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Planos
10.10.16
ED. 5472

Unimed-Rio divide a conta da UTI com Celso Barros

 Celso Barros pode até ter se “esquecido” da Unimed-Rio, mas os cinco mil cooperativados da Unimed-Rio não se esqueceram de Celso Barros. Em meio à gravíssima crise financeira e ao crescente risco de liquidação do plano de saúde, os associados da empresa aprovaram a abertura de uma ação de responsabilidade contra Barros, destituído da presidência da cooperativa em julho. A medida deverá se estender também a outros nomes da antiga diretoria, como Alfredo Cardoso, que ocupou a superintendência-geral da operadora de medicina de grupo entre março de 2015 e julho deste ano. Os médicos – em especial o grupo político “Segunda Opinião”, que sempre fez oposição a Barros – querem o bloqueio do patrimônio pessoal do pediatra e de outros ex-executivos para cobrir as perdas da empresa, que carrega um passivo próximo dos R$ 2 bilhões.  Em assembleia realizada no último dia 27 de setembro, os cooperativados da Unimed-Rio se recusaram a fazer um aporte em torno de R$ 500 milhões na empresa. A decisão colocou ainda mais dúvidas sobre a capacidade de sobrevivência do plano de saúde. Dirigentes da própria Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) já declararam que a solução para os problemas financeiros da Unimed-Rio passa obrigatoriamente pela capitalização. A empresa ainda tenta outro caminho, com a venda de ativos, a começar por um hospital na Barra da Tijuca. Seu patrimônio, no entanto, da ordem de R$ 1 bilhão, cobre apenas a metade do passivo total.  Independentemente do receituário que a UnimedRio vai adotar, a firme disposição dos cooperativados é trazer o ex-todo poderoso Celso Barros para o centro do problema. Entre os sócios da empresa, predomina o sentimento de que, em certa medida, sua destituição da presidência foi muito mais um prêmio do que um castigo. Hoje, o médico e a companhia parecem viver em mundos diferentes. Nos últimos dias, enquanto o risco de liquidação extrajudicial da empresa dispara, Barros tem dedicado seu tempo a uma série de reuniões para traçar sua estratégia de campanha nas eleições à presidência do Fluminense. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Unimed-Rio.

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10.10.16
ED. 5472

Sabesp monta PPP para vedar seus vazamentos

  A Sabesp vai recorrer a uma Parceria Público-Privada (PPP) para combater um de seus maiores problemas: o desperdício de água. A medida representará um razoável alívio sobre o caixa da estatal. A companhia dividirá com o novo sócio investimentos estimados em R$ 2,5 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. Estes recursos serão aplicados na modernização da rede de distribuição e na troca de equipamentos obsoletos, responsáveis pelo “pinga-pinga” que custa à empresa mais de R$ 600 milhões por ano – algo equivalente a 5% do seu faturamento ou pouco menos da metade do lucro da companhia no primeiro semestre (R$ 1,4 bilhão). O futuro sócio privado e a própria Sabesp vão se remunerar com um percentual sobre a receita recuperada. Ou seja: quanto maior a eficiência na contenção de vazamentos maior a rentabilidade da PPP.  Por conta da má conservação da rede e da ineficácia dos programas implantados até hoje, a Sabesp perde cerca de 300 bilhões de litros de água por ano, o suficiente para abastecer quase 11 milhões de pessoas em igual período – ou seja, uma cidade de São Paulo inteira. Outro desafio da PPP será combater a gatunagem, um capítulo à parte. São mais de 120 mil ligações clandestinas no estado, que sorvem cerca de 2,5 bilhões de litros não contabilizados e faturados pela Sabesp.  O mais recente dos programas de combate ao desperdício adotados pela Sabesp previa a redução dos níveis de perda para 19% da água distribuída até 2019. No entanto, este índice só cresceu nos últimos três anos, aproximando-se dos 40%. A meta estabelecida para a futura PPP é mais realista: 25%, exatamente a média das maiores concessionárias de saneamento do país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sabesp.

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10.10.16
ED. 5472

Nome para a Prev

 O presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, articula a indicação de Ricardo Oliveira para o comando da Previ. O executivo ocupou a vice-presidência de Governo do BB até maio de 2012, quando foi afastado após uma suposta manobra para derrubar o então nº 1 da fundação, Ricardo Flores. Do ponto de vista político, Oliveira é o que se pode chamar de uma fonte bivolt: consegue a proeza de transitar do PSDB ao PT.

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10.10.16
ED. 5472

Conexão Londres

 A incorporação da Magnesita pela austríaca RHI foi a primeira grande alquimia societária conduzida por Fersen Lambranho a partir de Londres, para onde se mudou há dois anos. Um dos comandantes em chefe da GP, principal acionista da fabricante de refratários, Fersen se dedica ainda à montagem de um novo fundo de investimentos. A operação se dará com a placa da Splice, braço da GP na Suíça.

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 Na esteira do seu enorme prestígio, o juiz Sérgio Moro colocou a Maçonaria na moda. Pelo menos na cidade de Curitiba. Moro é grão-mestre da mística fraternidade. •••   A primeira-dama Marcela Temer vai visitar alguns estados para lançar o “Criança Feliz”. Tudo de forma muito comedida. •••  Clarissa Garotinho, filha do ex-governador Anthony Garotinho, tem lugar assegurado em um eventual governo de Marcelo Crivella no Rio de Janeiro.

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 Além do Itaú e do Ultra, as gestoras norte-americanas KKR e Blackstone estão entre os investidores que conversam com o Citi, adviser da venda da BR Distribuidora.

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