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Planos
07.06.17
ED. 5635

Cemig Telecom é o prêmio de consolação da TIM

Nem Nextel e muito menos Oi: longe das repetidas bravatas de seus dirigentes, os planos de aquisição da Telecom Italia no Brasil apontam em uma direção mais modesta. A TIM está em negociações para a compra da Cemig Telecom, o braço de telecomunicações da estatal mineira. Estima-se que a operação possa atingir cerca de R$ 300 milhões – um prêmio de 50% sobre o valor patrimonial da empresa.

Os italianos enxergam na aquisição a oportunidade de ampliar sua presença no segmento de transmissão de dados, notadamente para o mercado corporativo. Miram também na carteira de contratos da Cemig Telecom com o setor público, responsável por 25% do faturamento total da empresa – R$ 102 milhões no ano passado. No entanto, o ativo mais cobiçado da estatal é a sua infraestrutura. São nove mil quilômetros de cabos ópticos espalhadas por 70 municípios de Minas Gerais, além de quatro outros estados: Bahia, Pernambuco, Ceará e Goiás. E o que é melhor: tudo já devidamente amortizado.

A eventual aquisição da Cemig Telecom teria o condão de dar uma sacudidela na operação da TIM Brasil e, em especial, na gestão de Stefano De Angelis. Um ano após assumir a presidência da empresa, o executivo italiano ainda não entregou a seus compatriotas os tão esperados sinais de recuperação da operadora. Em 2016, a receita caiu 9% e o Ebitda, 21%. É bem verdade que De Angelis pegou pela proa a maior recessão da história do país. No entanto, a Vivo joga no mesmo gramado, enfrenta as mesmas condições adversas e, ainda assim, conseguiu ampliar ainda mais a distância para a TIM no topo do ranking da telefonia celular. Na administração De Angelis,a diferença de market share entre as duas operadoras aumentou de 2,73 pontos percentuais para 5,25 pontos percentuais.

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07.06.17
ED. 5635

A lavoura de Josué Gomes da Silva

Josué Gomes da Silva, que recusou até ministérios para assumir o management da Coteminas e, mais precisamente, comandar a reestruturação da CGG Trading, começa a colher os primeiros resultados. O braço agrícola do grupo concluiu a renegociação com os bancos para o alongamento da dívida, que, segundo a empresa, gira em torno dos R$ 500 milhões. Josué e seus executivos têm ainda outra missão tão ou mais árdua do que esgrimir com banqueiros: afastar as incertezas que pairam sobre a CGG. Desde o início do ano, circulam no mercado rumores sobre a continuidade de suas atividades. Consultada pelo RR, a CGG diz que segue operando normalmente os contratos de milho para a safra de 2017 e soja, para 2018. Garante ainda ter “incrementado seu quadro de funcionários”.

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07.06.17
ED. 5635

A sina da Petrobras

Quando não é o TCU, é o Ibama que cruza o caminho da Petrobras. Pendências de ordem ambiental podem melar a venda da fábrica de fertilizantes nitrogenados de Três Lagoas (MS) para a Sinopec. O mais doloroso é que os chineses já toparam retomar as obras, paradas há três anos, e pagar as dívidas com fornecedores, de R$ 40 milhões.

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07.06.17
ED. 5635

Tyson está chegando

A norte-americana Tyson Foods, gigante da cadeia de proteínas, vem aí. Quer fazer do Brasil um de seus maiores negócios do mundo.

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07.06.17
ED. 5635

Fila de poluidores

Não será por falta de candidatos que a Engie, antiga Suez, deixará de vender suas térmicas a carvão no Brasil. O grupo já recebeu 15 ofertas pelas usinas Jorge Lacerda (SC) e Pampa Sul (RS). Procurada, a Engie confirmou a negociação e o números de propostas.

