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Planos
03.10.16
ED. 5467

Padilha busca a cura da “joaquinização” do governo

 O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, é quem mais sofre no governo com a morosidade na aprovação das reformas. Padilha é um parlamentar profissional, mas tem um coração verde oliva – lembra, fisicamente, um primo do general Ruben Ludwig, o “Rubão”. Se pudesse, empurrava as reformas goela adentro. Às favas, pois, com o Congresso, a tramitação e seus ritos. O “general Padilha” tem seus motivos para essa alergia a atrasos na área econômica. Do quarteto fantástico – Michel Temer, Moreira Franco, Geddel Vieira Lima e o próprio Padilha – ele é o mais sensível à moléstia da “joaquinização” que acometeu o governo anterior. Por “joaquinização”, entenda-se uma referência à performance do ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que passou um ano no cargo sem conseguir executar as políticas econômicas devido à relutância do Legislativo. Na visão de Padilha, o governo Temer tem se deparado com um ambiente menos cooperativo no Congresso do que se imaginava. Trata-se de uma resistência gelatinosa, dissimulada, mas forte o suficiente para atrasar os ponteiros do relógio do governo.  A PEC do Teto carrega sintomas típicos da “joaquinização”. Padilha costuma dizer que ela tem 14 meses se debatendo na placenta parlamentar, contando o tempo em que foi elaborada pelo próprio Joaquim Levy até os dias correntes. Há interveniências de todos os tipos. A Procuradoria Geral da República já entrou com um mandado suspensivo por considerar a PEC inconstitucional devido às restrições com gastos na saúde. Há propostas de criação de um gatilho para mudar o índice de correção das despesas públicas e de alteração do prazo de revisão da PEC (fala-se em 20 anos, 10 anos, sete anos). Existem ainda manifestações do corporativismo no Congresso de toda ordem e feitio. Padilha acha que só o envio de um projeto de reforma em urgência absolutíssima combateria a enfermidade da “joaquinização”. Pensa até, no caso da reforma da previdência, em mandar uma PEC em aberto, um monstrengo que permitiria sua alteração durante um determinado tempo de carência, ou seja, o indexador era um, muda-se para outro; o piso de determinado gasto era um, passa a ser outro, e assim vai.  Reza a cartilha da infâmia na arte de governar que a “joaquinização” de um governo não se manifesta apenas numa atitude menos colaborativa do Legislativo. Vide o caso das concessões. O governo requentou projetos, catou o que tinha e o que não tinha para oferecer à iniciativa privada, mas ainda não há prazo para que os primeiros ativos sejam colocados na gôndola. Os editais sequer foram rascunhados, até porque não se sabe quem vai elaborá-los. Assim é quando a famigerada doença se alastra: o governo sabe o que fazer, todos os enunciados estão postos, mas quase nada anda. Padilha sabe que as expectativas levarão o governo Temer às trevas. Portanto, tem de enviar um projeto de reforma, de preferência dois, ao Congresso Nacional. Se não curar a “joaquinização”, o governo Temer já nasce morto.

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03.10.16
ED. 5467

Parente agradece

  O deputado José Carlos Aleluia (DEM/BA), relator do projeto de lei que tira da Petrobras a obrigação de ser a operadora de todos os blocos do pré-sal, conseguiu o apoio das lideranças dos partidos da base do governo e até de oposição, como o PDT, para levar a matéria ao plenário da Câmara neste mês. Se não houver alteração, o PL seguirá direto para sanção presidencial.

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03.10.16
ED. 5467

Eletrobras

 A Eletrobras vai vender em até cinco lotes as 174 participações que tem em Sociedades de Propósito Específico (SPE) nas áreas de geração e transmissão de energia elétrica. Cada lote terá um adviser diferente e a divisão seguirá critérios de proximidade geográfica dos ativos e nível de receita. A estatal espera arrecadar ao menos R$ 20 bilhões com os negócios.

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03.10.16
ED. 5467

Ouro de tolo

 O Brasil parece ter perdido o brilho nos planos da inglesa Guyana Frontier Mining. A companhia procura um comprador para a mina de ouro Falcão, em Carajás, no Pará. São quatro licenças de exploração em uma área de 32 mil hectares. Trata-se do único ativo dos ingleses no país. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Guyana Frontier

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03.10.16
ED. 5467

Em nome do rei

 Representantes do Salic , fundo de investimento ligado à família real da Arábia Saudita, têm percorrido o Centro-Oeste em busca de terras.

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03.10.16
ED. 5467

Contra o relógio

 A Abengoa corre para vender boa parte de seus ativos de transmissão no Brasil até dezembro. Os espanhóis tentam evitar que as concessões sejam retomadas e relicitadas pelo governo.

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03.10.16
ED. 5467

Acostamento

 A norte-americana Navistar postergou para 2017 a decisão sobre a reabertura ou não da sua fábrica de caminhões em Canoas (RS). A planta foi fechada “temporariamente” em dezembro de 2015, com a promessa de que a decisão seria revista ao longo deste ano. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Navistar

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03.10.16
ED. 5467

Pezão 2017

 No que depender dos médicos, Luiz Fernando Pezão só reassumirá o governo do Rio em janeiro de 2017. Mas a decisão dependerá dos novos exames previstos para o fim do mês. Na última semana, sua licença do cargo foi estendida até 31 de outubro.

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 O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, teria colocado à venda uma das duas coberturas de sua propriedade no luxuoso condomínio Les Residences Saint Tropez, na Barra da Tijuca. Um dos imóveis foi comprado em 2015 junto ao empresário Wagner Abrahão, do Grupo Águia, antigo parceiro comercial da CBF, por aproximadamente R$ 5,2 milhões. A outra aquisição é considerada uma das maiores pechinchas do mercado imobiliário carioca dos últimos tempos: apenas um ano antes, Del Nero teria pago somente R$ 1,6 milhão por uma cobertura similar. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CBF.

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03.10.16
ED. 5467

Novos tempos

 Com os seguidos lucros trimestrais do Banco Votorantim, os Ermírio de Moraes já acham que não precisam tanto do Banco do Brasil por perto.

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