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Planos
07.11.16
ED. 5490

Estatais mandam a conta do ajuste para os atletas olímpicos

 O governo Temer está prestes a servir um tira-gosto da sua nova política para o esporte. O prato raso será colocado à mesa no fim deste mês, quando se encerra o atual contrato de patrocínio dos Correios com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). A estatal vai anunciar uma drástica redução nos valores repassados à entidade. No último ciclo olímpico, os Correios desembolsaram cerca de R$ 95 milhões. Estima-se que a cifra cairá a menos da metade. Trata-se de uma medida com forte impacto simbólico: a empresa patrocina a natação brasileira desde 1991, naquela que é a mais longeva parceria entre uma estatal e uma confederação esportiva no país. É apenas o começo: o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, já sinalizou a dirigentes de outras entidades que, nos próximos três meses, todas as estatais vão rever ou mesmo rescindir seus respectivos contratos de patrocínio esportivo. Será a suada “contribuição” dos atletas brasileiros para o ajuste nas contas públicas.  Na prática, as estatais se tornaram agentes de políticas públicas para o esporte, com forte peso na formação de atletas. Nos últimos quatro anos, elas injetaram quase R$ 2,5 bilhões em mais de duas dezenas de confederações. Ou seja: foram praticamente R$ 600 milhões por ano, mais de três vezes o valor total do Bolsa Atleta – R$ 160 milhões em 2016. É praticamente impossível encontrar uma modalidade olímpica que não seja visceralmente dependente de uma empresa pública. O BNDES apoia a canoagem e o hipismo. A Caixa é o banco pagador do atletismo, da ginástica, do ciclismo, entre outros. A Petrobras garante o judô e o boxe. A Eletrobras tem uma longa parceria com o basquete. O Banco do Brasil patrocina a vela, o pentatlo e, sobretudo, o vôlei. Todos levarão uma cortada do ajuste econômico. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Correios.

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07.11.16
ED. 5490

Os loopings da Corporación América

  As relações entre o governo e a argentina Corporación América, que administra os aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante (RN), passam por um período de turbulência. O motivo é a súbita pressão da companhia para que a ANAC reduza o valor de outorga do terminal potiguar. A justificativa dos argentinos  é que existe um   desequilíbrio econômico-financeiro na concessão da ordem de R$ 1 bilhão. Pode até ser. Mas o timing do pedido de revisão do contrato foi muito mal recebido na Casa Civil e na Secretaria de PPIs, responsáveis pela formatação dos novos leilões do setor.  A Corporación América recorreu à ANAC pouco depois de ter recebido um importante afago de Brasília. Os editais elaborados pela equipe de Moreira Franco, secretário das PPIs, não terão qualquer cláusula de barreira. Ou seja: grupos que já mantêm participação em outros consórcios poderão participar livremente das futuras licitações. O governo atendeu a um pleito dos investidores, a começar pela própria Corporación Américas. Não satisfeitos com a mão, agora, ao que parece, os argentinos querem o braço inteiro.

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07.11.16
ED. 5490

Quem vai colocar o guizo no gato da Loman?

 Os juízes do Supremo olham para o teto quando o tema é a revisão da Lei Orgânica da Magistratura (Loman). É um assunto delicado. A presidente do STF, Carmem Lúcia, pretende iniciar os trabalhos em sua gestão. Mas é provável que a votação fique para o seu sucessor. A principal dúvida é justamente quem será o presidente do Supremo quando a nova Loman for votada: provavelmente José Dias Toffoli ou Luiz Fux, que, nesta ordem, serão os prováveis futuros presidentes do STF. A Loman nunca foi revista desde a Constituição de 1988 e é uma das garantias do comportamento arbitrário e desmedido dos juízes do Supremo. Ela, no máximo, constrange os togados.

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07.11.16
ED. 5490

Minha aldeia

 O prefeito eleito de Porto Alegre, Nelson Marchezann Júnior, quer criar uma super Secretaria de Desenvolvimento que cairia como uma luva em Jorge Gerdau. O problema é convencer o eterno “ministeriável” a se contentar com um cargo em sua província. Em tempo: a família Johannpeter Gerdau foi uma das mais importantes financiadoras da campanha de Marchezan, com aproximadamente R$ 250 mil em doações.

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07.11.16
ED. 5490

Rachadura

 O “consórcio” Fla-Flu começa a dar sinais de fissura em relação ao projeto Maracanã. Os tricolores passaram a defender a municipalização do estádio e uma parceria com a Prefeitura; os rubro-negros só entram no negócio se os clubes tiverem 100% da gestão.

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07.11.16
ED. 5490

Remendo

 Antes tarde do que nunca, a Petros está montando um novo comitê de compliance, um upgrade em relação ao já existente e, pelo visto, pouco efetivo comitê de reavaliação de investimentos. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petros.

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07.11.16
ED. 5490

Negócio da China

• Ao pagar US$ 20 milhões por 2% da Cofco Meat, Abilio Diniz está convicto de que a BRF assegurou o passaporte para a aquisição de frigoríficos no fechado mercado chinês.

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07.11.16
ED. 5490

Criança Feliz

 Um mês após o seu lançamento, o programa “Criança Feliz” ainda não saiu dos gabinetes de Brasília.

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07.11.16
ED. 5490

Resseguro

A China Reinsurance tem planos de entrar no Brasil. O alvo prioritário é o IPO do IRB, que deve ocorrer em 2017. A companhia chinesa tem forte atuação em resseguros para o setor elétrico. Qualquer semelhança com o avanço das conterrâneas State Grid e Three Gorges no Brasil não é mera coincidência.

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