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Planos
27.09.16
ED. 5463

Air Products quer IBG para blindar sua posição no Brasil

 A norte-americana Air Products estaria em negociações para a compra da Indústria Brasileira de Gases (IBG). Segundo fontes familiarizadas com a operação, estima-se que o acordo alcance os R$ 300 milhões. Controlada por ex-executivos do setor capitaneados por Newton Oliveira, a companhia faturou no ano passado cerca de R$ 200 milhões. Seus contratos em carteira representam pouco mais de 3% das vendas de gases industriais do país. Em números absolutos, o índice soa modesto. No entanto, a IBG é a última empresa nacional com participação de mercado razoavelmente significativa que ainda não caiu na rede de grupos estrangeiros.  Ao fechar a aquisição, a Air Products dará dois tiros certeiros com um só disparo. Elevará sua participação de mercado para algo em torno de 15% (com R$ 1,7 bilhão em vendas anuais) e automaticamente vai tirar de circulação um ativo capaz de alterar a posição de forças do setor. Uma das preocupações dos norte-americanos é se proteger de uma eventual ofensiva da alemã Linde sobre a IBG. Neste caso, os germânicos ultrapassariam a própria Air Products e tomariam a vice-liderança do segmento, com 14%. É o possível para os “meros mortais” do setor. A Praxair, uma espécie de AmBev dos gases industriais, segue inatingível no topo do mercado, com 63% de participação. Procurada, a IBG nega a venda do controle. Já a Air Products não quis se pronunciar.  A Air Products passou recentemente por maus bocados. Condenada por formação de cartel em um processo que tragou todos os grandes grupos do setor, foi multada pelo Cade em R$ 226 milhões. Os norte-americanos ameaçaram encerrar suas operações no país caso tivessem de desembolsar esse valor, uma mordida equivalente a 20% do seu faturamento anual no mercado brasileiro. Bravata ou não, nunca se saberá ao certo, uma vez que a Air Products livrou-se da sentença do Cade, revogada pela Justiça Federal de Brasília. Sem essa espada sobre suas cabeças, os norte-americanos voltaram a focar na expansão da sua operação no Brasil, onde as vendas de gases industriais movimentam mais de R$ 5 bilhões. A Air Products é um antigo objeto de cobiça. Além de ser o fiel da balança na disputa pela vice-liderança do setor, a empresa tem 15 plantas de produção razoavelmente modernas, o que dispensa a necessidade de investimentos de maior monta. Além disso, a companhia tem uma relação de dívida líquida/patrimônio de dois para um, a menor do setor.

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27.09.16
ED. 5463

Funcef sai da Gafisa pela porta dos fundos

 A venda de ações da Gafisa realizada pela Funcef na semana passada é apenas o início do fim. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão pretende se desfazer integralmente da sua participação na incorporadora imobiliária – já reduzida de 6,3% para 4,6%. O que chama a atenção neste caso é o timing do desinvestimento. Pode ser apenas uma coincidência, mas o fato é que a venda em bolsa de títulos da Gafisa ocorreu somente 15 dias após o advento da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão.  Funcef e Gafisa – esta, ainda que de maneira indireta – foram duas das protagonistas da ação conduzida pela Polícia Federal no início deste mês. Na ocasião, a PF cumpriu o mandato de prisão temporária de Mauricio Marcellini Pereira, então diretor de investimentos da fundação e representante da entidade no Conselho da Gafisa. Marcellini chegou a ser afastado do board da incorporadora, mas ontem foi reintegrado ao cargo. No entanto, segue fora do comitê de auditoria da empresa. Procurada, a Funcef disse “não ter porta-voz disponível” para tratar do assunto.  O investimento da Funcef na Gafisa está diretamente associado à gestão de Mauricio Marcellini. O fundo de pensão teria atingido a posição superior a 6% do capital no fim de 2012, poucos meses depois de Marcellini assumir a diretoria de investimentos. Toda esta construção, que já durava quase quatro anos, começou a ser desmontada. Ao reduzir sua participação para um patamar inferior a 5% das ordinárias, a Funcef automaticamente se distancia da administração da Gafisa. O fundo de pensão deverá perder seu assento no conselho da incorporadora.

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 A Camargo Corrêa incluiu a Santista, uma das líderes no mercado têxtil da América Latina, na lista de ativos à venda. A companhia já sondou dois bancos, entre eles, o Itaú, para atuarem como advisers. A Santista, com fábricas no Brasil e Argentina, responde por 5% da receita do grupo, de R$ 30 bilhões. •••  Por falar em Camargo Corrêa, a companhia e a Queiroz Galvão deverão fazer um aporte de aproximadamente R$ 300 milhões no Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A capitalização é fundamental para o estaleiro cumprir o acordo firmado com a Transpetro para a conclusão de oito petroleiros. O contrato deu ao EAS uma sobrevida de pelo menos dois anos. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Camargo Corrêa e EAS.

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 Marcelo Crivella está montando uma ampla biodiversidade de alianças. Após fechar um acordo com Anthony Garotinho, negocia o apoio do PSDB no segundo turno das eleições. Já teria, inclusive, ofertado um cargo em seu governo para o candidato tucano Carlos Roberto Osório.

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 Silvio Santos planeja voltar ao varejo de rua com a velha marca Baú da Felicidade. O empresário vendeu as lojas físicas da rede para o Magazine Luiza em 2011.

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27.09.16
ED. 5463

Um novo mergulho

 A Caixa Econômica estaria contratando uma auditoria externa para mergulhar nos contratos de financiamento firmados por meio do FI-FGTS , administrado pelo banco. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Caixa Econômica.

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27.09.16
ED. 5463

Partido dos Maia

 O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, está criando o seu próprio centrinho para ter força nas votações da casa. Cerca de 70 parlamentares de sete partidos têm se reunido com Maia e discutido uma agenda política na casa.

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