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Planos
11.01.17
ED. 5536

Grandes construtoras querem distância do “Risco PDG”

Como se não bastassem os credores, que cobram uma dívida superior a R$ 7,5 bilhões, a PDG enfrenta um “motim” entre seus principais parceiros comerciais. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão, entre outras construtoras, exigem o rompimento das Sociedades de Propósito Específico (SPEs) criadas em conjunto com a combalida companhia. A preocupação destas empresas é evitar que a crise financeira da PDG e um eventual pedido de recuperação judicial contaminem não só os projetos em comum, mas, por extensão, seus próprios negócios.

A porta para esta diáspora societária já está entreaberta. No fim do ano passado, a PDG e a HM1 – leia-se a Hemisfério Sul Investimentos e a gestora norte-americana Farallon – firmaram o descruzamento de suas participações em 18 SPEs. O “Risco PDG” é considerável. Uma recuperação judicial e a consequente suspensão dos pagamentos da incorporadora atingiriam em cheio os empreendimentos pendurados nas SPEs. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão e cia. temem pelo pior: o gradativo colapso dessas sociedades.

Até porque, na luta pela sobrevivência, a tendência natural é que a PDG dê prioridade aos projetos que controla integralmente. A questão é como descosturar em tempo hábil a teia societária à qual a PDG está amarrada. A companhia está em mais de 700 SPEs, boa parte delas com a presença de terceiros. O distrato de cada uma dessas sociedades passa por complexas negociações de compra e venda das respectivas participações, a exemplo do que foi feito com a HM1.

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11.01.17
ED. 5536

Suelto sobre o PIB, recessão e algumas obviedades

Se o Conselheiro Acácio fosse um economista diria: o crescimento do PIB em 2017 pode ser 1%, conforme a estimativa do governo; 0,5%, segundo as projeções do mercado; um pouquinho acima ou pouquinho abaixo, de acordo com ambas as projeções. Em síntese, pode ser o que for. Mas tende a ser inferior à estimativa original do governo e declinar mais do que aposta o mercado se as previsões continuarem caindo conforme a média do governo Temer.

O ambiente econômico está muito ruim. Um PIB de -0,1% já ribombaria o palavrão “recessão”.  Se chegar aos sofridos 0,5% – viva! – teremos saído da recessão. Agora, se, em 2018, cair novamente para –0,1% por dois trimestres consecutivos, pronto, estará caracterizada novamente uma recessão técnica.  Do ponto de vista da teoria trágica da economia, de tão combalidos, estaríamos perto de levantar voo. Mesmo que seja um voo de galinha.

A alta ociosidade da economia, com desemprego explosivo, aumento da produtividade e redução do endividamento familiar, constituiria condições concretas para que o PIB volte a crescer. É a tese do fundo do poço. Só que ninguém tem certeza de onde fica o fundo do poço e quanto tempo demora para chegar lá. O Produto Industrial, por exemplo, cai há 33 meses seguidos. É garantido que vai parar de cair em algum momento. E daí?

Alterações percentuais curtas na taxa de crescimento – ou decréscimo – do PIB podem ser consideradas como de valor simbólico. Nesse intervalo, são mais um selo do que uma faixa de vencedor – ou perdedor. O PIB pode dar um saltinho e – viva de novo! – ir a 1,5%, em função de carregamentos e outros pedalinhos estatísticos, tais como mudanças nas regras de cálculo. Isso não mexe muito ou nada com a economia e, necessariamente, em “zero” no investimento social.

A impressão que se tem é que a crise política, moral e de confiança emagrece mais o PIB do que o rescaldo dos erros na condução econômica do governo de Dilma Rousseff. Por uma lógica bizarra, foi Dilma, com seus desatinos na economia, que criou as condições cruentas para a retomada do crescimento. Há quem diga que a queda do salário real é boa para o trabalhador, porque reduziria os índices de desemprego. Mas também há quem diga que o massacre carcerário de Manaus é positivo, pois serve de exemplo para futuros criminosos e reduz a hiperpopulação de prisioneiros. Para o RR, “Pibão” ou “Pibinho” é um detalhe. O que interessa são os indicadores de emprego, renda e assistência aos miseráveis. A PEC do Teto e os demais instrumentos de política econômica que se adequem às prioridades da sociedade.

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11.01.17
ED. 5536

O que não está à venda na Triunfo?

A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) decidiu vender parte do capital das concessionárias Econorte e Concepa – sua participação em ambas é de 100%. A primeira administra 340 km de rodovias entre São Paulo e Paraná; a segunda detém cerca de 120 km de estradas no Rio Grande do Sul. É mais um capítulo no esforço do grupo para reduzir a dívida líquida de R$ 3,5 bilhões, quase três vezes e meia o Ebitda. A Triunfo já colocou à venda a fatia de 24% no Aeroporto de Viracopos e a hidrelétrica de Tijoá.

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11.01.17
ED. 5536

Bilhete eletrônico

O sul-africano Naspers, da área de mídia e e-commerce, quer comprar o controle do Viajanet. Maior concorrente do Decolar.com no Brasil, o site pertence aos fundos IG Expansión, Redpoint, General Catalyst e Pinnacle.

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11.01.17
ED. 5536

Legado olímpico

Quatro meses após a Olimpíada, a Rio 2016 começa a pagar o reembolso de ingressos devolvidos. Depois será a vez dos fornecedores, que cobram mais de R$ 20 milhões em dívidas.

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11.01.17
ED. 5536

Um pé fora do Palácio

Michel Temer começa a sair do Palácio. Após entregar ambulâncias em São Paulo, a expectativa no Planalto é que ele vá ao Nordeste em fevereiro para o lançamento de projetos do “Minha Casa, Minha Vida”. Por ora, visitas a presídios estão fora de cogitação.

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11.01.17
ED. 5536

Halloween adiantado

Para os ministros do Palácio, leia-se Eliseu Padilha e Moreira Franco, a permanência de Alexandre de Moraes na Pasta da Justiça é um “acidente pavoroso”.

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11.01.17
ED. 5536

Varre, varre, vassourinha

O comércio popular da 25 de Março está caprichando no estoque: a fantasia de João Doria, ou melhor, de gari promete ser o blockbuster do carnaval paulista.

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11.01.17
ED. 5536

Ponto final

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não quiseram comentar o assunto: PDG, Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão, Viajanet, Mendes Junior e Triunfo.

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