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Planos
16.08.16
ED. 5434

Michel Temer tem muito a aprender com Sun Tzu

 O governo está começando a perder por ser um mau ganhador. Michel Temer e o seu grupo de interesse, operadores do inevitável impeachment da presidente Dilma Rousseff, não se aperceberam das vantagens de mudar o curso do vendaval de ódio que abateu mortalmente a hegemonia do PT. Foi esse rancor exacerbado o responsável, em grande parte, pelo sucesso da empreitada. Serviu ao que veio. Mas, ao vencedor, as batatas.  Caberia a Temer mudar a estação no pós-Dilma. Acenar com uma distensão política para toda a oposição. Um governo e sua República de Vichy. Parece ingênuo, mas não é. Todo bom general sabe que o primeiro passo após a vitória é não humilhar os vencidos, e muito menos atiçar ainda mais a sua raiva natural (apud Sun Tzu, “A Arte da Guerra”). O estímulo ao estado de ódio estaria funcionando como uma retroalimentação congestiva. O saldo dessa cultura de cólera pode ser a cegueira em relação às melhorias que o governo conseguir em sua gestão, muitas delas, diga-se de passagem, contratadas no final da “era Dilma”.  O “Fora Temer” está sendo alimentado por essa incompreensão. Não vai passar, enquanto o ressentimento dos abatidos for estimulado pela propagação da ira dos vencedores. O primeiro passo seria um grande acordo com a mídia, que não só combate, como zomba e tripudia sobre os derrotados, incitando-os a uma luta que já poderia ter sido arrefecida. Parece, sem dúvida, que a mídia está devolvendo um mal estar de muitas décadas, que não começou com a chegada de um operário à Presidência da República. Vem de longe. As chamadas reformas estruturais, que passam ao largo das bases, exatamente por cassar os seus direitos, poderiam ser discutidas em mini-constituintes. Nelas teriam assentos representantes da CUT, técnicos oriundos da esquerda, representantes da sociedade civil etc. Que sejam minoria! Mas já seria uma sinalização contrária ao ódio. Pois bem, o RR reconhece que essas observações estão assentadas em alguns pressupostos cínicos. Contudo, o que é política senão uma visão enviesada da realidade. Enquanto as elites soprarem esse bafo de fel, o “Fora Temer” continua.

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16.08.16
ED. 5434

Bilheteria fraca

  A T4F, de Fernando Alterio, tem um duplo problema. A Renault, às voltas com grandes problemas financeiros, e a Cetip, comprada pela BM&F, não deverão mais manter suas marcas em duas das cinco casas de espetáculo sob gestão da empresa no Brasil. As perdas se somarão à que foi provocada com a saída do Citibank, no Rio de Janeiro. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: T4F.

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16.08.16
ED. 5434

Chinatown 1

 A chinesa Fosun, que comprou recentemente a Rio Bravo, quer investir na área de saúde no Brasil. Segundo o RR apurou, os asiáticos têm especial interesse na Rede D´Or, controlada pelo Carlyle, pelo GIC, fundo soberano de Cingapura, e pela família Moll. A Fosun, ressalte-se, administra mais de US$ 60 bilhões em ativos. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Rede D’Or e  Fosun.

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16.08.16
ED. 5434

BB Seguridade

 O Banco do Brasil estuda a venda de parte de suas ações na BB Seguridade. O banco calcula que poderá arrecadar até R$ 3 bilhões com a negociação de aproximadamente 15% da seguradora. Consultado, o BB negou a venda.

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Só dá eles no setor elétrico. A Three Gorges é forte candidata à compra do pacotão de oito usinas hidrelétricas da Duke Energy no Brasil.

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16.08.16
ED. 5434

Caravana

 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está montando uma agenda de futuro candidato a governador do Rio de Janeiro. Já acertou sua visita a 70 dos 92 municípios do estado até as eleições municipais de outubro.

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16.08.16
ED. 5434

Concorde

 A francesa Vinci Airports é o nome da vez para as futuras concessões aeroportuárias no Brasil.

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16.08.16
ED. 5434

Analgésico

 Os R$ 2,5 bilhões arrecadados com a venda de ativos no Peru resolvem uma parte do problema da Invepar. A outra parte, maior, são os mais de R$ 11 bilhões em dívidas que deverão aparecer no balanço do primeiro semestre.

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16.08.16
ED. 5434

Delação passam pelos trios da Fiol

 Em sua delação premiada, o empreiteiro José Antunes Sobrinho, da Engevix, teria relatado um esquema de propinas envolvendo a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Uma das empresas que participam do projeto é a Argeplan, já investigada pela Lava Jato. Entre os sócios da companhia está o coronel aposentado da PM de São Paulo João Baptista Lima Filho, ligado a Michel Temer desde a década de 80, quanto o presidente interino comandou a Secretaria de Segurança paulista. Lima tem hoje um patrimônio avaliado em R$ 15 milhões.

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16.08.16
ED. 5434

Luz vermelha

 A inadimplência pesa cada vez mais no balanço das empresas do setor elétrico. No primeiro semestre do ano, as dez maiores distribuidoras de energia do país aumentaram, na média, em 55% o volume de provisões para calotes nas contas de luz.

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16.08.16
ED. 5434

Mesa feita

 A francesa Sodexo e a britânica GRSA já estão com os talheres à mesa, prontas para avançar sobre a Sapore , terceira maior empresa de refeições coletivas do país. Segundo uma fonte bem próxima ao empresário Daniel Mendez, controlador da companhia, ele tem dado sinais de que cansou de resistir ao assédio dos grandes grupos internacionais do setor. Por sinal, um belo cansaço, que poderá lhe render até R$ 1 bilhão com a venda da empresa. Por ora, a Sapore finge que não é com ela e nega que tenha sido procurada pelos dois gigantes europeus.  O presidente da Sapore, Daniel Mendez, procurou o RR após a publicação da nota, para informar o seguinte: “Estamos na nossa melhor fase e dando um show na operação de alimentação dos atletas que disputam os Jogos Olímpicos, assim como já ocorreu durante a Copa de 2014. É mais fácil comprarmos as operações das concorrentes no Brasil do que o contrário.

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