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Planos
26.08.16
ED. 5442

CTG assedia AES Eletropaulo para tomar liderança da CPFL

 A China Three Gorges (CTG) prepara uma oferta de compra da Eletropaulo. O negócio será feito por intermédio da EDP – Energias do Brasil, controladora da EDP Bandeirante, de São Paulo, e da capixaba EDP Escelsa. Segundo a fonte do RR, muito próxima das negociações, a CTG está tratando do assunto há uma semana com a AES, controladora da Eletropaulo. No lado vendedor do balcão está Charles Lenzi, que foi o responsável pela venda da AES Sul para a CPFL. O executivo comanda a Eletropaulo desde o início do ano, quando foi feita uma separação dos negócios nas áreas de geração e distribuição. O objetivo do grupo norte-americano é focar sua atuação no Brasil em geração. Procuradas, CTG e AES não se pronunciaram.  A aquisição é vista pelos chineses da CTG como a grande chance para ter escala e disputar a liderança do segmento de distribuição no país, ultrapassando a CPFL. Com a compra da Eletropaulo, a EDP pulará da sexta para a segunda posição no ranking do segmento, com 13% de participação contra 14% da CPFL. Os chineses terão algumas vantagens em relação à concorrente com a aquisição. A Eletropaulo sozinha tem receita de R$ 14 bilhões, equivalente a 70% do faturamento da CPFL. Juntando a distribuidora paulista, a Bandeirante e a Escelsa, a EDP terá receita de R$ 23 bilhões e o maior mercado consumidor de energia do país.  O outro lado da moeda é que a CTG terá de resolver uma equação que a AES não conseguiu solucionar nos últimos anos. Apesar do aumento do faturamento da Eletropaulo, que subiu de R$ 9 bilhões em 2013 para R$ 14 bilhões no ano passado, a companhia paulista viu o lucro cair em dez vezes desde 2011. Hoje está apenas em R$ 100 milhões. O nível de endividamento ainda é alto e a qualidade do passivo também piorou. A dívida líquida esse ano é de R$ 3,9 bilhões contra R$ 3,5 bilhões em 2015. O custo, que era de CDI mais 1,43% a.a., está em CDI mais 1,85% a.a. A relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado subiu de 2,7 no primeiro trimestre de 2015 para 3,1 no mesmo período desse ano. Para completar, o prazo médio de amortização do endividamento caiu de 5,05 anos para 4,48 anos.  A CTG tem pressa nas negociações porque sabe que quanto mais o tempo passar maior será o risco de enfrentar concorrentes. A própria CPFL tem interesse na Eletropaulo, apesar da grande probabilidade de sofrer o veto ou ao menos restrições do Cade devido à participação quase monopólica no estado de São Paulo.

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26.08.16
ED. 5442

Klein e Aberdeen vão juntos ao shopping

 Michael Klein, que ficou mais conhecido por ter sido dono das Casas Bahia, abriu negociações com a Aberdeen para que a gestora de recursos entre no capital da CB, sua empresa de participações e investimentos. A CB tem R$ 2,5 bilhões em caixa e 350 imóveis com valor de mercado de R$ 4,5 bilhões. O plano de Klein é se capitalizar para adquirir shoppings no Brasil e em outros países da América do Sul. Consultadas, a CB e a Aberdeen negaram a transação.  Mas, segundo informação filtrada junto à CB, o ativo mais cobiçado por Klein é a General Shopping, uma das grandes no segmento de outlets, controlada pela família Veronezi. No início do ano, a Aberdeen fez um sobrevoo na General Shopping, mas não conseguiu fechar um acordo. Os Veronezi acharam baixo os valores apresentados pela Aberdeen. Se tivessem aumentado o preço na ocasião, estariam sorrindo de orelha e orelha. Depois de três anos de prejuízos – em 2015, chegou a R$ 550 milhões –, a General Shopping está enxergando o azul em 2016. As vendas aumentaram 10%. A companhia tem quatro outlets e mais 15 shoppings.  A Aberdeen é uma das maiores acionistas da Renner e tem na carteira R$ 21 bilhões em ativos sob sua gestão no país. A estratégia no mercado brasileiro passa por aquisições sempre como minoritários em empresas do setor. Ela veste como uma luva no plano de Klein de aumentar o capital da CB e crescer através da compra de novos shoppings. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: General Shopping.

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26.08.16
ED. 5442

Reluzente

 A exploração de ouro e cobre próximo à Serra Pelada é o mais novo xodó da anglo-suíça Glencore no Brasil. A companhia avança sobre a operação da australiana Avanco, dona da mina Antas Norte, na região, com reservas de 45 mil toneladas de concentrados de cobre. A Glencore já tem 8% das ações da companhia. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Glencore e Avanco.

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26.08.16
ED. 5442

Sem cancela

 Ecorodovias ameaça simplesmente devolver a concessão da ponte Rio-Niterói caso seja aprovado no Congresso o projeto de lei do deputado Esperidião Amin (PPSC), que dá isenção de pagamento a quem for morador da cidade onde está instalado o pedágio. Com a proposta, a perda de receita da operação deverá chegar a 50%. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Ecorodovias.

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26.08.16
ED. 5442

Sem muitas exigências

 O economista Edmar Bacha é candidatíssimo à imortalidade. Sua eleição é quase unanimidade na Academia Brasileira de Letras. Bacha escreveu alguns livros técnicos. E só. Parece que basta para a Academia.

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26.08.16
ED. 5442

Sola gasta

 A Adidas vai atrasar por um ano a produção local de vestuário e tênis da Reebok. O projeto deveria já estar em plena operação. Agora, não só será empurrado para 2017 como ainda será terceirizado na sua primeira fase. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Adidas.

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 O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, procura um nome para dirigir a Aneel. Romeu Rufino é visto no governo federal como carta fora do baralho em função de sua resistência aos cortes orçamentários da agência de energia elétrica.

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 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

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