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Planos
10.11.16
ED. 5493

Todos os homens do presidente Trump

 A eleição de Donald Trump já pertence aos livros de história. A partir da agora, a pergunta é outra: quais serão os homens mais poderosos do mais poderoso dos homens? Blogs norte-americanos, como o Politico.com, já começam a montar o quebra-cabeças do futuro secretariado. Alguns nomes são tratados como pule de dez; outros como fortes probabilidades, sempre com as devidas ressalvas – não custa lembrar que o próprio Trump, há poucos dias, tinha 30% de chance de ser eleito. As maiores expectativas se concentram na escolha dos secretários de Estado e de Defesa. No primeiro caso, o mais cotado é o ex-presidente da Câmara dos Representantes, Newt Gingrich. Em comum com Trump, o estilo agressivo e o gosto por declarações polêmicas. No ano passado, disse que a ONU é um órgão ineficiente e corrupto. Outro postulante é o presidente do Comitê das Relações Exteriores do Senado, Bob Corker. Para a Defesa, as apostas recaem sobre o senador Jeff Sessions, ex-conselheiro para a segurança nacional, e o ex-senador Jim Talent.  A Secretaria do Tesouro deverá manter a tradição, especialmente entre os republicanos, da porta giratória entre o mercado financeiro e Washington. O favorito é o diretor financeiro da campanha de Trump, Steven Mnuchin, que passou pela Goldman Sachs e recentemente comandava a Dune Capital Management. Para o posto de secretário do Interior, o mais cotado também vem da iniciativa privada: Forrest Lucas, fundador da petrolífera Lucas Oil. Corre por fora Robert Grady, ex-oficial da Casa Branca no governo George Bush. Para a nevrálgica Secretaria de Comércio, quem é apontado como principal candidato é Wilbur Ross, que guarda alguma familiaridade com o discurso de Trump de proteção às corporações nacionais e de recuperação de empregos. Investidor agressivo, conhecido por aquisições alavancadas de empresas em dificuldade, Ross tem um longo histórico de reestruturações corporativas.  Uma personagem cercada de polêmica, bem ao estilo Trump, é Myron Bell, cotada para o comando da Agência de Proteção do Ambiente. Bell é conhecida por ruborizar os verdes. Já insinuou que o aquecimento global é uma fraude da União Europeia para prejudicar a economia norte-americana. Outra peça controversa é Boris Epshteyn, um jovem de 34 anos. Nos Estados Unidos não há muita clareza de que função ele poderá ocupar, embora sua influência no futuro governo independa de cargo. Republicano de carteirinha, banqueiro e advogado, foi um dos estrategistas políticos da campanha de Trump. Como o nome sugere, Boris nasceu na antiga União Soviética e vive nos Estados Unidos desde os 11 anos. Um de seus ativos é a boa relação com o Kremlin. Organiza um evento chamado “Invista em Moscou”, um convescote por onde circulam empresas russas e norte-americanas. Há dois anos, foi preso acusado de agressão em um bar de Scottsdale, no Arizona. Não há registro se bebia um bourbon ou vodka.

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10.11.16
ED. 5493

Relação exterior

 José Serra mantém uma inusitada política de disclosure de suas atividades ministeriais. O site do Itamaraty detalha todas as viagens de Serra ao exterior, mas não repete a prática em relação à rotina do ministro em terras brasileiras. Durante o mês de outubro, por exemplo, passou três semanas sem registrar um só compromisso oficial.

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10.11.16
ED. 5493

Previdência

 Lírio Parisotto dividiu em suaves prestações os mais de R$ 200 milhões que tem a receber pela venda de sua participação em ativos na área da área de mídia em Santa Catarina. Em boa hora. Como se sabe, sua ex-companheira Luiza Brunet entrou na Justiça pedindo o reconhecimento de união estável e metade do patrimônio acumulado pelo empresário nos cinco anos em que estiveram juntos. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Innova (Lírio Parisotto).

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10.11.16
ED. 5493

Mémoire

 O novo CEO do Itaú, Cândido Bracher, foi um grande entusiasta da construção do Grupo EBX, de Eike Batista. Bracher ficava maravilhado com a engenharia de abertura de capital sem lastro. Eike, com seu estilo graçola, o chamava de “meu amigo banqueiro”. Ao que consta, a amizade esfriou.

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10.11.16
ED. 5493

Descuido

 Curioso: ontem à tarde, mais de 24 horas após a invasão da Assembleia Legislativa do Rio, o presidente da Casa, Jorge Picciani, ainda não havia ordenado a retirada da faixa colocada pelos manifestantes na entrada do parlamento: “Fora Pezão”.

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10.11.16
ED. 5493

Fundo rural

 O fundo de pensão Canada Pension Plan Investment Board tem algumas centenas de milhões de dólares reservados para a compra de propriedades agrícolas no Brasil.

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10.11.16
ED. 5493

Fora da bolsa

 A fusão com a austríaca RHI deverá levar ao fechamento de capital da Magnesita na Bovespa. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Magnesita.

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10.11.16
ED. 5493

Ouro baiano

 A canadense Yamana Gold vai investir cerca de US$ 80 milhões na cidade de Santaluz, onde tem reservas de ouro estimadas em mais de 26 milhões de toneladas. As atividades dos canadenses na região ficaram praticamente paradas por dois anos. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Yamana Gold.

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10.11.16
ED. 5493

Fora dos gramados

O empresário Neville Proa estaria em busca de um comprador para a Viton 44, fabricante, entre outras marcas, do Guaraviton. A companhia teria perdido gás por conta de dívidas bancárias e da queda das vendas. No início deste ano, a crise já havia obrigado a Viton 44 a romper os contratos de patrocínio com o Vasco e o Fluminense. Em cinco anos, a empresa desembolsou mais de R$ 110 milhões nos quatro grandes clubes do Rio – para se ter uma ideia do que o número representa, nesse período só a Caixa Econômica gastou mais no futebol. À época, a Viton 44 era comparada à Unimed-Rio, que ficou conhecida pela fortuna injetada no Fluminense. Hoje, Proa tem calafrios ao ouvir a comparação. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Viton 44.

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10.11.16
ED. 5493

Dólar turismo

 Está difícil para a Embratur honrar os gastos das suas representações no exterior. Na estatal, já se fala no fechamento de escritórios. Procurada, a estatal afirma que os contratos foram renovados e o orçamento do ano passado, mantido.

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