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Planos
03.08.16
ED. 5425

GP mostra à Centauro que o lucro é seu único esporte

 A Centauro, maior rede de varejo esportivo do país, virou um caldeirão societário. Dona de 30% do capital, a GP Investimentos está usando de todo o seu arsenal para interferir na gestão da companhia e reduzir o poder do sócio majoritário Sebastião Bomfim Filho. A gestora de recursos, ressalte-se, conta com dois representantes no Conselho de Administração da varejista – Fersen Lambranho e Danilo Gamboa –, o que lhe dá um poder de fogo ainda maior. A GP estaria por de trás de uma série de mudanças na estratégia e na gestão adotadas pela Centauro nos últimos meses, que atingiram o próprio Bomfim. Após a pressão dos sócios, o empresário entregou um de seus anéis mais valiosos, compartilhando o comando executivo da empresa. Para todos os efeitos, Bomfim segue na cadeira de presidente. Mas o cargo de CEO foi entregue ao executivo Pedro Zemel. Consultada, a Centauro garante que a GP não exerce pressão por mudanças na gestão. A companhia afirma ainda que o próprio Bomfim propôs o novo modelo administrativo, com a criação dos cargos de presidente e CEO. A GP, por sua vez, não quis se pronunciar.  A GP aponta para uma série de erros cometidos pela gestão da Centauro que contribuíram para piorar sua situação financeira, a começar pela demora em reconhecer o tamanho da crise e adotar medidas contracionistas. Só no primeiro trimestre deste ano, quando já carregava um prejuízo de R$ 200 milhões no balanço de 2015, os executivos da Centauro tiraram a navalha do bolso, partindo para o fechamento de lojas e demissões em série. Apenas na bandeira BY Tennis, uma das marcas do grupo, 32 pontos de venda foram desativados. A Centauro confirma os cortes, o fechamento das lojas da By Tennis, mas garante que todas as medidas de “ajuste de custos foram acordadas entre os acionistas”.  Fersen Lambranho e seus pares têm motivo de sobra para cuspir marimbondos contra a gestão da Centauro. Os prejuízos da rede varejista obrigaram a GP a reduzir em seu balanço o valor da participação na companhia. No ano passado, a cifra contabilizada foi de US$ 38 milhões, apenas 60% do montante investido na varejista em 2012. A gestora de recursos utilizará toda a munição necessária para recuperar o dinheiro perdido. No que depender da GP, a reestruturação da Centauro ainda está longe do seu desfecho. Na sua visão, há espaço para mais cortes de custos, revisão do tamanho das lojas e aperto nas administradoras de shopping centers para a redução do aluguel dos pontos de venda.

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03.08.16
ED. 5425

Que outro remédio resta à Unimed?

 A comissão eleita na semana passada pelos cooperativados da Unimed para assumir temporariamente a gestão já está debruçada sobre uma série de medidas para fazer frente à grave crise financeira da companhia. Além de uma chamada de capital da ordem de R$ 200 milhões, a cooperativa retomou o processo de venda do hospital da Barra da Tijuca. Segundo informações filtradas junto à própria Unimed-Rio, o ativo já teria sido oferecido à norte-americana UnitedHealth, controladora da concorrente Amil, e ao fundo Advent. Procurada, a Unimed-Rio disse que não há tratativas em curso, mas confirmou que “está aberta a estudar propostas envolvendo a venda do hospital”. Para bom entendedor…  O hospital da Barra quase foi vendido para a Rede D´Or há pouco mais de um ano. No entanto, na reta final das negociações, o próprio Celso Barros impôs uma série de condições. O ex-presidente da Unimed-Rio sempre foi contra a transferência do hospital, um dos xodós da sua gestão. Pois este bibelô custou caro demais à Unimed-Rio, contribuindo com parte expressiva da dívida da companhia, na casa de R$ 1,2 bilhão. A insistência de Barros em manter a unidade, ressalte-se, ainda vai cobrar uma cota extra do caixa da empresa. Há um ano, o hospital valia mais de R$ 600 milhões. Hoje, estima-se que seu valor gire na casa dos R$ 400 milhões.

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03.08.16
ED. 5425

Samsung x Pelé

 A Samsung tenta fechar um acordo com Pelé para encerrar a ação movida pelo ex-atleta na Justiça dos Estados Unidos. O Rei cobra mais de US$ 30 milhões da empresa por uso indevido da sua imagem em material publicitário. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung.

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03.08.16
ED. 5425

Overbooking

 O Exército tem se deparado com problemas logísticos de última hora para abrigar os mais de 60 mil soldados destacados para a segurança da Olimpíada. Com o “excesso de contingente”, faltam acomodações nos quartéis do Rio. A solução tem sido deslocar parte das tropas sob regime de sobreaviso para instalações em cidades vizinhas, como Nova Friburgo e Teresópolis. É bom que se diga: nada que afete o esquema traçado.

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03.08.16
ED. 5425

Verticalização

 Paulinho da Força já está sendo jocosamente chamado pelos seus colegas no Congresso de “Paulinho do Incra”. Além do diretor de Gestão, Juarez Delfino, o deputado já fez mais três indicações para o segundo escalão da autarquia.

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03.08.16
ED. 5425

Sete Brasil

 Mais um problema para a combalida Sete Brasil. Credores internacionais exigem a imediata apresentação de um plano para a reestruturação das dívidas das três subsidiárias da empresa na Áustria, que não entraram na RJ.

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 Além das negociações para a venda da Big Ben ao Grupo Ultra, a BR Pharma, leia-se BTG, também procura um comprador para a rede Farmais. A empresa, que reúne 400 drogarias no país, foi oferecida à norte-americana CVS . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BR Pharma e CVS.

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• Na cúpula do PSDB e da campanha de João Doria, já se dá como certo que José Serra fará a traição completa. Ou seja: além de costurar, nos bastidores, a chapa Marta Suplicy (PMDB) e Andrea Matarazzo (PSD), subirá no palanque da dupla.

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