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Planos
30.05.17
ED. 5629

Cortes de orçamento deixam Anatel à beira de um “caladão”

A Anatel caminha para um estado de paralisia funcional se não receber uma injeção extraordinária de recursos. O alerta foi feito na última semana pelo presidente da Agência, Juarez Quadros, aos ministros da Comunicação, Gilberto Kassab, e do Planejamento, Dyogo Oliveira. O mais recente corte de 33% achatou o orçamento do órgão regulador para aproximadamente R$ 320 milhões. A cifra não cobre sequer as despesas com pessoal da agência, da ordem de R$ 360 milhões. Receita a Anatel tem.

No entanto, do total de R$ 2,3 bilhões que ela deverá arrecadar neste ano, R$ 2,164 bilhões foram contingenciados. A secura orçamentária praticamente engessa algumas das atividades mais relevantes da agência, a começar pela área de fiscalização. Há pouco mais de 400 agentes, número distante do efetivo de mil fiscais tido como o minimamente necessário para desafogar os processos em andamento.

Some-se a isso o fato de que metade desse pessoal está concentrada em Brasília. São 11 gerências de suporte, algumas delas respondendo por quatro estados. Para este ano, o número de atos de fiscalização não deverá passar de sete mil. Em 2016, foram 8.050. No ano anterior, 9,4 mil.

A agência reduziu drasticamente as verbas para viagens. Os agentes de fiscalização têm deixado de fazer vistorias in loco. Consultada, a Anatel não quis comentar o assunto. A Anatel, neste momento, é um barril de pólvora. Em meio a questões de relevância nacional, como a recuperação judicial da Oi, o presidente da Anatel tem sido obrigado a administrar o descontentamento de seus pares com as amarras orçamentárias.

Segundo o RR apurou, o superintendente de Fiscalização, Juliano Stanzani, já manifestou a Juarez Quadros a intenção de deixar o cargo. Quadros tem reportado a gravidade da situação ao ministro Gilberto Kassab. Há, inclusive, um esgarçamento na relação entre ambos por conta da falta de uma solução para os problemas financeiros da Anatel. O agravamento da conjuntura política e seu impacto sobre a economia e a arrecadação fiscal só pioram a situação, à medida que reduzem a possibilidade de um repasse extra de verbas para o órgão regulador.

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30.05.17
ED. 5629

Um teto para Sam Zell

O Equity International – fundo de US$ 2 bilhões do investidor norte-americano Samuel Zell – mantém conversas preliminares para comprar uma participação na Tenda, construtora voltada à população de baixa renda. De certa forma, é como se Zell retornasse à antiga casa. Por muitos anos, o investidor foi sócio da Gafisa, então controladora da Tenda.

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30.05.17
ED. 5629

Leniência 24 quilates

A joalheria Antonio Bernardo, envolvida no esquema de corrupção de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo, estaria prestes a fechar um acordo de leniência com o Ministério Público Federal. Segundo informações apuradas junto ao MP, a multa passaria dos R$ 10 milhões.

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30.05.17
ED. 5629

Alívio para Guarulhos

O consórcio GRU Airport já abriu tratativas com a Secretaria de Aviação Civil para a flexibilização do pagamento da outorga do Aeroporto de Guarulhos com base na recém-editada MP 779. O valor gira em torno de R$ 1,1 bilhão. Procurado, o consórcio informou que “estuda os critérios estabelecidos pela MP”.

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30.05.17
ED. 5629

Efeito Cracolândia

Medições da sua equipe de comunicação mostram que, pela primeira vez, o prefeito João Doria fechou uma semana com mais menções negativas do que positivas na mídia.

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30.05.17
ED. 5629

Ainda o BNDES…

Só para virar de vez essa página: o Planalto já sabia desde início da semana passada que Maria Silvia Bastos Marques deixaria a presidência do BNDES; só não sabia quando. Quem definiu o timing da demissão foi a própria Maria Silvia.

Quanto a Paulo Rabello de Castro, é maldade dizer que ele não está à altura do cargo. Rabello de Castro é um economista de formação ultraliberal, que passou meio escondido as últimas décadas, dividindo-se entre conselhos de entidades de companhias paulistas (esse detalhe é importante) e a sua empresa, a SR Rating. Nos anos 80 e 90, foi os quindins do professor Octávio Gouveia de Bulhões quando exercia a função de redator da revista Conjuntura Econômica. É capaz de manjar mais da indústria do que Maria Silvia. Era um dos quadros destacados entre os economistas jovens da FGV. Rabello de Castro, junto como o economista Paulo Guedes, era devoto de Roberto Campos. Quando perguntado sobre o que achava de ambos, o ex-ministro destilava seu fino humor: “Tanto faz um quanto o outro. A ordem dos Paulos não altera o produto”. Ao contrário da antecessora, o novo presidente do BNDES prefere adular a ser adulado. O corpo de funcionários vai gostar mais de Rabello de Castro.

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30.05.17
ED. 5629

Fábrica da GM é uma roleta russa

Segundo cálculos da própria GM, há um excedente de cerca de dois mil trabalhadores na fábrica de São José dos Campos, ou 40% do efetivo. Trata-se de uma “gordura” que teria de ser queimada para a operação se tornar minimamente rentável. Por ora, a montadora vai recorrendo ao expediente do layoff – de junho a novembro, cerca de 1,5 mil metalúrgicos terão seus contratos suspensos. Pelo acordo com o sindicato, os empregos estão garantidos até fevereiro de 2018. A partir daí, só Deus sabe…

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30.05.17
ED. 5629

Conta-gotas fiscal

O governo do Rio Grande do Sul, que está catando caquinho para cobrir um déficit de R$ 8 bilhões projetado para 2018, planeja a abertura de capital da Corsan. A oferta de até 30% das ações em bolsa seria uma alternativa à privatização da companhia de saneamento, que enfrenta forte resistência na Assembleia Legislativa.

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30.05.17
ED. 5629

Antas de plantão

O RR não cansa de falar: o maior crime da chapa Dilma RousseffMichel Temer é a omissão nos acordos de leniência. É uma ignomínia que, com mais de 13% de desemprego no país, não haja nenhum caminho sem obstáculos da burocracia.

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30.05.17
ED. 5629

“Maldade”

O presidente do Insper, Marcos Lisboa, ficou chateado, mas muito chateado mesmo com a “maldade” do grampo de Michel Temer. Chegou a pensar até em se manifestar.

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30.05.17
ED. 5629

Energia chinesa

A China Southern Power Grid é mais um grande grupo do país asiático em busca de negócios no setor elétrico brasileiro. Mira, sobretudo, em energia renovável. Para efeito de comparação, a China Southern equivale a 25% de uma State Grid, o que não é pouca coisa. No ano passado, faturou US$ 70 bilhões.

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30.05.17
ED. 5629

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram: GM, Antonio Bernardo, Tenda, Equity International e Governo do RS.

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