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Planos
14.09.16
ED. 5454

Ministério do Turismo desperdiça o legado olímpico

 Justo no momento em que o Brasil deveria surfar na onda olímpica para impulsionar o fluxo de visitantes estrangeiros, a Pasta do Turismo é um ponto cego na Esplanada dos Ministérios. Desde que Michel Temer assumiu interinamente a presidência, em maio, a área está acéfala: Alberto Alves ocupa o cargo de ministro interinamente. A indefinição política combinada aos graves problemas de orçamento têm afetado os principais projetos do Ministério. Os Jogos Olímpicos passaram e a Embratur não sabe se terá verba para viabilizar uma campanha de marketing no exterior com o objetivo de capitalizar o sucesso do evento. Até o momento, segundo o RR apurou, não há qualquer movimentação para o lançamento da concorrência e consequente contratação da agência responsável pela ação publicitária. A esquerda tem sido mais bem sucedida em vender o discurso do golpe no exterior do que o governo em propagandear as atrações turísticas do Brasil.  A participação em feiras e congressos internacionais, fundamental para o setor hoteleiro, também está sob risco. No ano passado, a estatal marcou presença em 15 eventos. Neste ano, o número não chegará a dez. Além disso, para alguns deles, a Embratur tem enviado apenas um funcionário, contra uma média de cinco no ano passado. Consultada pelo RR, a empresa confirmou “que as restrições orçamentárias impedem a execução de projetos de promoção turística no exterior”. A empresa informou ainda que está em tratativas com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) em busca de apoio para realizar uma “campanha consistente nos principais centros emissores de turistas”.  Em 2015, o orçamento da estatal para o Programa de Promoção Internacional ficou em US$ 17 milhões. Não deu nem para a saída. A comparação com outros países da América Latina, competidores diretos do Brasil na busca por turistas, chega a ser uma covardia. No ano passado, o México gastou mais de US$ 470 milhões para propagandear suas atrações no exterior. Colômbia e Equador, por sua vez, desembolsaram algo em torno de US$ 100 milhões cada um. Já a Argentina investiu US$ 57 milhões. Vá lá que o governo Michel Temer tenha outras prioridades, mas cada ponto percentual de queda na indústria do turismo significa uma perda de aproximadamente R$ 2 bilhões.

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14.09.16
ED. 5454

Contencioso da Saraiva tem novo capítulo

 Os controladores da Saraiva não vão se livrar tão facilmente do minoritário Mu Hak You, afastado do conselho da companhia por uma decisão judicial. Dono da gestora GWI e detentor de 33% das preferenciais da rede de livrarias, You está buscando o apoio de outros acionistas para exigir na Justiça a realização de uma auditoria externa na empresa. Um dos investidores mais importantes é Vicente Costa Neto, da H11 Capital. Detentor de 10% das PNS, Neto também questiona a Saraiva na CVM, exigindo o pagamento dos dividendos de 2015. O alvo de Mu Hak You são os bônus pagos aos administradores da Saraiva e, em última linha, aos próprios acionistas, hegemônicos no Conselho. You mira, notadamente, nas bonificações distribuídas no ano passado em cima da venda do braço editorial da Saraiva.  Mu Hak You acusa a Saraiva de ter inflado as bonificações com o intuito de aumentar as retiradas dos próprios acionistas, causando perdas aos minoritários.  O tiroteio entre Mu Hak You e os Saraiva se intensificou nos últimos três meses, com disparos de parte a parte. O mais recente foi feito pela rede de livrarias, que entrou com uma ação de responsabilidade contra o investidor, automaticamente forçando sua saída do Conselho. Apenas pró-forma, é bem verdade, uma vez que ele foi substituído pelo próprio filho, Thiago Hi Joon You. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Saraiva e GWI.

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 A CCCC tem ido com muita sede ao pote do grupo Camargo Corrêa. Além da compra da construtora, os chineses demonstraram interesse em adquirir a participação de 17% da companhia na CCR, concessionária de rodovias. Mas, nesse caso, a CCCC terá de disputar com a gestora norte-americana Advent, que também procurou a Camargo Corrêa para negociar. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Camargo Corrêa.

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 O chanceler José Serra vai acabar tendo sua estátua erguida pelo setor sucroalcooleiro. Serra negocia com o presidente Mauricio Macri, a redução de 10% para 5% da alíquota de importação de açúcar pela Argentina. Conseguiu ainda o apoio do dirigente portenho para que o Mercosul somente aceite retomar negociações com a União Europeia se o etanol for incluído entre os itens do acordo de livre comércio.

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14.09.16
ED. 5454

Roland Garros

 No mundo das raquetes, há uma mobilização para que Gustavo Kuerten assuma a administração do estádio olímpico de tênis, no Rio. Guga é visto como o nome ideal para atrair parceiros e patrocinadores para a arena.

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14.09.16
ED. 5454

Pequeno gigante

 Devagar, devagarinho, o investidor ativista Silvio Tini já soma quase 6% de ordinárias da Gerdau. Tini é conhecido por azucrinar a vida de acionistas controladores.

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14.09.16
ED. 5454

Deficiência na comunicação

 O triunvirato que cerca Michel Temer do Planalto – Moreira Franco, Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima – acha que o governo tem um problema sério de comunicação. A percepção de que as medidas oficiais sofrem de lentidão não teria base na realidade e seria, sim, uma deficiência da comunicação. O nome dos sonhos de Temer é o jornalista Merval Pereira. Experiente, conhecedor dos meandros da política e embaixador do Grupo Globo. É uma opção difícil. Mas se não der, Temer já se contentaria com alguém assim como Miguel Jorge, que, por sinal, está na pista.

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14.09.16
ED. 5454

Serial killer

 Após trocar o comando da Funcef, o novo alvo na linha de tiro do governo é o presidente da Previ, Gueitiro Guenso.

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