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Planos
03.03.17
ED. 5570

Mais uma falência com a grife Mansur

A falência da Cerp (Central Energética Ribeirão Preto), decretada pela Justiça na semana passada, promete trazer o empresário Ricardo Mansur de volta à ribalta. A família Balbo, controladora da empresa, pretende processar Mansur, responsabilizando-o pela crise financeira que levou a companhia à lona. O empresário administrou a Cerp entre 2009 e 2010, uma passagem curta, porém inesquecível para os Balbo. Pesam sobre ele acusações de má gestão e até desvio de recursos que teriam precipitado a desativação da usina, em 2011. Se a intenção dos acionistas da Cerp é conseguir alguma indenização do empresário, podem se preparar para um calvário. Já há algum tempo, Mansur garante que entregou todos os seus bens à Justiça por conta da falência do Crefisul. Não convenceu os credores do Mappin e da Mesbla que, recentemente, contrataram investigadores particulares norte-americanos e reuniram evidências de que ele manteria patrimônio não-declarado nos Estados Unidos. Procurados, a família Balbo e Ricardo Mansur não se pronunciaram até o fechamento desta edição.

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Após desembolsar R$ 3,1 bilhões pelo controle da Geração Paranapanema, a chinesa Three Gorges vai investir neste ano mais de R$ 1,5 bilhão na distribuidora de energia.

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03.03.17
ED. 5570

Suspense no Carrefour

O burburinho na imprensa europeia sobre uma possível renúncia do CEO mundial do Carrefour, George Plassat, tem causado apreensão na subsidiária brasileira. O temor é que uma eventual troca de comando cause alguma mudança de rumo no IPO do Carrefour Brasil, previsto para este ano.

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03.03.17
ED. 5570

Em busca de um sócio

Entre os três fundos de pensão sócios da Invepar, ninguém se empenha tanto quanto a Previ para tirar a OAS do negócio.

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03.03.17
ED. 5570

Bahia do axé e do TI

Agora que o Carnaval já passou, Jaques Wagner, híbrido de secretário de Desenvolvimento e primeiro-ministro da Bahia, vai se debruçar sobre uma série de medidas com o objetivo de levar empresas de TI para o estado.

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03.03.17
ED. 5570

Deu cárie nos números da Odontoprev

O presidente da Odontoprev, Rodrigo Bacellar, não esconde o sorriso amarelo. Entre as grandes operadoras de plano dental do país, a empresa foi a única a perder participação de mercado em 2016: cerca 4%. Isso em um ano em que o segmento cresceu 1,5%, um resultado surpreendente em função do aumento do desemprego.

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03.03.17
ED. 5570

A falta que Castro faz

O saudoso economista Antônio Barros de Castro dizia, com base em estudos da Universidade de Oxford, que não chegava a um ano o tempo para que um trabalhador desempregado se tornasse inabilitado para voltar à ativa. Isto devido aos efeitos psicológicos, emocionais, da ausência da prática e da reciclagem. O economista não teve tempo para assistir ao país esfolar 20% dos seus desocupados com um desemprego superior a dois anos. O RR sente muito a falta do Castro.

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03.03.17
ED. 5570

Who knows?

Só falta agora o ministro Moreira Franco arrumar um problema de saúde. Quem sabe?

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03.03.17
ED. 5570

Indústria nacional dá mais um passo em direção à africanização

Brasília, 9 de fevereiro, 17:30, horário de encerramento do encontro extraordinário entre representantes da indústria e do governo. O diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, lamenta, em silêncio, o golpe aplicado no empresariado nacional. O motivo de tantos acabrunhamentos somente viria a ser anunciado na quarta-feira pré-carnavalesca, dia 22, pelos Ministérios da Fazenda e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços: o enterro das regras de primazia do conteúdo local na exploração de petróleo e gás.

A reunião do Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedefor) foi um destes eventos que se realizam somente para cumprir o protocolo. As notas técnicas e metodológicas dos Ministérios de Minas e Energia e da Indústria, igualmente rasas, só divergiam na intensidade do corte. Já estava antecipadamente condenada a participação decisória da empresa nacional na 14ª Rodada de Blocos. Vitória das companhias petroleiras. Se pudessem, comprariam tudo no exterior.

O conteúdo nacional não será mais um critério de pontuação nos leilões. A contrapartida do governo à indústria foi um gelatinoso final do “waiver” – anistia que vinha sendo concedida às empresas incapazes de atingir as exigências de conteúdo local. No mais, o percentual da obrigatoriedade cai em todas as áreas da exploração em terra e offshore. Está tudo dominado. Os argumentos da Fiesp pró-conteúdo local não se restringem às perdas nas áreas de geração de emprego, produção, arrecadação tributária e adensamento de cadeias. Eles mostram uma realidade distinta da encampada pelo governo.

O RR acha que eles merecem ser conhecidos: A retirada das atuais regras de conteúdo local reduz os impactos do investimento em exploração e desenvolvimento de petróleo e gás na economia: queda de 17 vezes na produção de bens e serviços e na arrecadação de tributos; redução de 13 vezes na geração de PIB e de 11 vezes na geração de emprego; A política de conteúdo local não influenciou negativamente nos resultados das rodadas de licitação. Pelo contrário: observa-se que a partir da 7ª Rodada (2005 a 2015), quando as regras eram ainda mais específicas, com adoção da cartilha e certificação de cerca de 90 itens, arrecadou-se mais valores em bônus, e mais áreas foram arrematadas percentualmente e em tamanho; O que influencia o resultado dos leilões é o preço internacional do petróleo e não o conteúdo local; Não há provas concretas de que os prazos e preços sejam comprometidos pelo conteúdo local. Ao contrário, esses problemas existem em grande medida nos produtos importados.

Segundo a consultoria EY, 78% das plataformas encomendadas em todo o mundo acabam atrasando e 53% têm algum estouro no orçamento original; O Brasil entregou nove plataformas dentro do prazo, enquanto 12 sondas importadas tiveram atraso médio de dois anos e ficaram 500% acima do orçamento; Na 13ª Rodada, além do preço do petróleo, seu resultado foi influenciado pela qualidade das áreas ofertadas, pela operação Lava Jato, e pelas dificuldades financeiras e de gestão da Petrobras, que não podia cumprir a legislação de participar com 30% em todas as áreas.

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03.03.17
ED. 5570

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Three Gorges e Odontoprev.

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