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Planos
14.03.17
ED. 5577

CCR e Zurich Airport em rota de colisão com a Infraero

Às vésperas da primeira rodada de licitações do PPI, o governo enfrenta o risco de um contencioso com os acionistas privados do aeroporto de Confins. A BH-Airport, controlada pela CCR e pela Zurich Airport, vai recorrer à Justiça e à Anac para barrar a proposta da Infraero de expandir a aviação comercial para o velho terminal da Pampulha, na capital mineira. A concessionária enxerga o projeto, já em avançados estudos na estatal, como uma grave mudança nas regras do jogo. E é mesmo. Em 2013, quando Confins foi privatizado, os governos federal e mineiro firmaram um acordo para que todos os voos comerciais da cidade fossem concentrados no aeroporto.

Desde então, a Pampulha está restrita à aviação regional e executiva. Para o governo, o imbróglio ganha ainda maior peso e risco pelo fato de a CCR e a Zurich Airport serem potenciais candidatos às próximas rodadas de licitação no setor – a primeira delas, inclusive, está marcada para esta quinta-feira, dia 16. Procurada, a Infraero confirmou que “aguarda liberação da Anac para operar aeronaves Embraer 190, Airbus 318 e Boeing 737-700” na Pampulha. Já a BH-Airport não quis comentar o assunto.

Desde que assumiu a concessão, em agosto de 2014, a BH-Airport já desembolsou mais de R$ 1,6 bilhão em Confins. Todos estes investimentos foram feitos com base na projeção de que até 2023 o aeroporto duplicará sua atual movimentação, chegando à marca de 22 milhões de passageiros por ano. Logicamente essas estimativas cairão por terra caso a Infraero leve adiante o projeto de transferir alguns voos comerciais para a Pampulha. Curiosamente, a própria estatal é acionista minoritária do BH-Airport, com 49%. Trata-se de uma sequela do modelo criado para os leilões do setor, que transformou a Infraero em um ser bifronte: ao mesmo tempo acionista dos consórcios privados e agente administrador e regulador da malha aeroportuária.

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14.03.17
ED. 5577

O check out da GP

A GP Investimentos pretende deixar de vez a hotelaria. Após entregar a gestão de 26 hotéis para a Accor, procura um investidor que assuma as 20 unidades restantes da BHG, seu braço no setor.

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14.03.17
ED. 5577

Encontro com Fátima

Fátima Bernardes é hoje o sorriso mais bem pago do Brasil. Seus rendimentos publicitários já representam seis vezes o salário na Globo. Quando vê os números, Fátima só lamenta não ter deixado o jornalismo antes.

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14.03.17
ED. 5577

Pule de dez

Os Jockeys Clubs do Rio e de São Paulo aguardam, ansiosos, pela legalização dos cassinos. São dois habitats naturais para um empreendimento deste tipo. Até porque as apostas em corridas de cavalo há muito não cobrem os altos custos financeiros de suas estruturas.

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14.03.17
ED. 5577

Com João Doria, é tudo às claras

O prefeito de São Paulo, João Doria, criou um hedge para “lava jatos e jatinhos”: a transparência do conflito de interesses. Doria estimula a doação das empresas à Prefeitura, a despeito das relações tortuosas entre o público e o privado, e mostra tudo a todos. Tampouco se abala com a superposição de eventual publicidade das companhias doadoras nos eventos da sua empresa, o Grupo Lide. O argumento é que elas – ou pelo menos grande parte – já contribuíam para o Lide antes mesmo dele assumir o cargo de prefeito. Para todos os efeitos, Doria é rico, financiou sua campanha eleitoral com recursos próprios e não precisa daquilo. Ele criou o híbrido perfeito de promiscuidade pública com filantropia empresarial. A fórmula está disponível aos atuais e futuros alcaides milionários do Brasil.

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14.03.17
ED. 5577

Compesa no balcão

Avançam as negociações entre o governo de Pernambuco e o BNDES para a privatização da Compesa. A concorrência para a contratação do estudo de viabilidade técnica está marcada para o próximo dia 21. A venda da concessionária de saneamento, no âmbito do pacote de ajuda do governo federal aos estados, poderá render até R$ 6 bilhões. A expectativa é que a privatização ocorra até outubro.

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14.03.17
ED. 5577

Quem quer sintonizar na rádio de Marin?

Há um ano, o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, tenta vender a Rádio Paulista. Começou pedindo R$ 16 milhões pela emissora, foi baixando a bola e hoje aceita a metade. Ainda assim, não há sinais de que esteja precisando dos recursos. Marin permanece confortavelmente instalado em seu apartamento na Trump Tower, onde cumpre prisão domiciliar, e mantém o hábito de frequentar alguns dos mais renomados restaurantes de Nova York. E olha que o ex-cartola comprometeu-se a pagar US$ 15 milhões no acordo que fez com a Justiça norte-americana.

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14.03.17
ED. 5577

Diplomacia às avessas

O novo ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, tem se mostrado mais radical em relação ao corte de embaixadas do Brasil do que o antecessor, José Serra. O “bota-abaixo” deverá começar pelo circuito Serra Leoa, Libéria, Guiné e Burkina Faso. Depois virá a América Central. Não custa lembrar que Ferreira era o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, quando a Casa aprovou, no ano passado, a redução de embaixadas.

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14.03.17
ED. 5577

Legado

O deputado federal Marco Antonio Cabral está à frente de tudo que diz respeito ao pai, Sérgio Cabral. De tudo.

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14.03.17
ED. 5577

O preço da tecnologia

A boa notícia: até o fim do ano, 500 das 800 lojas do Magazine Luiza estarão integradas ao sistema Mobile Pinpad, que dispensa a necessidade de pagamento no caixa. A má notícia: vai ter demissão a rodo na rede varejista. Consultada, a empresa confirmou o projeto, mas nada falou sobre os cortes de pessoal.

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14.03.17
ED. 5577

Um combustível para a Weg

A Weg já faz planos de aumentar a produção na esteira do novo pacote de concessões de infraestrutura anunciado pelo governo na semana passada. Somente os 35 projetos na área de transmissão de energia vão demandar cerca de R$ 12,8 bilhões em investimentos, a maior parte do bolo para a compra de equipamentos.

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14.03.17
ED. 5577

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GP Investimentos, Rádio Paulista e Weg.

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