grid, Taesa, ISA e cia. movimentam-se para entrar na Justiça contra recente decisão da Aneel que reduziu a receita das empresas de transmissão em 13%.

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27.07.17
ED. 5670

Cadeira cativa

A Lava Jato não afetou as capitanias de Edison Lobão no governo. Que o diga o presidente do Banco do Brasil, Paulo
Rogerio Caffarelli, que tenta, tenta, tenta e não consegue tirar Marcio Lobão, filho do senador, do comando da Brasilcap.

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27.07.17
ED. 5670

Garimpando

Maior administradora de shoppings dos Estados Unidos, com mais de 300 malls e receita de US$ 5 bilhões/ano, o Simon Property Group está garimpando ativos no Brasil.

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27.07.17
ED. 5670

João Doria on the road

Apesar do entusiasmo e da pirotecnia publicitária de sempre, a viagem de João Doria pela China tem sido marcada por alguns tropeços. Ontem, por exemplo, Doria teve de se contentar com um encontro com o vice-prefeito de Xangai, Chen Yin. O titular do cargo, Ying Yong, não estava disponível para recebê-lo. Vale lembrar que a agenda divulgada originalmente pela assessoria de Doria no último fim de semana previa o encontro com o prefeito, incluindo uma visita ao centro de controle de tráfego da cidade.


João Doria, no entanto, segue no rastro dos investidores asiáticos. Em setembro, o “prefeito road show” fará nova viagem ao Oriente, desta vez à Cingapura. Levará o kit habitual de ativos à venda na sua gestão: Autódromo de Interlagos, Parque Anhembi, estações de ônibus, cemitérios etc.

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27.07.17
ED. 5670

“Porto fantasma”

Mais um grande empreendimento imobiliário sofre os efeitos da grave crise econômica do Rio. A três meses da data prevista para a conclusão das obras, a Tishman Speyer não conseguiu fechar um só contrato de locação do Aqwa Corporate, complexo de escritórios na região do Porto Maravilha. De maravilha, aliás, a área não tem nada. O índice de imóveis comerciais vazios na região portuária do Rio beira os 89%. Em relação ao Aqwa Corporate, a Tishman Speyer disse que “a vacância apontada é consequência do momento econômico como um todo e do mercado de imóveis em particular”.

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27.07.17
ED. 5670

O que a GWI viu na ViaVarejo?

Nos últimos dias, a GWI Asset Management tem chamado a atenção do mercado pela frenética movimentação com ações da ViaVarejo. O que causa ainda mais estranheza é o ziguezague da gestora comandada pelo agressivo investidor sul-coreano Mu Hak You: ora, está na ponta vendedora, ora do lado comprador, às vezes no mesmo pregão.

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27.07.17
ED. 5670

As palavras são eternas

As redes sociais não perdoam. Nos últimos dias, antigas declarações do agora ministro da Cultura, Sergio Sá Leitão, contra Michel Temer foram fartamente reproduzidas no Facebook e no Twitter.

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27.07.17
ED. 5670

TIM prepara o bote

Novo chefão da Telecom Italia, o ex-Telefonica, Amos Genish deverá vir ao Brasil para conduzir as negociações
em torno da compra da Cemig Telecom. Ontem, em teleconferência com analistas, o presidente da TIM Brasil,
Stefano de Angelis, confirmou o interesse da empresa pelo braço da estatal mineira – conforme antecipou o RR em 7 de junho.

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27.07.17
ED. 5670

Faxina

A Previ prepara uma limpeza em sua carteira de ativos imobiliários.

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27.07.17
ED. 5670

O voo dos tucanos

À caça de votos no Congresso a favor de Michel Temer, os líderes governistas têm se confrontado com um problema prosaico: a dificuldade de interlocução com o “board” do PSDB. O presidente afastado, Aécio Neves, é fósforo queimado. Já o presidente interino, Tasso Jereissati, viajou com a família de férias para a Europa. Passa boa parte do
dia incomunicável. Sobrou o indecifrável Geraldo Alckmin.

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27.07.17
ED. 5670

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BRF, Tarpon e GWI.

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