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Planos
25.04.17
ED. 5605

Malfeitos de Cabral pairam sobre a diretoria do Sebrae/RJ

Tudo aquilo que se aproxima de Sérgio Cabral corre o risco de contágio imediato. O Conselho Deliberativo do Sebrae/RJ convocou para a próxima quinta-feira, dia 27, às 10h30, no Hotel Windsor Guanabara, reunião extraordinária para a “apreciação e deliberação da destituição ad nutum da diretoria executiva da entidade nos termos do inciso III do artigo 16 do estatuto social”. O referido inciso diz que compete ao Conselho Deliberativo “destituir ad nutum (resolução em juízo exclusivo da autoridade administrativa competente) com o voto concorde, no mínimo, de 11 conselheiros, em reunião especialmente convocada para este fim, o Diretor-Superintendente, qualquer dos demais Diretores ou qualquer dos membros do Conselho Fiscal, titular ou suplente”.

A convocação, encaminhada aos integrantes do Conselho Deliberativo no último dia 19, visa o afastamento de toda a gestão executiva do Sebrae/ RJ, leia-se os diretores Evandro Peçanha e Armando Augusto Clemente e o diretor superintendente da entidade, Cezar Vasquez. O nome de Vasquez está em evidência desde a prisão de Sérgio Cabral. O no 1 do Sebrae/RJ, no cargo desde 2010, é casado com a irmã do ex-governador, Claudia Cabral. Consta que o filho do casal, Bruno Cabral, é sócio da Acreditte Consignado, especializada na concessão de empréstimos com desconto em folha para servidores públicos, militares, aposentados e pensionistas.

Consultado pelo RR, Cezar Vasquez disse que o “Conselho Deliberativo tem a prerrogativa de reavaliar a diretoria de tempos em tempos” e que a reunião da próxima quinta-feira se refere “a toda a diretoria” e não apenas a ele. Cabe ressaltar que, a rigor, o mandato da atual gestão do Sebrae/RJ termina apenas em dezembro de 2018. Perguntado se vê algum viés político no episódio por conta da relação de parentesco com ex-governador Sérgio Cabral, Vasquez afirmou que “tende a acreditar que os conselheiros não se movem por essas questões.

O que importa é o desempenho”. No entanto, Vasquez se contradiz ao declarar também que “caso a diretoria seja destituída, não será por conta dos resultados, que são muito bons”. Desde que a Operação Calicute eclodiu, com a prisão de Sérgio Cabral, conselheiros do Sebrae/RJ pedem o afastamento de Cezar Vasquez. Os opositores de Vasquez fazem insinuações acerca do crescimento do seu patrimônio. Citam que, antes de assumir o cargo, ele morava em um imóvel alugado e hoje é proprietário de uma casa de três andares no bairro da Gávea, Zona Sul do Rio.

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25.04.17
ED. 5605

Fundo verde

O GIC, fundo soberano de Cingapura, teria reservado cerca de US$ 100 milhões para o agronegócio brasileiro, notadamente projetos vinculados ao manejo sustentável. Trata-se de uma semente se comparado ao adubo que os asiáticos já espalharam no país nos últimos quatro anos – US$ 1,7 bilhão.

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25.04.17
ED. 5605

Voltando para o azul

O FI-FGTS, antigo cluster de Eduardo Cunha, voltou a operar no azul. Em 2015, a carteira de ativos registrou um prejuízo de R$ 900 milhões.

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25.04.17
ED. 5605

Vitória de Pirro

A Light ganhou, mas corre o risco de não levar. Segundo informações filtradas da própria Aneel, o aumento da tarifa anunciado pela distribuidora no mês passado poderá ser revisado caso a Justiça confirme a suspensão da cobrança da indenização paga às transmissoras de energia — o RBSE (Rede Básica do Sistema Existente). O reajuste médio de 10% foi concedido pela Aneel exatamente com base no RBSE.

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25.04.17
ED. 5605

Marfrig dá a partida no IPO da Keystone

O Marfrig bateu o martelo: o IPO da Keystone, sua subsidiária nos Estados Unidos, vai sair no início do segundo semestre, provavelmente em julho. Tão ou mais importante do que a data da operação são as projeções com as quais a empresa trabalha. A expectativa do Marfrig é que a precificação da Keystone atinja uma relação Ev (Enterprise Value)/ Ebitda de 10 vezes – as previsões iniciais apontavam para um valor em torno de seis vezes o Ebitda.

Caso a nova estimativa se confirme, a empresa terá, na partida, um valor de mercado da ordem de US$ 2,5 bilhões. Se a oferta alcançar 30% do capital, significa dizer que o Marfrig poderá embolsar algo em torno de US$ 750 milhões. Seria um alívio e tanto para o caixa do frigorífico. Essa cifra corresponde, por exemplo, a 50% da dívida de curto prazo. O salto na precificação da Keystone está diretamente ligado aos resultados recentes da empresa.

No ano passado, o braço do Marfrig nos Estados Unidos teve o maior Ebitda de sua história – US$ 252 milhões. Além disso, nos últimos dois anos, a companhia reduziu sua “indexação” ao Mc Donald ́s, que sempre foi vista pelos analistas como um fator de risco. A participação da rede de fast food no faturamento caiu de 90% para 57%.

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25.04.17
ED. 5605

O custo de uma liminar para a Petrobras

Pouco se falou do impacto que a suspensão da venda do campo de Carcará poderá ter sobre o plano de desmobilização de ativos da Petrobras. Caso a Justiça confirme a decisão, o valor de participações já negociadas pela estatal cairá de US$ 13,6 bilhões para US$ 11,5 bilhões. A título de exercício matemático: em relação à meta fixada pela Petrobras de vender US$ 34,6 bilhões em ativos até 2019, o percentual cumprido desceria de 39% para 33%. Quem acha que o recuo é pequeno que vá dizer isso a Pedro Parente, que faz das tripas coração para escalar a montanha e atingir a meta.

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25.04.17
ED. 5605

Os trocados de Neymar

Os advogados de Neymar já tratam como um troféu a iminente redução em 50% da multa aplicada pela Receita Federal no processo em que o jogador é acusado de sonegação fiscal. Significa dizer que a mordida no bolso do craque cairá para a bagatela de uns R$ 95 milhões.

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25.04.17
ED. 5605

Embrapa na berlinda

O prejuízo de R$ 490 milhões da Embrapa em 2016 fez renascer no Ministério da Agricultura a discussão sobre a venda de parte da estatal.

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25.04.17
ED. 5605

Não basta o discurso

O presidente Michel Temer deveria pedir emprestado o escriba dos discursos do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. Cada pronunciamento do general é um modelo de fala à Nação. Mas, bobagem… Na boca de Temer não ia adiantar mesmo.

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25.04.17
ED. 5605

Otimismo além da conta

Candidatos de primeira hora à privatização das linhas 5 e 17 do metrô de São Paulo, como a espanhola Ferrovial e a China Railway Engineering, estão ressabiados com as projeções do governo Alckmin. Entendem que a estimativa de receita de R$ 10,8 bilhões nos 20 anos de contrato é exageradamente otimista. Também consideram salgado o investimento obrigatório de R$ 3 bilhões.

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25.04.17
ED. 5605

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Marfrig e Light.

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