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Planos
19.01.17
ED. 5542

Procter & Gamble entra na mira do MP do Rio

Mais uma grande empresa caiu na malha fina do Ministério Público do Rio. Os procuradores investigam a Procter & Gamble (P&G) e as circunstâncias que cercam os benefícios fiscais concedidos à companhia no governo de Sérgio Cabral. O primeiro levantamento aponta que a P&G contabilizou R$ 379.155.680,48 em isenções entre 2008 e 2013.

No entanto, há indícios de que esse valor pode ter chegado a quase R$ 1,3 bilhão. A maior parte dos incentivos oferecidos pelo governo Cabral à P&G foi em contrapartida à construção de uma fábrica de cremes dentais em Serópedica, inaugurada em 2015. O investimento girou em torno de R$ 280 milhões.

Ainda durante o governo Cabral, a P&G desembolsou R$ 80 milhões para modernizar unidades em Queimados e Itatiaia, também com benefícios que são alvo de investigação. Procurada, a empresa não se pronunciou até o fechamento desta edição. Ressalte-se que os benefícios concedidos à P&G têm impacto não apenas sobre as contas do estado, mas também dos municípios. Se o valor total das isenções chegar a R$ 1,3 bilhão, significa dizer que as prefeituras do Rio deixaram de receber cerca de R$ 317 milhões a título de repasse dos recursos do ICMS.

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19.01.17
ED. 5542

Deu ladrão nos Correios

Investigações da PF no âmbito da Operação “Os 8 Odiados”, deflagrada em dezembro, indicam que uma quadrilha teria desviado quase R$ 2 milhões em mercadorias dos Correios no Distrito Federal. O esquema contou com a participação de funcionários ligados à estatal. Os Correios informam que “as apurações estão em andamento, mas é possível adiantar que existem fortes evidências de participação de empregados terceirizados”. Sobre o tamanho do prejuízo, a estatal garante que, por Deus ora, as cifras apuradas estão na casa dos R$ 600 mil. Tomara!

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19.01.17
ED. 5542

Bombril faz faxina para evitar recuperação judicial

Da Bombril periga sobrar apenas o bombril. Na tentativa de exorcizar o fantasma de uma segunda recuperação judicial no intervalo de uma década, o empresário Ronaldo Sampaio Ferreira decidiu colocar à venda boa parte das linhas de produtos da companhia. De acordo com informações filtradas junto à própria Bombril, o amaciante Mon Bijou já foi oferecido à Unilever.

Ferreira também busca um comprador para suas marcas de alvejante e de tira-manchas. Segundo o RR apurou, a norte-americana Reckitt Benckiser tem interesse no negócio. Estima-se que a venda destas três linhas renderia à Bombril algo em torno de R$ 200 milhões. A situação da Bombril é bastante delicada. No ano passado, após mudanças na gestão – Luiz Gustavo Figueiredo da Silva assumiu a presidência em março – a companhia até voltou a dar lucro. Mas carrega uma dívida líquida de R$ 112 milhões, quase sete vezes o Ebitda.

O patrimônio líquido está negativo em mais de R$ 300 milhões. Nos últimos dois anos, a empresa tem sofrido com uma geração de caixa continuamente baixa – a disponibilidade tem girado entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões. Ronaldo Sampaio Ferreira resistiu ao máximo à ideia de esquartejar a Bombril e vender ativos para salvar a companhia. Acabou convencido pelos números – e pelo consultor Ricardo  K, à frente do processo de reestruturação da empresa desde o início do ano passado. A princípio, além da tradicional palha de aço que dá nome à Bombril, Ferreira considera fundamental preservar também a linha de detergentes Limpol. No mais drástico dos cenários, a manutenção destes dois negócios garantiria à empresa cerca de 60% da sua atual receita, ou algo correspondente a R$ 600 milhões/ano.

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19.01.17
ED. 5542

Temer cozinha o “risco Derziê” em banho-maria

Desde o fim de semana, assessores palacianos tentam persuadir Michel Temer a matar o mal pela raiz e afastar o vice-presidente de Governo da Caixa Econômica, Roberto Derziê. Por ora, o presidente tem optado por manter tudo como está para ver como é que fica, como é do seu feitio em casos desta natureza. Antigo assessor de Temer, com que trabalhou na vice-presidência da República e na articulação política, Derziê ameaça empurrar a Lava Jato algumas jardas a mais para dentro do Palácio do Planalto. O executivo está citado na Operação Cui Bono, deflagrada na semana passada. Ele é investigado pela suposta participação em um esquema para o desvio de verbas da Caixa à BR Vias, da família Constantino.

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19.01.17
ED. 5542

Petros vende ativos

A Petros bateu o martelo: o plano de equacionamento do déficit atuarial de R$ 22 bilhões incluirá a venda de ativos em renda variável. O ponto de partida deverá ser a negociação dos 10% na Iguatemi. Com base apenas na cotação em Bolsa, a fatia vale hoje cerca de R$ 500 milhões.

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19.01.17
ED. 5542

Carne de segunda?

Os investidores não parecem muito empolgados com o frenético início de ano da BRF. Desde o dia 3 de janeiro, a ação acumula uma queda em torno de 6%. Nesse período, a empresa de Abilio Diniz anunciou a compra do frigorífico turco Bavit e o IPO da subsidiária OneFoods.

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19.01.17
ED. 5542

Bomba nuclear

Circula na Eletronuclear a informação de que o ex-diretor Luiz Manuel Messias, preso desde julho, vai abrir o bico. A gota d ́água teria sido o pedido de habeas corpus negado pelo STF no início do ano.

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19.01.17
ED. 5542

Casa própria

O empresário Rubem Menin, dono da MRV, tem chamado a atenção de seus pares pelos rasgados elogios ao governo Temer. Mais de 90% do faturamento da construtora estão pendurados no “Minha Casa, Minha Vida”. Qualquer soluço no programa habitacional é capaz de trincar as paredes da MRV.

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19.01.17
ED. 5542

De Bolle chegou antes

Quando André Lara Resende chegou com o milho, Mônica De Bolle já tinha trazido o fubá. Em 16 de junho de 2016, para ser preciso, a musa do RR dissecou a dominância fiscal. Deu tempo de sobra para André burilar o seu celebrado artigo sobre a fronteira da macroeconomia.

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19.01.17
ED. 5542

Na soleira da Espanha

A delação do lobista “Fernando Baiano” colocou a Lava Jato na soleira de dois grandes grupos espanhóis com concessões públicas no Brasil.

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19.01.17
ED. 5542

Ponto final

As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros, Bombril, Unilever e Reckitt Benckiser.

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