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Planos
22.05.17
ED. 5623

Temer não queria ser ouvido; por isso, acabou sendo “escutado”

Um dos enigmas do grampo de Michel Temer – a incapacidade do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em rastrear escutas e garantir a privacidade do presidente da República – foi respondido em parte ao RR por uma fonte do setor de informações das Forças Armadas. Por arrogância ou intenção proposital de não ter suas conversas monitoradas, Temer deixou “pontos vazios” e mandou relaxar os procedimentos de controle e segurança nas suas dependências. É até razoável aceitar que o porão do Palácio do Jaburu não estivesse entre as dependências mais visadas para que fosse montado algum sistema de averiguação.

Mas é estranho que Joesley Batista, um empresário notoriamente envolvido na Lava Jato, tivesse liberado seu ingresso de carro na guarita do Jaburu sem a obrigatoriedade de identificação. Ou mesmo que, com tamanha folha corrida, não fosse feita pelo menos uma revista protocolar no “convidado” – abrir pastas, palmear bolsos etc. Algo bem menos invasivo do que a busca realizada pela Alfândega norte-americana no ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim. Convém rememorar que foi o próprio Temer quem desautorizou a aquisição de equipamentos para interferência em dispositivos eletrônicos (ver RR edição de 18 de maio).

A metade do enigma da esfinge, portanto, está decifrada: o setor de informações não foi inepto nas suas responsabilidades. Foi Temer que não deixou o GSI funcionar. A segunda interrogação é de um silêncio ensurdecedor: o presidente agiu de caso pensado ou por se sentir acima de qualquer risco? É um dilema entre a criminalidade e a onipotência. Nenhuma das hipóteses abona plenamente Michel Temer.

Currículo do crime

O Serviço de Inteligência do Exército tem informações de que grandes facções criminosas, como o PCC, montaram uma espécie de “universidade do crime”, algo razoavelmente similar ao modelo adotado por grupos terroristas. Seus integrantes têm aulas sobre logística, armamentos, tecnologia etc. Em alguns casos, há um sistema de avaliação com notas, que serve como referência para “promoções hierárquicas”.

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22.05.17
ED. 5623

Nada consta

Para o conforto da Nação, é bom que se saiba que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é absolutamente paranoico com telefonemas, reuniões e até correspondências. Meirelles é liso feito um sabonete e conhecido por sua preocupação com os detalhes e a ética.

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22.05.17
ED. 5623

Fiel escudeiro

Aécio Neves tem um motivo a mais para estar aflito: Zezé Perrela, seu escudeiro, é tido como instável e boquirroto.

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22.05.17
ED. 5623

Segredo de polichinelo

Um ponto relativamente menor diante do todo passou despercebido no diálogo grampeado entre Michel Temer e Joesley Batista. Em determinado momento, o empresário deixou escapar que o “Ministério do Planejamento é do Jucá”. Como em tantas outras partes do diálogo, não foi retrucado por Temer.

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22.05.17
ED. 5623

Outros mares

O Advent deverá sacramentar até junho a venda de sua participação no terminal de contêineres de Paranaguá. A melhor notícia: o dinheiro será reinvestido no Brasil.

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22.05.17
ED. 5623

Petrobras espreme seus campos de petróleo

A ordem para a área técnica da Petrobras é intensificar os estudos com o objetivo de ampliar a vida útil de grandes campos de óleo e gás. A medida é vista na estatal como uma maneira de compensar o corte em torno de 25% dos investimentos em exploração e produção do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 – em termos absolutos, a redução chegou a US$ 28 bilhões. A direção da companhia toma como exemplo o Campo de Marlim. O aumento do fator de recuperação da área em 50% foi tratada na Petrobras praticamente como se fosse uma nova descoberta. Procurada, a empresa informa que “realiza continuamente estudos com o propósito de identificar oportunidades que agreguem valor econômico aos seus ativos de produção”.

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22.05.17
ED. 5623

Ideia de inimigo

Aliados de Fernando Pimentel articulam um encontro com prefeitos mineiros que funcionaria como uma espécie de desagravo ao governador. A essa altura, periga ser um fracasso de público. Pimentel fechou o Grand Slam: está na Lava Jato, na Acrônimo e, agora, na delação de Joesley Batista.

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22.05.17
ED. 5623

Royal straight flush

Ronaldo Fenômeno é o comandante de ataque de um grupo de investidores europeus dispostos a fazer uma fezinha no Brasil. Na mira, a abertura de cassinos e a possível privatização das loterias da Caixa Econômica. Ronaldo, ressalte-se, é garoto propaganda de uma das grandes empresas de jogos online do mundo, a PokerStars.

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22.05.17
ED. 5623

A delação de Vaccari

No PT cresce a convicção de que o ex-tesoureiro João Vaccari vai aderir à delação.

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22.05.17
ED. 5623

Ponto final

Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não comentou o assunto: Advent.

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