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07.06.17
ED. 5635

Rio Negócios é uma etapa nada nobre no currículo de Olavo Monteiro de Carvalho

O marquês de Salamanca meteu-se em um embrulho muito além da sua vã filosofia. Para os neófitos, o título nobiliárquico pertence ao empresário Olavo Monteiro de Carvalho,  presidente do Grupo Monteiro Aranha, que, junto com o Pão de Açúcar, Corcovado, Maracanã e outros monumentos mais e menos votados, é um dos símbolos do Rio de Janeiro. Olavo é presidente do Conselho da Rio Negócios, uma agência sem fins lucrativos, criada como um satélite independente da gestão Eduardo Paes e voltada para a promoção de novos empreendimentos, meio ambiente e desenvolvimento urbano.

Uma boa ideia, que entre tantas outras, depende da qualidade do seu entorno. Paes e Sérgio Cabral não são o melhor exemplo de parceria para qualquer agência. A dependência de ambos acabou deixando a Rio Negócios a ver navios. E o marquês de Salamanca, pendurado com a brocha na mão. Olavo Monteiro de Carvalho, como presidente do Conselho, é, em última instância, o responsável pelo “pepinódromo” que se tornou a Rio Negócios.

A agência está dando um calote no mercado de R$ 1,7 milhão. Só à Associação Comercial do Rio deve R$ 500 mil em aluguéis atrasados. Fora dessa conta estão os passivos trabalhistas, com várias rescisões feitas sem o pagamento dos compromissos fiscais correspondentes. O número de negócios expressivos feitos pela Rio Negócios forma um conjunto vazio. Mas os dedos das duas mãos teriam de ser multiplicados para enumerar o número de viagens de Marcelo Haddad, seu superintendente-geral.

Muita gente boa entrou nesse barco, junto com Olavo, mas, como ele assumiu o timão, ficará com o ônus dos desajustes e ineficiências da gestão. Marcelo Crivella, que quer distância do antecessor, não renovou o contrato firmado por Eduardo Paes, uma das âncoras financeiras da agência. Por enquanto, a saída encontrada é para lá de provinciana: abrir uma Niterói Negócios, no município do outro lado da ponte. O marquês de Salamanca entrou nessa por amor ao Rio, emprestando nome e tradição. Vai parar encalhado na terra de Arariboia com o espeto das contas na mão. Não era para ser assim.

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07.06.17
ED. 5635

Silêncio dos inocentes

José Antunes Sobrinho, único remanescente entre os antigos acionistas da enrascada Engevix, tem falado cobras e lagartos dos ex-sócios, Cristiano Kok e Gerson Almada. Empurra para a dupla praticamente toda a responsabilidade pelos malfeitos da empreiteira. Quem o ouve fica com a impressão de que Sobrinho só entrou na Engevix depois da Lava Jato.

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07.06.17
ED. 5635

Maggi 2018: Brasília, Cuiabá ou Curitiba?

Blairo Maggi está relutante em ser candidato à presidência da República em 2018, como defende a cúpula do PP, seu partido. Pesquisa recém-chegada às suas mãos mostra que ele terá uma eleição tranquila, em primeiro turno, caso se candidate ao governo do Mato Grosso. No entanto, o risco é que nem o desejo do PP nem a sua própria vontade determinem o futuro político de Maggi. Os ventos de Curitiba sopram que o ministro da Agricultura já teria sido citado nos depoimentos do ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa, à Lava Jato.

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07.06.17
ED. 5635

Prisão com delay

Ontem, em conversas reservadas, líderes do PMDB demonstravam surpresa não com a prisão de Henrique Alves, mas com o tempo que ela demorou. As primeiras menções ao ex-ministro na Lava Jato datam de 2014, feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

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07.06.17
ED. 5635

“Lindinho” fora do páreo

O PT procura um nome para ser candidato ao governo do Rio em 2018. Lindbergh Farias, que perdeu a presidência do partido para a senadora Gleisi Hoffmann, já é tratado como carta fora do baralho.

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07.06.17
ED. 5635

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: TIM Brasil, Cemig, Rio Negócios e Petrobras.

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