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Planos
20.07.16
ED. 5415

Blairo Maggi veste o figurino de vendedor da Embrapatec

 Entre os “produtos” agropecuários brasileiros que o ministro Blairo Maggi pretende vender em seu tour pelo exterior, previsto para os meses de julho e agosto, há um em especial: a Embrapatec, a futura subsidiária da Embrapa voltada à comercialização de biotecnologias desenvolvidas pela estatal. A missão de Maggi é atrair grandes grupos internacionais da área de agrociência para se associar à nova empresa. Na mira, grupos como Bayer, Basf e a suíça Syngenta. O governo ainda estuda o melhor modelo para o acasalamento entre a Embrapatec e o capital privado, mas, a princípio, a intenção é oferecer ao mercado uma participação superior a 51%. Até porque esta é uma das premissas para a criação da subsidiária: permitir a “privatização” da Embrapa, por meio do seu braço comercial, sem que seja necessária a privatização da Embrapa.  O ministro Blairo Maggi tem se empenhado pessoalmente para acelerar a votação do projeto de lei que autoriza a criação da Embrapatec, encaminhado ao Congresso no último mês de maio, ainda no governo de Dilma Rousseff. Maggi articula com os líderes da bancada ruralista, em especial o deputado gaúcho Luiz Carlos Heinze, a tramitação da proposta em caráter de urgência urgentíssima. Para o governo, o grande ganho não virá da privatização em si da Embrapatec, mas, sim, da expectativa de que a própria Embrapa dependa cada vez menos do orçamento federal. Estima-se que a abertura da subsidiária e a montagem de uma estrutura comercial no exterior sejam capazes, já no primeiro ano, de triplicar o faturamento da estatal com a venda de tecnologias. Hoje, a Embrapa tem uma receita própria de apenas R$ 120 milhões por ano, que não cobre sequer 5% do seu orçamento, em torno de R$ 3 bilhões.

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20.07.16
ED. 5415

Dufry busca novas rotas no Brasil

 A suíça Dufry, maior rede de free shops do mundo, deverá abrir o leque de sua atuação em aeroportos no Brasil. A companhia pretende criar um braço para abrigar redes de lojas de roupas e até lanchonetes.  A nova empresa somente existirá no Brasil e vai incorporar os pontos de venda da Hudson, marca de livrarias da Dufry. Se os resultados forem promissores, o grupo levará a ideia para outras operações no mundo. A nova estratégia da Dufry é filha da crise. Com esta jabuticaba, os suíços esperam compensar parte das perdas que têm sofrido no Brasil em decorrência da retração econômica e da queda no turismo internacional. Mesmo com a recente recuperação do real, a Dufry projeta uma queda de receita da ordem de 10% para a sua operação brasileira em 2016. • As seguintes empresa não se retornaram ou não comentaram assunto:  Dufry.

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20.07.16
ED. 5415

Adeus, monopólio

 O fim anunciado do monopólio da Petrobras no mercado de gás, com a venda de ativos de transporte e distribuição, vai provocar um redesenho radical no segmento. A mais importante medida será entregar a operação de transporte do insumo a um órgão semelhante ao ONS, controlado por entes privados. Dessa forma, a estatal perderá de vez o poder sobre o despacho do gás às distribuidoras.

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 O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, terá de convencer primeiro o PSB, seu partido, se quiser seguir adiante com a proposta de entregar o comando da Chesf a um técnico do setor. Há uma forte articulação entre parlamentares socialistas para brecar a decisão e indicar um nome ligado à sigla.

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20.07.16
ED. 5415

Hopi Hari

 A mais sinuosa montanha russa do Hopi Hari não é a aquela que o empresário Cesar Federmann está arrestando na Justiça, em troca de uma dívida de R$ 5,9 milhões. Ela está na composição societária do parque temático. Os próprios credores da companhia não sabem em que porta bater: se na da Íntegra Associados, que supostamente deteve o controle de 2009 até o ano passado, ou se na do empresário Sergio Valente, que teria se tornado o acionista majoritário em meados do ano passado – ver RR, edição de 9 de junho de 2015. Em janeiro deste ano, Federmann e outros acionistas enviaram um requerimento à CVM solicitando que Valente informasse à autarquia qual era a sua real relação com o Hopi Hari. Ficaram sem resposta.

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20.07.16
ED. 5415

Jurisprudência no mercador de prebendas públicas

 Enigma do mercador de prebendas públicas: se os juízes, desembargadores e ministros podem receber uma graninha para darem suas palestras sem revelar o valor, porque o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central não podem também? Há quem diga que o Judiciário está criando uma espécie de inimputabilidade branca. Segundo o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, grande patrono da medida, a divulgação de valores coloca em risco a segurança dos magistrados. Ou seja: seguindo a lógica quantitativa, quanto maior o estipêndio, maior o cuidado com a revelação das cifras. Na visão da sociedade, essa opacidade deliberada pode acabar sendo considerada um “caixa 4”.

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20.07.16
ED. 5415

Grande família

 Pelos documentos apreendidos na residência do lobista Milton Lyra no último dia 5 de julho, os procuradores da Lava Jato estão convencidos de que ele tem a chave da alma dos senadores Romero Jucá e Eunício de Oliveira.

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20.07.16
ED. 5415

Luiza online

 Luiza Helena Trajano está tão empolgada com os resultados do Magazine Luiza no comércio eletrônico que já pensa em fazer um spinoff da área e buscar sócios para fermentar a operação. • As seguintes empresa não se retornaram ou não comentaram assunto: Magazine Luiza.

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20.07.16
ED. 5415

Evaporação

 A dobradinha entre a USI Biorefinarias e a norte-americana CHS estaria se esfarelando. Junto com ela, os planos de instalar 15 usinas de etanol no Centro-Oeste. • As seguintes empresa não se retornaram ou não comentaram assunto: USI Biorefinarias.

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