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Planos
17.03.17
ED. 5580

Planalto busca um rosto para acelerar reforma da Previdência

A área de comunicação do Palácio do Planalto procura um personagem com perfil adequado para dar um testemunho televisivo sobre a importância fulcral da Reforma da Previdência. Algumas características são fundamentais, tais como alta credibilidade, empatia com o grande público, admiração e respeitabilidade. O Planalto está convicto de que, se não conseguir, em alguma medida, mobilizar a opinião pública em torno do tema, dificilmente o Congresso votará a proposta no prazo inicialmente traçado, até julho.

No governo, já se fala na hipótese de a reforma da Previdência não sair antes de outubro. A inspiração para a comunicação do Planalto está mais para o choro da professora Maria da Conceição Tavares no lançamento do Plano Cruzado do que para o medo de Regina Duarte diante da eleição de Lula. Mas, se não for encontrado um depoente com a força emocional de Conceição, poderão ser elencados vários testemunhais.

O perfil que mais encanta os comunicólogos é o da cantora Ivete Sangalo – ou algo parecido, se é que existe. Ela não tem o ranço intelectual que distancia das classes populares, é extremamente querida, idônea, trabalhadora e com capacidade de emprestar a gravidade e emoção necessárias ao convencimento. A ideia de convocar para a defesa da reforma uma pessoa aclamada pelo país inteiro surgiu após pesquisa de opinião que revela a rejeição da população à proposta e, principalmente, a dificuldade de compreensão das novas regras.

O consenso é que não há no governo ou na tecnocracia ninguém com os predicados necessários para defender uma mudança estrutural antipaticíssima desde a origem, a despeito da sua maior ou menor necessidade. A “mãe” ou o “pai” da reforma na televisão não deve ter pretensões eleitorais. E antes de tudo deve ser amado. Tudo aquilo que esse governo não é.

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17.03.17
ED. 5580

A metamorfose de Adriana Ancelmo

As carcereiras do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, estão admiradas com a mudança de comportamento de Adriana Ancelmo. A ex-primeira-dama, que costumava passar dias sem sair de sua cela e se mostrava sempre irascível, assumiu o papel da “simpatia em pessoa”. Ajuda nas tarefas, conversa com outras detentas e não falta a um banho de sol, quando divide o pátio com 199 prisioneiras. Em alguns momentos, chega a cantarolar com suas companheiras de cárcere.

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17.03.17
ED. 5580

Decantação na Petros

A Petros vai solicitar à CVM que analise todas as suas aplicações em Fundos de Participação de Investimentos (FIPs), um palheiro repleto de agulhas. Vai estender, assim, a medida que já adotou em relação a quatro dos 36 FIPs dos quais é cotista. O objetivo da Petros é reaver recursos eventualmente desviados do caixa da fundação. Consultada, a fundação confirmou o pedido de análise de quatro Fips.

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17.03.17
ED. 5580

O target da Marfrig

US$ 1 bilhão. Esta é a expectativa de arrecadação da Marfrig com a abertura de capital da Keystone, sua subsidiária nos Estados Unidos.

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17.03.17
ED. 5580

Veia entupida

A direção do Fleury promete suar sangue – e abrir o cofre – para adquirir redes de laboratórios no Rio de Janeiro, onde jamais conseguiu superar a rival Dasa. Procurada, a empresa confirmou a abertura de 25 unidades no estado, mas não se pronunciou sobre aquisições.

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17.03.17
ED. 5580

Uma no cravo…

O resultado do leilão das concessões aeroportuárias, decantado em prosa e verso pelo governo, merece destaque positivo, tendo em vista a crise econômica, a Lava Jato, a imprevisibilidade do quadro institucional e político. Mas o ágio médio de 256,5% sobre o mínimo estabelecido para as quatro licenças ficou razoavelmente abaixo do sobrepreço médio de 401% da primeira rodada de concessões, em 2012, quando foram leiloados os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas. Vá lá que os ativos das concessões pioneiras eram mais parrudos. Mas, em tempo de seca, uma gota é um oceano.

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17.03.17
ED. 5580

…Outra na ferradura

A decisão do Supremo Tribunal Federal de cobrar da União, neste ano, R$ 20 bilhões referentes à inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins praticamente decreta a derrama em 2017. Do jeito que estão as previsões de arrecadação e o cálculo do potencial de corte das despesas, pode-se esperar, no mínimo, mais R$ 40 bilhões de impostos. Nesse departamento não tem jogo de soma zero. O STF tira dois, a Receita Federal subtrai quatro. E os quatro podem virar seis, sete, oito…

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17.03.17
ED. 5580

A hidra Carlos Sanchez

O empresário Carlos Sanchez, dono do laboratório farmacêutico EMS, é uma hidra. Entrou na área de mídia, comprou as usinas de energia eólica da Odebrecht e agora está vasculhando ativos entre os escombros do setor imobiliário. E nem precisou dos conselhos e préstimos de José Dirceu, seu antigo consultor.

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17.03.17
ED. 5580

Fator ViaVarejo

No mercado, há um consenso de que o adiamento do prazo para a entrega das propostas pela ViaVarejo poderá pressionar ainda mais as ações do Grupo Pão de Açúcar. Desde o fim de janeiro, as cotações acumulam uma queda de 10%. Dez entre dez analistas associam o declínio à indefinição na venda da ViaVarejo.

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17.03.17
ED. 5580

Papel moeda

O investimento de R$ 8,5 bilhões na fábrica de celulose de Ortigueira (PR) está cobrando um preço contábil alto da Klabin. A relação dívida líquida/Ebitda ultrapassou a marca de cinco para um. A empresa está empenhada em trazer essa proporção para 4,5 vezes até o fim do ano.

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17.03.17
ED. 5580

O dilema de Pimentel

Sentado sobre um rombo fiscal de R$ 14 bilhões, o governador Fernando Pimentel está convencido de que a venda da Copasa é inexorável. O desafio do petista agora é embalar o discurso para dentro do próprio partido.

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17.03.17
ED. 5580

Sob as bênçãos do chefe

O presidente do Procon do Rio de Janeiro, o bispo da Igreja Universal Jorge Braz, é um dos colaboradores mais próximos do prefeito Marcelo Crivella. Sua influência junto ao alcaide é superior à de boa parte do secretariado.

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17.03.17
ED. 5580

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Marfrig e EMS (Carlos Sanchez).

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