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Planos
17.08.16
ED. 5435

Dório Ferman não merecia tamanha ingratidão

 Um dos mais longevos e leais colaboradores de Daniel Dantas, Dório Ferman tornou-se um refém do banqueiro, encarcerado pelas algemas de ouro que impedem sua saída do Opportunity. Notoriamente o grande estrategista da gestora de recursos, o economista e engenheiro não está conseguindo a concordância de Dantas para fazer a cisão da carteira, deixar o grupo e montar sua própria asset management. Consultado, o Banco Opportunity declarou que essa informação não procede. O fato é que o impasse tem gerado situações constrangedoras no dia-a-dia do banco. Dantas recusa-se a tratar do assunto. Nas reuniões, quando Dório entra na sala, o banqueiro não lhe dirige a palavra e se cala por completo, com o claro propósito de expô-lo diante dos demais. Acionista do Opportunity desde os tempos em que ele se chamava Banco Lógica, no início dos anos 80, e sócio de Daniel há 22 anos, Dório não merecia tamanho mau trato.  A cisão da gestora é fruto que Dório Ferman amadurece há alguns anos, notadamente a partir de 2008, quando passou dois dias preso por conta da Operação Satiagraha. Desde então, enfrenta forte pressão da família para se desvincular de Daniel Dantas, principalmente de seus dois filhos – um mora nos Estados Unidos e o outro, na Inglaterra. O próprio Dório costuma dizer que, se tivesse deixado a sociedade naquela época levando consigo seu valioso quinhão na gestora, teria sob sua administração um volume de recursos cinco vezes maior do que a atual carteira do Opportunity. Faz todo o sentido. O Custo Daniel Dantas é um peso difícil de ser carregado. Se o histórico de litigâncias e polêmicas do banqueiro não tem um impacto ainda maior sobre o desempenho comercial da gestora, isso se deve fundamentalmente à presença cleaner de Dório, além, é claro, de sua reconhecida competência para fisgar clientes e multiplicar riquezas. Apesar dos pesares, cabe ressaltar que o Opportunity é um negócio dos mais prósperos. Só as taxas de administração geram uma receita anual da ordem de R$ 180 milhões, com uma alta rentabilidade devido aos reduzidos custos operacionais. Ainda assim, o negócio mudaria de patamar no caso de uma cisão entre Daniel Dantas e Dório Ferman. A equação é simples: Opportunity menos Dório é praticamente igual a um family office.

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17.08.16
ED. 5435

Gás no estoque

 A decisão da ANP de licitar áreas para estocagem de gás natural em campos maduros está juntando a GDF Suez com a Stogas. A dupla está acertando um acordo para investir na compra de reservatórios no país. O Brasil ainda não tem mercado de estocagem de gás natural, comum na Europa.

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17.08.16
ED. 5435

PT x PT

 A intenção do ex-ministro Jaques Wagner de voltar ao governo da Bahia em 2018 já começa a ruir a boa relação que tem com seu sucessor, Rui Costa. O atual chefe do Executivo baiano tem escolhido candidatos a prefeito de sua confiança nas principais cidades do estado e não abre mão de disputar a sua reeleição.

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17.08.16
ED. 5435

Vela acesa

 O governo federal comemora o único caso de recuperação judicial de usina sucroalcooleira no primeiro semestre de 2016. Não é para menos. Nos últimos dez anos, em média, foram oito processos de recuperação por ano.

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17.08.16
ED. 5435

Serra 2

 O chanceler se prepara para mais uma negociação no âmbito do Mercosul. A bola da vez é a Argentina, que tem a intenção de abrir o mercado de ônibus urbanos. A medida atinge diretamente a Marcopolo, com 65% de share. Consultada, a empresa disse desconhecer o assunto.

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17.08.16
ED. 5435

Linhão

 A Eletrobras pretende se desfazer de boa parte de sua rede de transmissão, com 61 mil quilômetros de linhas, metade do que o Brasil tem. A ordem é fazer caixa.

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 O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, já é visto dentro do governo federal como um obstáculo à construção de novas hidrelétricas na Amazônia. Embalado pela vitória sobre a usina de São Luiz do Tapajós, que teve a licença ambiental arquivada, o ministro já se prepara para o segundo round. Pretende inviabilizar a construção de Jatobá, também no rio Tapajós, com 2,3 mil megawatts. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, com o apoio de Eliseu Padilha, da Casa Civil, tem feito uma campanha no Planalto para que Sarney seja enquadrado.

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17.08.16
ED. 5435

Efeito Brunet

 Lirio Parisotto tem estado longe dos negócios de comunicação de Carlos Sanchez, do qual é sócio em Santa Catarina. Não tem aparecido nem nas reuniões do conselho. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Lirio Parisotto.

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17.08.16
ED. 5435

Aeroporto à venda

 O Aeroporto Internacional de Cabo Frio está à venda. É só procurar o Grupo Libra e a prefeitura do município.

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17.08.16
ED. 5435

Ferida

 Antes mesmo de assumir o comando da Johnson & Johnson no Brasil, em outubro, André Mendes já começa a enfrentar a resistência cerrada de grandes redes de farmácias. O ponto da discórdia é a intenção do executivo de aumentar preços em até 15%. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Johnson & Johnson.

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17.08.16
ED. 5435

Serra 1

 A tesoura afiada do ministro de Relações Exteriores, José Serra, não está direcionada apenas a embaixadas. A proposta em estudo no Itamaraty é de um corte de 20% dos 50 consulados. Só no Paraguaí são seis.

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 Goodyear, Pirelli, Michelin e Bridgestone se perguntam o que a Sumitomo enxerga que eles não estão vendo. Enquanto o quarteto corta investimentos e reduz produção, a companhia constrói sua segunda fábrica no Brasil, contrata e vai aportar R$ 487 milhões na operação brasileira, o que é confirmado pela empresa. O caso se explica porque a Sumitomo tem apenas 1% de market share contra mais de 70% das concorrentes. A única fábrica da empresa japonesa funciona com capacidade máxima no Paraná e a nova unidade será construída ao lado, com demanda garantida por dois anos.

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