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Planos
12.09.16
ED. 5452

Postal Saúde é uma carta fora dos planos dos Correios

O novo presidente dos Correios, Guilherme Campos, recebeu carta branca para mexer em um vespeiro. Criada em 2013, durante o governo Dilma Rousseff, para cuidar da assistência médica dos quase 120 mil funcionários da estatal, a Postal Saúde estaria com os dias contados. Segundo o RR apurou, a estatal estuda um novo modelo sem descumprir o Acordo Coletivo de Trabalho, que prevê assistência integral aos empregados. A terceirização da carteira, com a contratação de uma operadora de plano de saúde, seria a opção mais provável para a gestão do serviço.  Procurada, a estatal nega o fechamento do Postal Saúde e a terceirização do serviço. Está feito o registro. O fato é que o assunto vem sendo tratado internamente com o maior cuidado e discrição. Por ora, as discussões estão restritas ao alto-comando dos Correios. De antemão, a direção da estatal já contabiliza o risco de uma batalha jurídica. A medida deverá provocar fagulhas e faíscas junto aos empregados, que perderão poder sobre a condução de um negócio que movimenta mais de R$ 1,5 bilhão por ano. Hoje, todos os diretores da Postal Saúde são funcionários de carreira da estatal, a começar pelo atual presidente, Ariovaldo Câmara, que assumiu a presidência há apenas dois meses.  Os números depõem em alto e bom som contra a Postal Saúde. A empresa é uma “miniPostalis” – antes que alguém faça alguma interpretação enviesada, a comparação com o encalacrado fundo de pensão dos Correios diz respeito aos maus resultados financeiros. Segundo o RR apurou, seria necessário um aporte da ordem de R$ 2 bilhões para cobrir os gastos e prejuízos da subsidiária, cifra que os Correios negam. O que não dá para negar é que a saúde financeira da estatal não permite mais sobressaltos desta natureza. No ano passado, os Correios tiveram um prejuízo de R$ 2,1 bilhões. Some-se a isso o fato de que a companhia terá de abrir o caixa e se unir aos próprios empregados para cobrir o déficit atuarial do Postalis, superior a R$ 6 bilhões.

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12.09.16
ED. 5452

Operação Decantação avança sobre a Celg

 Em meio a um turbulento processo de privatização, a Celg ainda enfrenta o risco de um escândalo policial. Segundo o RR apurou, a Polícia Federal apura o envolvimento da empresa no esquema de corrupção investigado na Operação Decantação, que levou à recente prisão do presidente do PSDB de Goiás, Afreni Gonçalves, e do ex-secretário de Fazenda de Marconi Perillo e atual número 1 da Saneago, José Taveira Rocha. Há indícios de que a distribuidora de energia goiana também teria sido usada para desviar recursos públicos por meio de licitações fraudulentas. As irregularidades teriam ocorrido entre 2010 e 2012, quando, então, a Celg, em grave crise financeira, foi federalizada. Neste momento, a empresa passou à gestão da Eletrobras, e a fonte secou. Com isso, o esquema de corrupção teria se mudado de mala e cuia para a Saneago.  Em Goiás, o caso já é chamado de “Lava Jatinho tucana”. Segundo cálculos preliminares da PF, cerca de R$ 4,5 milhões em recursos públicos teriam sido desviados da Saneago para beneficiar políticos do PSDB. Esta cifra, no entanto, tende a se multiplicar caso fique comprovado que o esquema também agiu na Celg. No último dia 24 de agosto, a Operação Decantação cumpriu 120 mandados judiciais.  Trata-se de um fato a mais a tumultuar a vida da Celg, justo no momento em que o governo federal tenta se desfazer do seu controle. O leilão marcado para o último dia 16 de agosto foi suspenso por falta de candidatos. Nova tentativa está prevista para o dia 25 de novembro.

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12.09.16
ED. 5452

Ensino a distância

 Nas mãos da Kroton, a Estácio deixará de ser carioca, apesar de ter metade dos 330 mil alunos no Rio de Janeiro. O novo grupo controlador já prepara a mudança da sede para São Paulo, que deverá ser feita tão logo o Cade aprove a aquisição. Com a transferência, a Kroton pretende reduzir os custos administrativos, incluindo demissões. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Kroton.

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 O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, vai se reunir, em dezembro, com seus pares da Argentina, Uruguai e Bolívia para negociar a construção de um anel de gasodutos entre os cinco países. A Venezuela seria o quinto participante, mas pulou fora devido a sua derrocada financeira. O custo aproximado do negócio é de US$ 1,5 bilhão.

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12.09.16
ED. 5452

Dona do pedaço

 O Gávea, que já é o maior acionista individual da Hering, vai avançar ainda mais no capital da empresa. Sua meta é sair de 15% para 20% até o fim do ano.

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12.09.16
ED. 5452

Itochu sobre as águas brasileiras

 A Itochu quer comprar os 51% restantes da Queiroz Galvão na holding Águas do Brasil. Os nipônicos, donos de 49% do negócio, pretendem consolidar o capital integral da empresa. Além dessa aquisição, a Itochu estuda fazer uma oferta pela OAS Soluções Ambientais. Essa animação toda reflete o baixo preço dos ativos no Brasil, decorrente da valorização cambial e da Lava-Jato. Caso feche as duas transações, a Itochu chegará ao segundo lugar do ranking entre os grupos privados da área de saneamento, atrás apenas da Odebrecht Ambiental . • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Itochu e Queiroz Galvão.

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12.09.16
ED. 5452

Saneamento

 Há mais um ativo na prateleira do BTG. O banco colocou à venda sua participação de 27% na Estre Ambiental . • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: BTG.

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12.09.16
ED. 5452

Arbitragem

 Quem pensa que é muito cordial a convivência entre as raposas de Michel Temer está enganado. Recentemente, o secretário de Governo, Geddel Vieira Lima, e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, se espetaram devido a um by pass no relacionamento político com alguns estados. Por enquanto, é tudo xique-xique. Mas, se fosse para valer, Padilha ganhava.

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