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Planos
07.02.17
ED. 5555

Campeão de multas na CVM aposta em startups agrícolas

O empresário Reno Ferrari Filho está procurando startups na área de tecnologia agrícola para participar como “investidor discreto”, segundo informou ao RR um jovem empreendedor do setor. Até aí, nada demais. Que invista e seja feliz. O problema é que Ferrari corre em uma faixa extremamente acidentada: é o vencedor na corrida de Fórmula 1 das multas da CVM nos últimos cinco anos. Deve uma bagatela de nove algarismos, mais precisamente uma quantia de R$ 157.817.125,00.

Ferrari fez um rolo danado, que combina não envio de documentos à CVM, um mútuo entre a Clarion Agroindustrial e a Manacá – empresas que ele controlava direta ou indiretamente – com juros prejudiciais à primeira, compra e venda casada e fraudulenta de ativos, um aumento de capital com o valor das ações sem critério de precificação pormenorizado e uma recuperação judicial enfeixando tudo. O RR fez várias tentativas de contato com Reno Ferrari por telefone e e-mail, mas não obteve retorno até o fechamento da edição. O empresário não é um neófito em questões judiciais: tem 77 processos contra ele. Ele seria um dos sócios da Gutmen Inv Corp, localizada nas Ilhas Virgens, que também faz parte do capital da Clarion Agroindustrial.

No momento, Ferrari está recorrendo ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, o chamado “Conselhinho”. A estratégia do empresário, conforme a fonte do RR, é sentar em cima do processo e buscar, por decurso de prazo, uma prescrição intercorrente. Quanto à recuperação judicial, é tocar by the book. A Clarion possui três unidades no Paraná, Cuiabá e Mato Grosso, nas quais realiza esmagamento de soja e faz beneficiamentos sofisticados da commodity. Produz também álcool e açúcar cristalizado. Um dado curioso: o Google revela outra Clarion Agroindustrial, só que no setor de transportes: uma empresa de ônibus de Osasco (SP). Enquanto a estiagem não chega, Ferreira, ao que tudo indica, vai procurando projetos alternativos. Um investidor desse naipe nunca para.

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07.02.17
ED. 5555

Desemprego

A conta é de um grande empresário do setor: os planos de saúde deverão atingir em junho a terrível marca de dois milhões de clientes perdidos no intervalo de 12 meses.

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07.02.17
ED. 5555

Fortaleza

O economista Fabio Ataliba montou uma espécie de American Econometric Society digital. Trata-se de um grupo de economistas que se reúne no WhatsApp para discutir assuntos teóricos e debater a conjuntura. Participam nomes díspares como Marcos Lisboa e Marcio Holland. O curioso é que a fraternidade mobile tem predominância de economistas cearenses, alguns ligados ao candidato à presidência Ciro Gomes.

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07.02.17
ED. 5555

Best seller

O mercado tudo converte. Uma editora paulista já encomendou um livro sobre as relações entre Lula e FHC.

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07.02.17
ED. 5555

O velório e o velório de Lula

Palavras de um politólogo que já foi badalado, militou nas hostes do PT e hoje se mantém à sombra: “Foi trágico para o Lula. Primeiramente, a fatalidade com a Marisa, que o quebrou por dentro. Depois, a sucessão de operações políticas florentinas, vestidas de atos de humanidade e comportamento íntegro.

Fernando Henrique, com espetacular senso de oportunidade, antecipou-se aos demais e ofereceu o abraço irrecusável na circunstância em troca da foto de U$$ 1 milhão. Depois, a chegada da caravana Planaltina, dos inimigos figadais, que conseguiram arrancar de um homem destroçado a declaração de que quer dialogar com seus torturadores. É o Lulinha paz e amor sofrendo da síndrome de Estocolmo.

Finalmente, o tombo do político experiente, que, debruçado ao esquife da mulher, cede à tentação de um discurso político que mais produz piedade do que comoção, em um evento que decepcionou pela presença rasa não só de militantes como de pessoas comuns sensíveis e solidárias. A morte da Marisa e os episódios consequentes foram mutilações do Lula”.

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07.02.17
ED. 5555

MP do Rio quer brecar antecipação de royalties

O acordo de ajuda do governo federal ao Rio de Janeiro ainda vai dar muito pano para manga. Segundo o RR apurou, o Ministério Público do Rio vai entrar com um processo de ação civil pública contra o governo do estado para impedir a antecipação de receitas futuras de royalties do petróleo. Ao lado da privatização da Cedae, esta foi uma das principais contrapartidas apresentadas por Luiz Fernando Pezão para o Rio obter R$ 6,5 bilhões em empréstimos bancários com o aval do governo federal. O argumento do MP-RJ é que a receita dos royalties tem de ser destinada para investimentos públicos ou projetos extraordinários e não para cobrir contas fiscais do estado ou verbas de custeio. Procurado, o governo do Rio diz “desconhecer a informação, por enquanto”…

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07.02.17
ED. 5555

The Godfather

Jorge Picciani, presidente da Alerj, assumiu a “guarda política” do deputado estadual e ex-secretário de Esportes do Rio Marco Antonio Cabral, filho de Sergio Cabral. E espera que o ex-governador leve esse gesto em conta caso decida contar o que sabe.

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07.02.17
ED. 5555

Bom de bola

O senador Renan Calheiros tem se dedicado bastante ao esporte, mais precisamente à modalidade de arrastar a marca da Caixa Econômica para a camisa do clube alagoano CSA. Por sinal, seu maior rival, o CRB, ostenta a logomarca do banco.

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07.02.17
ED. 5555

Dedos cruzados

Entre os executivos da Chery Brasil, cresce a expectativa de que a montadora chinesa normalize até junho a produção na fábrica de Jacareí (SP). A companhia fez várias paradas na unidade – a maior delas, no segundo semestre do ano passado, de cinco meses.

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07.02.17
ED. 5555

“Brilho” e Collor

Fernando Collor “brilha” nos novos depoimentos do ex-Petrobras Nestor Cerveró.

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07.02.17
ED. 5555

Big Mac de urubu

O Flamengo tenta arrastar o McDonald’s para a concessão do Maracanã.

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07.02.17
ED. 5555

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Caixa Econômica, Chery e Rumo Logística.

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