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Planos
24.02.17
ED. 5568

Destaque para ACM

O aniversário de 468 anos de Salvador, na próxima semana, terá oito dias de festejos oficiais, com mais de 100 eventos. É celebração de sobra para o prefeito ACM Neto aparecer com destaque em rede nacional.

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24.02.17
ED. 5568

Venda de refinarias entra no radar da Petrobras

Ganha corpo na diretoria da Petrobras a proposta de incluir a área de refino no plano de desmobilização de ativos da companhia. Entre os simpatizantes da medida despontam o próprio presidente da estatal, Pedro Parente, e o diretor financeiro, Ivan Monteiro, este último certamente estimulado pelo impacto que a operação teria na redução da dívida da empresa e no enxugamento da estrutura de custos. Apenas como um mero exercício, simulações preliminares feitas pela Petrobras indicam que a venda de 51% do negócio de refino – um modelo à la BR Distribuidora – poderia representar uma receita da ordem de US$ 42 bilhões, ou algo em torno de um terço da dívida total da empresa, de aproximadamente US$ 120 bilhões. Mas, como se disse, são apenas simulações.

A negociação das refinarias é considerada um tema incandescente dentro da corporação, envolvendo questões de ordem estratégica e política. A direção da Petrobras ainda está longe de uma posição fechada quanto à venda dos ativos ou mesmo sobre o melhor modelo para a operação. Há alguns rascunhos sobre a mesa. Um deles envolveria a transferência de todas as refinarias para uma nova empresa, que teria parte do seu capital ofertado em mercado.

Outra hipótese, mais moderada, seria a criação de “combos”, com a venda conjunta de uma refinaria específica e sua logística, notadamente terminal portuário. Neste caso, a Petrobras também poderia abrir mão do controle de uma determinada unidade, permanecendo como acionista minoritária. O desafio, neste formato da venda separada, é como seccionar custos logísticos que hoje estão amortizados entre diversas refinarias sem ceifar os ganhos de escala do negócio. Não há dúvidas de que uma operação deste calibre daria à Petrobras um fôlego financeiro bem maior, praticamente equacionando o problema do seu endividamento.

Mas há decisões dramáticas a serem enfrentadas, todas com prós e contras. Se, por um lado, a companhia deixaria de ser refém do governo na formação de preços, por outro perderia o status de monopolista e teria que rebolar para concorrer com as “refinarias de mercado”, com uma estrutura de custos sabidamente menor e sua habitual agilidade para automatizar processos, demitir pessoas e racionalizar as despesas em rubricas como segurança operacional. Ao mesmo tempo em que reduziria seus gastos, a Petrobras teria de fazer escolhas difíceis do ponto de vista político e social.

Não raro, a economia de municípios inteiros gira em torno de refinarias da estatal. A venda das unidades traria a reboque uma inexorável onda de demissões, que seria debitada na conta de um governo já altamente impopular. Imaginem protestos em várias cidades brasileiras, caminhões de distribuidores obstruindo estradas, romaria de prefeitos a Brasília… Basta dizer que, até agora, a Petrobras não conseguiu vender uma só unidade de fertilizantes, que gera muito menos empregos do que uma refinaria.

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24.02.17
ED. 5568

Os “Kennedy da Lava Jato”

José Padilha está reescrevendo episódios da série “Lava Jato” para incluir dois personagens fundamentais que passavam quase em branco no roteiro original: o ex-governador Sérgio Cabral e a ex-primeira dama Adriana Ancelmo. A produção da Netflix ainda não tem data de estreia, mas, até lá, é possível que Padilha tenha de adicionar outros nomes que ainda não vieram à tona na trama real.

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24.02.17
ED. 5568

Carlyle sai às compras no varejo

A estada do Carlyle no capital da CVC chegou ao fim. A gestora norte-americana concluiu a venda em mercado dos 5% que ainda lhe restavam em ações da operadora de turismo. Antes já havia retirado seus dois representantes do Conselho de Administração. Boa notícia para as empresas de varejo que querem um sócio com mais de US$ 180 bilhões em carteira. Segundo o RR apurou, o Carlyle quer usar os recursos amealhados na CVC para aproveitar a baixa dos ativos na área de consumo no Brasil. São aproximadamente R$ 700 milhões.

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24.02.17
ED. 5568

Água mineral não é com a Heineken

A Heineken já bateu o martelo: vai vender a operação de água mineral da Brasil Kirin, um negócio que não representa nem 10% do faturamento da companhia e passa longe do core business dos cervejeiros holandeses.

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24.02.17
ED. 5568

BWA é barrada na roleta do Maracanã

Em lados opostos no duelo pela concessão do Maracanã, Flamengo e Lagardère têm travado uma disputa marcada por caneladas. O clube carioca faz um série de exigências para jogar no estádio caso os franceses vençam a concorrência, notadamente em relação à divisão das receita. Além disso, muito a contragosto, a Lagardère teve de jogar para escanteio a BWA, sua sócia nas arenas do Castelão, em Fortaleza, e Independência, em Belo Horizonte. O rubro-negro vetou a indicação da empresa para cuidar da venda de ingressos do Maracanã. A BWA, dos irmãos Bruno e Walter Balsinelli, já foi acusada de participar de uma “Máfia dos Ingressos”, que funcionaria dentro da Federação Paulista de Futebol.

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24.02.17
ED. 5568

Choro de perdedor

O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira entrou na Justiça com o pedido de afastamento do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2a Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, que conduz o processo do Banco Santos. Os advogados levantam suspeições sobre as ligações entre o magistrado e o administrador da massa falida, Vânio Aguiar. Como quase tudo que Cid Ferreira tentou desde a liquidação do Banco Santos, vai dar em nada.

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24.02.17
ED. 5568

Após o aço, os metais

Os Ermírio de Moraes estão agora procurando um sócio para a Votorantim Metais, menina dos olhos de Antônio Ermírio. Em tempo: o RR antecipou há três dias a venda da Votorantim Siderurgia para a ArcelorMittal.

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24.02.17
ED. 5568

Palha de aço

O investidor ativista Silvio Tini já teria atingido 8% do capital da Bombril. Com o acionista majoritário Ronaldo Sampaio Ferreira fragilizado pelo alto endividamento da companhia, não demora muito e Tini coloca suas garras de fora e começa a mandar e desmandar no Conselho e na gestão. Vide o histórico do personagem, a começar pela Paranapanema.

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24.02.17
ED. 5568

Bolso trip

Logo após o Carnaval, Jair Bolsonaro pretende iniciar uma agenda de viagens pelo Brasil.

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24.02.17
ED. 5568

Ponto final

Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras, Bombril, Heineken e BWA.

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