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Planos
29.11.16
ED. 5505

BNDES desperta de sua hibernação na infraestrutura

O BNDES, enfim, começa a sair do processo de abulia que o acometeu após o impeachment de Dilma Rousseff. O banco prepara-se para um novo ciclo de investimentos na área de infraestrutura, na esteira da assinatura da Medida Provisória 752, que estabelece as regras para prorrogação e relicitação de concessões rodoviárias, ferroviárias e aeroportuárias. A expectativa é de um expressivo aumento do número de pedidos de financiamento no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). A maior retomada deverá vir do setor ferroviário, um dos mais afetados pela estiagem financeira na área de infraestrutura – vide a própria carteira de empréstimos do BNDES: em outubro, por exemplo, o valor total dos projetos para o segmento encaminhados ao banco foi 29% inferior ao de igual período em 2015. Procurado, o BNDES não retornou até o fechamento desta edição.

Estimativas preliminares do BNDES apontam para um investimento em torno de R$ 10 bilhões no curto prazo apenas com a prorrogação de concessões ferroviárias. Neste caso, já há um grupo candidato a locomotiva do setor: a Rumo Logística, de Rubens Ometto, tem projetos em análise no banco que somam R$ 3,5 bilhões. Significa dizer que a empresa responde por 42% de todos os pedidos de financiamento da área de transporte ferroviário sob avaliação do BNDES. A Rumo, aliás, pode ser duplamente beneficiada pela MP, com a renovação antecipada das licenças da Malha Paulista e da Malha Sul. No total, o plano de investimentos da companhia ultrapassa os R$ 8 bilhões. A maior parte deste valor está condicionada à extensão dos contratos de concessão.

Ressalte-se que o PPI, como de resto quase tudo na República, depende do que está por vir de Curitiba. No BNDES, a expectativa é que a Lava Jato não interrompa o processo de recuperação do investimento que se desenha no horizonte. A experiência com o denuncismo foi massacrante para a carteira de projetos do banco. Na Avenida Chile, a torcida é para que este embrionário ciclo de pedidos de financiamento para a infraestrutura ganhe corpo. Afinal, é para isso que o banco existe.

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29.11.16
ED. 5505

Neeleman transforma a TAP em trincheira

Bastaram poucos meses como acionista da TAP para David Neeleman mandar a diplomacia pelos ares e se indispor com o governo português e a francesa Vinci Airports, concessionária do aeroporto de Lisboa. O empresário, dono também da Azul, tem jogado sobre os ombros das autoridades locais e da operadora aeroportuária a culpa por atrasos no plano de expansão da companhia aérea. Ele alega que a TAP não consegue abrir mais duas rotas para os Estados Unidos e outras seis dentro da Europa por falta de espaço no aeroporto de Lisboa e pela má vontade da Vinci em resolver o problema. Hoje, a TAP mantém 25 voos semanais para cidades norte-americanas. Neeleman afirma que este número poderia chegar a 70, mas, para isso, é preciso que “Portugal seja mais eficiente”.

A relação se esgarçou ainda mais depois que Neeleman começou a usar a imprensa para desferir seus ataques. No início deste mês, em entrevista ao jornal português Expresso, chegou a dizer com todas as letras que “Somos todos uns idiotas. Não fazemos mais pelo turismo porque não temos espaço no aeroporto”, numa indireta mais do que direta às autoridades e à Vinci.

Para atravessar ainda mais o fado, David Neeleman resolveu levantar uma bandeira polêmica. Como forma de pressionar a Vinci, tem defendido a transformação da base militar de Montijo, do outro lado do Rio Tejo, em um aeroporto civil. Trata-se de um empreendimento que costuma causar urticária na maioria da população portuguesa. Os estudos para o projeto começaram no governo do então primeiro-ministro José Sócrates, envolvido em uma série de denúncias de corrupção.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: TAP.

 

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29.11.16
ED. 5505

O ouvidor

Paulo Otto Von Sperling, ex-assessor de José Dirceu e ex-ouvidor da Petrobras, está processando a companhia. Sperling foi afastado da estatal em maio de 2015, em meio à Lava Jato. O que se diz na Petrobras é que, em seis anos à frente da ouvidoria, ele teria dado andamento apenas a duas investigações internas. A defesa de Von Sperling afirma que a ação se deve a “diferenças de verbas trabalhistas”. A Petrobras não quis se manifestar, alegando que o processo corre em segredo de Justiça.

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29.11.16
ED. 5505

Licitação

A espanhola Ferrovial é tida no governo como pule de dez para disputar a licitação do aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre, um dos quatro terminais que serão leiloados no primeiro semestre de 2017. Entre outros negócios, a companhia é operadora do aeroporto de Heathrow, em Londres.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Ferrovial.

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29.11.16
ED. 5505

Hasta la victoria

• O ex-presidente Lula ainda não decidiu se irá a Cuba para o funeral do amigo Fidel Castro. Seus advogados recomendam que não. Sua saída do Brasil neste momento, sobretudo pelo destino em questão, alimentará as maiores fantasias.

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29.11.16
ED. 5505

Baseado em fatos reais?

• Marcelo Crivella está convencido de que chegou a hora da sua vida virar um filme. Deve ser a proximidade com Luiz Carlos Barreto.

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29.11.16
ED. 5505

Combustível

O Grupo Ultra trabalha em um projeto guardado a sete chaves: uma turbinada na operação de e-commerce da rede Ipiranga.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Ultra.

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29.11.16
ED. 5505

Já é Natal no UBS

A saída de André Laloni da chefia do UBS na América do Sul foi comemorada pela equipe do banco no Brasil como antecipação das festas natalinas. Quem mais vibrou com o bye bye foi a presidente da operação brasileira do UBS, Sylvia Coutinho.

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