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Planos
13.09.16
ED. 5453

Privatizações e Lava Jato têm encontro marcado no PPI

 A segunda-feira foi de bate-cabeças no Palácio do Planalto. Muitas ideias, poucas decisões. Ontem à noite, a poucas horas da primeira reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), ainda não havia uma definição dos projetos e do pacote de benefícios aos futuros investidores que serão levados para o encontro de hoje, em Brasília. O secretário Moreira Franco passou o dia catando pedacinhos de programas anteriores. Até raspas e restos do velho PAC foram usados para dar um toque sinfônico, digamos assim, à apresentação. Colocar vértebras no projeto talvez seja o menor dos problemas. O núcleo duro do Planalto – leia-se o próprio Moreira, Geddel Vieira Lima e Eliseu Padilha – está ciente de que o governo perdeu o que seria o grande ativo para a realização de um programa de privatizações em larga escala: uma espécie de leniência coletiva, ou seja, um grande acordão que permitisse às maiores empreiteiras do país – tanto as já condenadas quanto aquelas ainda sob investigação – além dos grandes investidores, a exemplo dos fundos de pensão, purgar seus malfeitos, quitar seus débitos com a Justiça e, assim, voltar ao game das concessões.  Esta hipótese parecia ter sustentação em Michel Temer e seu grupo político. Puro desejo. O próprio presidente da República e alguns de seus mais próximos colaboradores – a começar exatamente pelo trio Moreira, Geddel e Padilha – são alvos de investigações da Lava Jato, o que automaticamente lhes tira a autoridade para articular uma solução dessa natureza. Um movimento neste sentido vindo dos lados do PMDB será visto como uma tentativa de abafar Curitiba. Ao mesmo tempo, qualquer facilidade ou benfeitoria no programa de desmobilização patrimonial teria a fragrância da suspeição. Ou seja: com o governo Temer, a Lava Jato tornou-se uma “doença” auto-imune.  As aflições do Planalto passam ainda pela crise econômica e pela tensão das ruas. O projeto de ajuste fiscal tem um delay entre a produção de mal estar e bem estar. Enquanto a sensação é de usurpação de direitos, piora da renda e do desemprego – em parte carry over do governo Dilma –, o ambiente de indignação ganha novos decibéis a cada dia. A maneira de mitigar o bordão “Fora Temer” seria entregar parte do que os movimentos sociais querem, entre outras ações suspendendo as reformas trabalhista e da previdência. Mas seu nome não seria Michel se lá estivesse para repetir o governo anterior.  Os ativos de Michel Temer começam a se queimar rapidamente. De maior avalista do seu governo e potencial candidato em 2018, Henrique Meirelles periga se transformar em um ministro insípido, silenciado pelo seu próprio e repetitivo discurso. Só o próprio Temer poderia salvar seu governo de se tornar cada vez mais ralo, com vigor, decisões enérgicas, capacidade de comunicação e carisma. Alguém viu esse Michel Temer por aí?

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 Nos últimos dias, o nome mais repetido na Invepar é o de Gustavo Rocha, demitido da presidência da companhia há menos de um mês. Entre seus ex-colegas, a aposta é que o executivo, mesmo fora da empresa, não passará incólume à Operação Greenfield, que, entre outras operações, investiga os investimentos da Previ , Petros e Funcef na holding de infraestrutura.

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13.09.16
ED. 5453

Bye, bye, Brazil

 Ciro Gomes, candidato à presidência, em 2018, pelo PDT, vai botar o pé na estrada. Nas próximas semanas, realizará o milagre da transmutação, visitando todos os diretórios estaduais do partido e participando da campanha em aproximadamente 100 cidades de médio e grande portes nas quais o PDT tem chances de vitória nas eleições municipais.

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13.09.16
ED. 5453

A terra de Soros

 Além dos chineses, o megainvestidor George Soros também é parte interessadíssima na aprovação do projeto que libera a venda de terras no Brasil para o capital estrangeiro. A Adecoagro, da qual Soros é o principal acionista, já soma cerca de 200 mil hectares de propriedades rurais no país. E quer muito mais.

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13.09.16
ED. 5453

Plantão médico

 Carlos Arthur Nuzman tem sido pressionado pela família a se licenciar da presidência do Comitê Olímpico Brasileiro para cuidar da saúde.

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13.09.16
ED. 5453

Cascalhos

 O Mubadala, de Abu Dhabi, e a holandesa Trafigura, que assumiram a MMX e já injetaram cerca de US$ 400 milhões na empresa, deverão fazer um novo aporte na mineradora. A capitalização pode chegar a US$ 300 milhões. O objetivo é abater parte da dívida da MMX, ainda acima de US$ 1 bilhão. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: MMX.

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13.09.16
ED. 5453

Térmica apagada

 A EDP está procurando um comprador para a termelétrica Pecém I, de 720 MW. Procurada pelo RR, a companhia disse “não confirmar” a negociação.

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13.09.16
ED. 5453

A nova jornada de Antonio Cabrera

„ Livre da sociedade que mantinha com a norte-americana ADM na usina de etanol de Limeira do Oeste (MG), Antonio Cabrera decidiu por uma trajetória independente no setor sucroalcooleiro, Vai retomar por conta própria a construção de duas usinas, projeto que foi cancelado pela ADM quando eram sócios. Cabreira, ministro da Agricultura no governo Collor, vai pisar nas pegadas dos yankees. Pretende comprar uma participação no capital da usina do grupo FIP Marseille. Adivinhem quem vendeu a planta industrial ao FIP Marseille? Adivinhão quem cravou a ADM . • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Cabrera.

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 Após a negociação da Nova Transportadora do Sudeste para a Brookfield, a Petrobras deverá anunciar até o fim do mês a venda da sua participação na Companhia Petroquímica de Pernambuco para a mexicana Alpek . • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Petrobras.

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13.09.16
ED. 5453

Ralph Lauren

 Mesmo com toda a crise, a grife norte-americana Ralph Lauren procura um local no Rio de Janeiro para instalar sua segunda loja no Brasil – a primeira está no Iguatemi de São Paulo.

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