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Planos
19.08.16
ED. 5437

Bertelsmann e Pearson fazem um dueto na área de educação

 Uma aliança anglo-saxônica, formada por dois gigantes globais da área de educação, promete chacoalhar ainda mais o mercado brasileiro. A alemã Bertelsmann e a britânica Pearson estão se unindo para a aquisição de universidades no país. De acordo com a fonte do Relatório Reservado, que conhece como poucos os movimentos dos ingleses no Brasil, a dupla deverá contar ainda com a luxuosa companhia da Bozano Investimentos, gestora de um fundo para a área de educação que tem os próprios alemães como principais cotistas. O objetivo da Bertelsmann e da Pearson é adquirir universidades de razoável porte que não podem mais ser incorporadas pelos grandes grupos do setor, a começar pela dobradinha Kroton/Estácio, porque fatalmente a operação esbarraria nos órgãos de defesa da concorrência. Enquadra-se nesse perfil a Unip, do empresário João Carlos Di Gênio, um dos ativos do setor mais cobiçados por investidores internacionais.  Alemães e britânicos têm um ponto em comum: por ora, não possuem ativos físicos na área de educação no Brasil. Tanto Bertelsmann quanto Pearson já compraram sistemas de ensino, mas se ressentem da falta de uma operação presencial que dê escala aos seus negócios no país. A operação tem como base financeira, além dos recursos de caixa da dupla, o fundo Bozano Educacional II, com R$ 800 milhões captados, sendo 40% da Bertelsmann. A proposta é que a Pearson compre cotas e amplie para R$ 1 bilhão os recursos disponíveis. Deverá ser ainda lançado outro fundo, desvinculado da Bozano e com estimativa de captação bem maior. No total, entre recursos próprios e do mercado financeiro, a Bertelsmann e a Pearson terão à disposição em torno de R$ 2 bilhões para o plano de aquisições de concorrentes de médio e grande portes.  As duas empresas já têm um ponto em comum no Brasil. São sócias da Companhia das Letras , com 45% da editora por meio da Penguin Random House. Os alemães e britânicos enxergam uma lição de sinergia entre os mercados editorial e de educação. As universidades compradas pela dupla formariam um mercado cativo para o material didático produzido por suas próprias editoras. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Bertelsmann e Pearson.

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19.08.16
ED. 5437

Dermage entra no receituário da Cimed

 O empresário João Adibe Marques, dono da Cimed, está seguindo um ambicioso receituário de aquisições. Além das negociações para a compra do Teuto – ver RR edição de 28 de julho –, Marques teria feito uma oferta pela Dermage. Uma das líderes do emergente mercado de dermocosméticos, a companhia fatura cerca de R$ 120 milhões, com um crescimento médio de 10% na receita desde 2010. A operação fará com que a Cimed não apenas estreie no segmento como ingresse também no varejo farmacêutico. Além da sua linha de produtos, a Dermage está presente em quase 500 pontos de venda. Ressalte-se que a Cimed já está desenvolvendo uma linha própria de dermocosméticos, com mais de 100 itens. A intenção é pendurar esses produtos na Dermage, aproveitando-se do peso da marca no segmento.  Em uma década, a Cimed pulou oito posições no ranking do setor até se tornar o sexto maior laboratório farmacêutico do país. Subiu esses degraus sem uma aquisição sequer. No entanto, Adibe Marques está convicto de que, a partir de agora, terá de mudar o princípio ativo da sua estratégia. Na sua avaliação, só com uma agressiva política de aquisições, a empresa conseguirá entrar no top five do setor, vencendo a distância que a separa do Aché: mais de R$ 800 milhões em vendas anuais. A eventual compra do Teuto, que fatura cerca de R$ 1,5 bilhão, cobriria esse percurso com sobras.

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19.08.16
ED. 5437

Jogo de búzios

 Há um clima pouco olímpico no Goldman Sachs quanto às previsões do quadro de medalhas da Rio 2016. O receio é que se repita o vexame ocorrido nos prognósticos da Eurocopa, quando o banco previu a vitória da França ou da Alemanha.

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19.08.16
ED. 5437

Fim de linha

O Calpers, fundo de previdência com US$ 300 bilhões em carteira, estaria em vias de romper uma longa parceria com a Hines no Brasil. O motivo é a modesta performance do fundo de real estate montado pela incorporadora norte-americana. Em seis anos, a carteira rendeu apenas 20%, muito aquém dos padrões do Calpers. Consultados, ambos negaram o fim da parceria.

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19.08.16
ED. 5437

Fora do ar

 Silvio Santos e Johnny Saad tentam persuadir o presidente Michel Temer a mudar a lei que restringe a 30% o capital estrangeiro nas emissoras de TV abertas. De antemão, é possível dizer que o pleito dos donos do SBT e da Band terá traço de audiência no Planalto.

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19.08.16
ED. 5437

Conta para dois

 A Copel busca um sócio para dividir a conta dos sete parques eólicos que está construindo no Rio Grande do Norte. A fatura é uma descarga elétrica: chega aos R$ 2 bilhões.

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19.08.16
ED. 5437

O medo e a união

 A prisão do executivo Othon Zanoide, da Queiroz Galvão, estreitou os laços entre os senadores Renan Calheiros e Valdir Raupp.

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19.08.16
ED. 5437

Dois corpos não ocupam o mesmo espaço

 A Fiat tem se mostrado pequena demais para abrigar os executivos Stefan Ketter e Cledorvino Bellini, respectivamente o ex e o atual presidente da montadora no Brasil. Não satisfeito com o comando da operação brasileira, Ketter vem tentando interferir em assuntos que cabem a Bellini na condição de nº 1 do grupo na América Latina. É o caso, por exemplo, das negociações de contratos de exportação com outros países da região. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Fiat.

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